Na última* entrevista dada por Raquel Cruz, esta referiu que era da filha mais nova que Carlos Cruz sentia mais saudades! E que sentia uma mágoa enorme por não poder ver o filhota crescer.
Haveria necessidade?
Não me parece, pois todas sabemos que a filha mais velha de Carlos Cruz já fez 14 anos há muito, e que assim está longe de estar nas preferências do ex-apresentador...
Portem-se mal, mas com classe!
* dada a frequência com que a Raquel dá entrevistas, não posso garantir, de facto, que esta tenha ido a última!
Portem-se mal... mas com classe!!! Podem encontrar-me em ratamaluka@hotmail.com!!!
28.4.04
25.4.04
25 de Abril
Faz-se isto? Nunca mais...!
Faz-se isto? Nunca mais...!
Faz-se isto? Nunca mais...!
Faz-se isto? Nunca mais...!
... ... ...
Viva a Liberdade! Viva a Liberdade!
Portem-se mal, mas com classe!
Faz-se isto? Nunca mais...!
Faz-se isto? Nunca mais...!
Faz-se isto? Nunca mais...!
... ... ...
Viva a Liberdade! Viva a Liberdade!
Portem-se mal, mas com classe!
22.4.04
Cenas da vida real!
No domingo devia ter previsto que aquela converseta não iria acabar bem...
Knock, Knock, Knock...
Rata: Quem é?
Espirro: Sou eu...
Rata: Eu quem? O Enrique ‘pequenote’ Iglesias?
Espirro: Não... o espirro!
Rata: O espirro? E vens sozinho?
Espirro: Não! Tás parva? Não vês televisão?
Rata: Tou! Não! Porquê?
Espirro: (Foda-se lá a gaja!) Trago o Pingo e o Arrepio de Frio!
Rata: E o Enrique não?
Espirro: Abre lá a porta que já tou a perder a paciência!
Rata: Ok... pode entrar...
... ... ...
Será que me esqueci da ‘TermoTeb’ e o meu pai também?
Portem-se mal, mas com classe!
Knock, Knock, Knock...
Rata: Quem é?
Espirro: Sou eu...
Rata: Eu quem? O Enrique ‘pequenote’ Iglesias?
Espirro: Não... o espirro!
Rata: O espirro? E vens sozinho?
Espirro: Não! Tás parva? Não vês televisão?
Rata: Tou! Não! Porquê?
Espirro: (Foda-se lá a gaja!) Trago o Pingo e o Arrepio de Frio!
Rata: E o Enrique não?
Espirro: Abre lá a porta que já tou a perder a paciência!
Rata: Ok... pode entrar...
... ... ...
Será que me esqueci da ‘TermoTeb’ e o meu pai também?
Portem-se mal, mas com classe!
20.4.04
Outra vez?!
Tenho dúvidas sobre as vantagens sociais em termos Polícia Judiciária!
Então não chegava já andarem para aí a fazerem crer as pessoas que em Portugal existem pedófilos, agora querem convencer-nos que há tráfico de influências e promiscuidade com o poder político no futebol?
Mas onde é que isto vai parar?
P.S.- Só mesmo uma situação destas para me desviar a atenção de algo realmente importante e preocupante como o Enrique...
Portem-se mal, mas com classe!
Então não chegava já andarem para aí a fazerem crer as pessoas que em Portugal existem pedófilos, agora querem convencer-nos que há tráfico de influências e promiscuidade com o poder político no futebol?
Mas onde é que isto vai parar?
P.S.- Só mesmo uma situação destas para me desviar a atenção de algo realmente importante e preocupante como o Enrique...
Portem-se mal, mas com classe!
19.4.04
Enigma
Será que Enrique Iglesias tem mesmo um pilau minúsculo?
Hummmm...
Portem-se mal, mas com classe!
Hummmm...
Portem-se mal, mas com classe!
15.4.04
Quaresma, doce Quaresma
Todas sabemos como a Quaresma é um tempo de paz.
Um tempo de reconciliação.
Um tempo de perdão.
Um tempo quente e abafado.
É uma boa altura do ano para se conseguir ter uma boa intervenção pública que se recordará para todo o ano, ou então na pior das hipóteses, para se voltar a comer um amigo de infância ou um ex-namorado.
Foi sob este prisma, dodecaedronal em honra aos meus ex’s, que me lembrei de mencionar aqui a mais bela intervenção a que assisti nos últimos 40 dias...
José Luís Arnault apresentou o ‘seu’ portal do cidadão, num jantar da APDC realizado nos inícios de Abril, e decidiu incluir uma passagem de um filme promocional na apresentação. No guião estavam situações que mostravam o acesso a este portal por uma variedade de grupos sociais e demográficos. No final, uma senhora perguntou porque não estava incluído, no filme, um exemplo com um deficiente.
Agora concentrem-se!
Resposta do Ministro: “Não pusemos os deficientes, como não pusemos os defuntos.”
Isto, minhas amigas é o espírito quaresmal no seu esplendor!
Portem-se mal, mas com classe!
Um tempo de reconciliação.
Um tempo de perdão.
Um tempo quente e abafado.
É uma boa altura do ano para se conseguir ter uma boa intervenção pública que se recordará para todo o ano, ou então na pior das hipóteses, para se voltar a comer um amigo de infância ou um ex-namorado.
Foi sob este prisma, dodecaedronal em honra aos meus ex’s, que me lembrei de mencionar aqui a mais bela intervenção a que assisti nos últimos 40 dias...
José Luís Arnault apresentou o ‘seu’ portal do cidadão, num jantar da APDC realizado nos inícios de Abril, e decidiu incluir uma passagem de um filme promocional na apresentação. No guião estavam situações que mostravam o acesso a este portal por uma variedade de grupos sociais e demográficos. No final, uma senhora perguntou porque não estava incluído, no filme, um exemplo com um deficiente.
Agora concentrem-se!
Resposta do Ministro: “Não pusemos os deficientes, como não pusemos os defuntos.”
Isto, minhas amigas é o espírito quaresmal no seu esplendor!
Portem-se mal, mas com classe!
11.4.04
Aleluia, Aleluia!
Sabem o que disse a jovem francesa Marie Claire para o amante Louie, quando estava preste a obter um orgasmo?
Allez! Allez! Allez... allez Louie!
Portem-se mal, mas com classe!
Allez! Allez! Allez... allez Louie!
Portem-se mal, mas com classe!
4.4.04
Lucy10...
A polémica está instalada na esquerda política portuguesa.
Não bastou já termos perdido a oportunidade de ler o fabuloso romance ‘Ensaio sobre a Lucy10’, que versava sobre uma relação homossexual do escritor com o travesti Lucy nas ruas de Havana, agora teremos que assistir a uma luta feroz pela medalha de prata na esquerda portuguesa.
Com a entrada de Saramalho para as listas da CDU às Europeias, e a contabilização dos votos em branco para a CDU, o Bloco de esquerda procura a todo custo fazer com que Ana Drago publique a sua mais recente obra ‘Ensaio sobre a nulidade do Governo’ onde esta incita ao voto nulo, de preferência recorrendo ao uso de graffitis!
Com os votos nulos a contabilizar pontos para o BE, a luta já seria equilibrada.
E com tudo isto fica a Lucy esquecida...
Portem-se mal, mas com classe!
Não bastou já termos perdido a oportunidade de ler o fabuloso romance ‘Ensaio sobre a Lucy10’, que versava sobre uma relação homossexual do escritor com o travesti Lucy nas ruas de Havana, agora teremos que assistir a uma luta feroz pela medalha de prata na esquerda portuguesa.
Com a entrada de Saramalho para as listas da CDU às Europeias, e a contabilização dos votos em branco para a CDU, o Bloco de esquerda procura a todo custo fazer com que Ana Drago publique a sua mais recente obra ‘Ensaio sobre a nulidade do Governo’ onde esta incita ao voto nulo, de preferência recorrendo ao uso de graffitis!
Com os votos nulos a contabilizar pontos para o BE, a luta já seria equilibrada.
E com tudo isto fica a Lucy esquecida...
Portem-se mal, mas com classe!
29.3.04
A caldeirona
Sábado. Final de tarde. A rata, aos saltos, recolhe ao sofá para fazer tempo para a noite que se mostrava entusiasmante.
Discreto, um tímido 7 fazia-se notar no comando da televisão. Arrisco.
No canal brasileiro está a ser exibido um programa/concurso sugestivo. Praia, sol, e tudo semi-despido. Não parecia mal para começar a noite.
Não tendo total certeza, pareceu-me que o programa se chamava ‘Caldeirão do Hulk’. Um nome claramente brasileiro, portanto!
Para não me alongar muito passo a tentar descrever uma das duas provas a que tive oportunidade de assistir, mesmo só estando perante o televisor uns parcos 20 minutos.
Embora a outra prova fosse extremamente educativa, pois consistia numa espécie de salto em comprimento com um guarda-sol aberto, segundo o apresentador, para preparar os concorrentes para possíveis desastres aéreos (!?!?!?), optei por tentar descrever a outra prova, que tinha o propósito de publicitar um produto alimentício.
Presumo que todas vós conheçam o gelado Calippo da Olá. Lá, o sorvete era similar, mas em vez de vir num saquinho, vinha já ‘espetado num pau’, o que se mostrou bastante útil para a própria prova. Adiante.
O objectivo da prova era receber o dito gelado e, sem morder (e percebe-se porquê...), ou seja apenas com os lábios e língua, tentar diminuir o volume do gelado o mais possível.
Os concorrentes eram um jovem, que esteve cabisbaixo toda a prova, vá-se lá saber porquê... e uma menina muito apresentável, que respondeu à selecção para a prova com um sorriso de orelha a orelha. Veremos já de seguida que o capital de auto-confiança era compreensível.
O tempo da prova era de um minuto. Um minuto que foi passado primeiro em estupefacção pela ‘desenvoltura’ da menina e depois em compulsivas gargalhadas pelos comentários do apresentador em relação ao que estava a assistir.
Mesmo antes da prova começar, o apresentador avisou os concorrentes que seriam desclassificados casos mordessem o gelado. Segundo o próprio só era possível “chupar e lamber!”. Sugestivo.
Quando a prova começou, a concorrente abocanhou de tal forma o gelado que parecia que o mundo estava prestes a acabar! Metia e tirava o gelado da boca com tal velocidade que parecia um coelho em pleno coito. Ela estava a levar o “chupar” que o apresentador referira demasiado a sério.
Em poucos segundos a concorrente já rodava o gelado, fazendo-o inclusive embater no interior das bochechas, de forma vigorosa!
O apresentador, espantado pela sinceridade emprestada à prova, soltou um sincero:
“Estamos a caminho do record do Mundo, cara!!! Si protejam desta minina!”
A parte final da prova eu já não consegui visualizar em condições de descrever.
No final, o apresentador, depois de comparar o volume que desaparecera dos gelados, perguntou ao concorrente derrotado: “O que me diz desta prova?”. O jovem, pasmado, respondeu: “Nem com mais 10 minutos eu ganhava dela!”
Na verdade, o gelado da jovem apresentava metade do volume do gelado do adversário. Terá sido a vitória da experiência.
Após a entrega dos prémios, a jovem concorrente, provavelmente já assustada com tantos assobios e piropos vindos na sua direcção despediu-se com uma frase enigmática:
“Ô geinti, eu nunca fiz isso antes não...”
Acredito piamente que não. Doidivanas. Maluka.
Portem-se mal, mas com classe!
Discreto, um tímido 7 fazia-se notar no comando da televisão. Arrisco.
No canal brasileiro está a ser exibido um programa/concurso sugestivo. Praia, sol, e tudo semi-despido. Não parecia mal para começar a noite.
Não tendo total certeza, pareceu-me que o programa se chamava ‘Caldeirão do Hulk’. Um nome claramente brasileiro, portanto!
Para não me alongar muito passo a tentar descrever uma das duas provas a que tive oportunidade de assistir, mesmo só estando perante o televisor uns parcos 20 minutos.
Embora a outra prova fosse extremamente educativa, pois consistia numa espécie de salto em comprimento com um guarda-sol aberto, segundo o apresentador, para preparar os concorrentes para possíveis desastres aéreos (!?!?!?), optei por tentar descrever a outra prova, que tinha o propósito de publicitar um produto alimentício.
Presumo que todas vós conheçam o gelado Calippo da Olá. Lá, o sorvete era similar, mas em vez de vir num saquinho, vinha já ‘espetado num pau’, o que se mostrou bastante útil para a própria prova. Adiante.
O objectivo da prova era receber o dito gelado e, sem morder (e percebe-se porquê...), ou seja apenas com os lábios e língua, tentar diminuir o volume do gelado o mais possível.
Os concorrentes eram um jovem, que esteve cabisbaixo toda a prova, vá-se lá saber porquê... e uma menina muito apresentável, que respondeu à selecção para a prova com um sorriso de orelha a orelha. Veremos já de seguida que o capital de auto-confiança era compreensível.
O tempo da prova era de um minuto. Um minuto que foi passado primeiro em estupefacção pela ‘desenvoltura’ da menina e depois em compulsivas gargalhadas pelos comentários do apresentador em relação ao que estava a assistir.
Mesmo antes da prova começar, o apresentador avisou os concorrentes que seriam desclassificados casos mordessem o gelado. Segundo o próprio só era possível “chupar e lamber!”. Sugestivo.
Quando a prova começou, a concorrente abocanhou de tal forma o gelado que parecia que o mundo estava prestes a acabar! Metia e tirava o gelado da boca com tal velocidade que parecia um coelho em pleno coito. Ela estava a levar o “chupar” que o apresentador referira demasiado a sério.
Em poucos segundos a concorrente já rodava o gelado, fazendo-o inclusive embater no interior das bochechas, de forma vigorosa!
O apresentador, espantado pela sinceridade emprestada à prova, soltou um sincero:
“Estamos a caminho do record do Mundo, cara!!! Si protejam desta minina!”
A parte final da prova eu já não consegui visualizar em condições de descrever.
No final, o apresentador, depois de comparar o volume que desaparecera dos gelados, perguntou ao concorrente derrotado: “O que me diz desta prova?”. O jovem, pasmado, respondeu: “Nem com mais 10 minutos eu ganhava dela!”
Na verdade, o gelado da jovem apresentava metade do volume do gelado do adversário. Terá sido a vitória da experiência.
Após a entrega dos prémios, a jovem concorrente, provavelmente já assustada com tantos assobios e piropos vindos na sua direcção despediu-se com uma frase enigmática:
“Ô geinti, eu nunca fiz isso antes não...”
Acredito piamente que não. Doidivanas. Maluka.
Portem-se mal, mas com classe!
26.3.04
Causas Naturais
Naturalmente chovia a potes!
Naturalmente fazia um briol desgraçado!
Naturalmente corria água debaixo da ponte que era um exagero!
Naturalmente o pilar deu às de Vila Diogo!
Naturalmente aquilo não era hora de um autocarro passar, ainda para mais cheio de gente!
Naturalmente a Justiça é a portuguesa!
Naturalmente!
Portem-se mal, mas com classe!
Naturalmente fazia um briol desgraçado!
Naturalmente corria água debaixo da ponte que era um exagero!
Naturalmente o pilar deu às de Vila Diogo!
Naturalmente aquilo não era hora de um autocarro passar, ainda para mais cheio de gente!
Naturalmente a Justiça é a portuguesa!
Naturalmente!
Portem-se mal, mas com classe!
25.3.04
‘Sem’ propostas para a família
Ainda há alguém neste Governo que tem sentido de humor...
Portem-se mal, mas com classe!
Portem-se mal, mas com classe!
19.3.04
Como seria analisado o pós-atentado?
E o pós-atentado? Já todas sabemos que os gajos gostam de ficar com os louros para eles! Até fazem curtas metragens para se vangloriarem, mas... e quando vissem os nossos comentadores sagrados a julgar a situação? Aqui fica o prognóstico:
MRSousa – Nesta situação, a oposição não tomou a melhor decisão e grande parte da culpa foi deles! Aproveito até para vos recomendar um livro que li ontem antes do jantar, ‘avisorroc adreuqse A’, de Ibrahim Al-Sharrafo, que mostra isso mesmo!
MMCarrilho – Foi grave. É grave. E com este PS não vai melhorar. Tenho pena. Muita pena. O que é grave. Muito grave.
MSTavares – De facto os acessos aos local do atentado são péssimos. Estes nossos políticos acham que os atentados são só as explosões e os mortos, não se preocuparam, nem preocupam com os acessos! E a falta de ventiladores nos hospitais? Uma vergonha! E o penalty sobre o Deco?
Cavaco Silva – É de facto preocupante pensar que há por aí uns tipos a quererem-nos pressionar, mas não vou de facto dizer se sou ou não candidato!
MMGuedes – Boa noite. Terrível. Bombástico. Alarmante. Destruidor. Uma notícia TVI. A D.Genoveva gasta 400€ em medicação por mês e ganha 357€ de reforma. Terrível! E como se não bastasse umas explosões sentidas na cidade abriram brechas na sua humilde casa.
Nuno Rogeiro – Os explosivos usados foram os Kitza-57 de fabrico malaio. Foram detonados por via móvel, através de um Sagem 600, com dual band e toques polifónicos. Na altura da explosão ouvia-se no celular os sons de ‘As portas de Brandenburg’, mais precisamente o décimo quarto compasso. É um procedimento tipicamente usado pelas ‘bordadeiras de Alá’.
Rata Maluka – Com mil raios, tinham mesmo explosivos a passar do prazo de validade!
Portem-se mal, mas com classe!
MRSousa – Nesta situação, a oposição não tomou a melhor decisão e grande parte da culpa foi deles! Aproveito até para vos recomendar um livro que li ontem antes do jantar, ‘avisorroc adreuqse A’, de Ibrahim Al-Sharrafo, que mostra isso mesmo!
MMCarrilho – Foi grave. É grave. E com este PS não vai melhorar. Tenho pena. Muita pena. O que é grave. Muito grave.
MSTavares – De facto os acessos aos local do atentado são péssimos. Estes nossos políticos acham que os atentados são só as explosões e os mortos, não se preocuparam, nem preocupam com os acessos! E a falta de ventiladores nos hospitais? Uma vergonha! E o penalty sobre o Deco?
Cavaco Silva – É de facto preocupante pensar que há por aí uns tipos a quererem-nos pressionar, mas não vou de facto dizer se sou ou não candidato!
MMGuedes – Boa noite. Terrível. Bombástico. Alarmante. Destruidor. Uma notícia TVI. A D.Genoveva gasta 400€ em medicação por mês e ganha 357€ de reforma. Terrível! E como se não bastasse umas explosões sentidas na cidade abriram brechas na sua humilde casa.
Nuno Rogeiro – Os explosivos usados foram os Kitza-57 de fabrico malaio. Foram detonados por via móvel, através de um Sagem 600, com dual band e toques polifónicos. Na altura da explosão ouvia-se no celular os sons de ‘As portas de Brandenburg’, mais precisamente o décimo quarto compasso. É um procedimento tipicamente usado pelas ‘bordadeiras de Alá’.
Rata Maluka – Com mil raios, tinham mesmo explosivos a passar do prazo de validade!
Portem-se mal, mas com classe!
17.3.04
Ideias
Ao dar uma olhadela pela blogosfera, reparei que toda a gente (ou quase!) anda a opinar… sobre a possibilidade de um atentado terrorista em Portugal!
Não menosprezando as declarações políticas de Chico Louçã (o fulano é tão sério a dizer todas aquelas barbaridades que não consigo sequer brincar com aquilo…), e reportando-me apenas a possíveis atentados da Al-Qaeda (ou escumalha do género…), gostava de partilhar com vocês, mulheres sensíveis à Logística Militar – Ramo dos Atentados, umas quantas ideias.
Ideia 1
Quantos árabes conhecerão Portugal? E quando digo árabes não me refiro somente aqueles morenos do já característico “Qué tapeti? … Bô i baratu!”, mas sim a árabes capazes de reconhecer Santa Apolónia como uma estação ou as Amoreiras como um edifício alto!
Ideia 2
Aos Al-qaedistas, já ‘treinados’ de novos para morrer por Alá (ou alguém da família deste…), não será pedir demais quererem que os gajos voltem a estudar Geografia e Línguas para fazerem um atentado de jeito?
Ideia 3
Como raio se chamaria o grupo que detonaria os explosivos? Já gastaram o ‘Soldados de Alá’ e o ‘Guerreiros de Alá’, para cá lembrar-se-iam de quê? Lavradores de Alá? Picheleiros de Alá? Sargaceiros de Alá? Bordadeiras de Alá?
Ideia 4
Como descalçaria a bota Osama Bin Laden (ou em caso extremo, as sandálias…) de ter que dizer aos seus seguidores que o próximo grande atentado seria em Portugal? O que responderia quando todos lhe perguntassem: Portu…quê?
Ideia 5
O que pensariam as famílias dos mártires do ‘nosso’ atentado (sim, porque eles para além de corajosos, são burros como portas de mesquitas e templos, pois mesmo não sendo necessário até a eles se matam…), quando confrontadas com as famílias dos que morreram nas Torres Gémeas? Estariam elas de acordo com tamanha desigualdade no feito? Não seria uma brutal descriminação? (Se eu tivesse barba, nome ridículo e gostasse de morar em jeito nómada pelas montanhas do Afeganistão não teria coragem de humilhar um súbdito, mandando-o fazer um atentado em Portugal…)!
Portem-se mal, mas com classe!
Não menosprezando as declarações políticas de Chico Louçã (o fulano é tão sério a dizer todas aquelas barbaridades que não consigo sequer brincar com aquilo…), e reportando-me apenas a possíveis atentados da Al-Qaeda (ou escumalha do género…), gostava de partilhar com vocês, mulheres sensíveis à Logística Militar – Ramo dos Atentados, umas quantas ideias.
Ideia 1
Quantos árabes conhecerão Portugal? E quando digo árabes não me refiro somente aqueles morenos do já característico “Qué tapeti? … Bô i baratu!”, mas sim a árabes capazes de reconhecer Santa Apolónia como uma estação ou as Amoreiras como um edifício alto!
Ideia 2
Aos Al-qaedistas, já ‘treinados’ de novos para morrer por Alá (ou alguém da família deste…), não será pedir demais quererem que os gajos voltem a estudar Geografia e Línguas para fazerem um atentado de jeito?
Ideia 3
Como raio se chamaria o grupo que detonaria os explosivos? Já gastaram o ‘Soldados de Alá’ e o ‘Guerreiros de Alá’, para cá lembrar-se-iam de quê? Lavradores de Alá? Picheleiros de Alá? Sargaceiros de Alá? Bordadeiras de Alá?
Ideia 4
Como descalçaria a bota Osama Bin Laden (ou em caso extremo, as sandálias…) de ter que dizer aos seus seguidores que o próximo grande atentado seria em Portugal? O que responderia quando todos lhe perguntassem: Portu…quê?
Ideia 5
O que pensariam as famílias dos mártires do ‘nosso’ atentado (sim, porque eles para além de corajosos, são burros como portas de mesquitas e templos, pois mesmo não sendo necessário até a eles se matam…), quando confrontadas com as famílias dos que morreram nas Torres Gémeas? Estariam elas de acordo com tamanha desigualdade no feito? Não seria uma brutal descriminação? (Se eu tivesse barba, nome ridículo e gostasse de morar em jeito nómada pelas montanhas do Afeganistão não teria coragem de humilhar um súbdito, mandando-o fazer um atentado em Portugal…)!
Portem-se mal, mas com classe!
15.3.04
Preocupações
A coisa que mais me preocupa no Mundo, para além do crescente desejo sexual que pulula nas lojas para recém-nascidos, é a crescente onda de atentados da Al-Qaeda pelo Mundo.
Se por um lado assisto preocupadíssima às caras sedentas de sexo que as mães produzem quando se deparam com um inofensivo biberão numa qualquer loja Chicco, não posso deixar de pensar que a repentina mudança de opção de voto dos espanhóis se ficou a dever à presumível acção da Al-Qaeda.
Mas a mim não me convencem que tudo se deveu ao pretenso manuseamento erróneo das informações sobre as origens do atentado!
Não se esqueçam, minhas amigas, que na última semana os políticos espanhóis apelaram desenfreadamente ao voto. Eu mesma só não fui lá votar porque o Alcides, amigo meu desde umas férias em Luanda, me veio cá visitar.
Ora, posto isto, presumo que muitas mulheres espanholas foram convencidas a ir votar! Provavelmente só nessa altura foram confrontadas com Zapatero e Rajoy.
Vejam lá a analogia com pessoal cá da terra e depois digam-me em quem votariam:
Eleições dia 14 de Outubro, domingo!
António Vitorino vai à frente nas sondagens contra Pedro Santana Lopes.
Na quinta-feira, 11 de Outubro, Estação de Santa Apolónia é perpetrada com dezenas de quilos de explosivos Al-Jakurk Barud de fabrico caseiro.
As forças políticas no poder culpam a FRLTM (Frente Revolucionária de Libertação de Trás-os-Montes) pelo sanguinário ataque.
No sábado, 13 de Outubro, o novo partido TSP (Todos por Santana e Portugal) mostra a evidência da origem árabe dos atentados.
Milhares de mulheres eram então violentamente convencidas a votar. Tinham que se decidir, em menos de 24horas, entre Vitorino e Santana Lopes!
Em quem votariam vocês?
Em Espanha ganhou o charme de Zapatero e deixem-se de merdas!
Portem-se mal, mas com classe!
P.S.- Omiti propositadamente o facto de Portugal, antes das eleições de Outubro, ter estado ao lado dos EUA numa reposição de ordem na Papua Nova Guiné, tendo para isso sido facultados aos americanos 2 dos novos helicópteros, 3 kalashnikovs e 4 GNR’s...
Se por um lado assisto preocupadíssima às caras sedentas de sexo que as mães produzem quando se deparam com um inofensivo biberão numa qualquer loja Chicco, não posso deixar de pensar que a repentina mudança de opção de voto dos espanhóis se ficou a dever à presumível acção da Al-Qaeda.
Mas a mim não me convencem que tudo se deveu ao pretenso manuseamento erróneo das informações sobre as origens do atentado!
Não se esqueçam, minhas amigas, que na última semana os políticos espanhóis apelaram desenfreadamente ao voto. Eu mesma só não fui lá votar porque o Alcides, amigo meu desde umas férias em Luanda, me veio cá visitar.
Ora, posto isto, presumo que muitas mulheres espanholas foram convencidas a ir votar! Provavelmente só nessa altura foram confrontadas com Zapatero e Rajoy.
Vejam lá a analogia com pessoal cá da terra e depois digam-me em quem votariam:
Eleições dia 14 de Outubro, domingo!
António Vitorino vai à frente nas sondagens contra Pedro Santana Lopes.
Na quinta-feira, 11 de Outubro, Estação de Santa Apolónia é perpetrada com dezenas de quilos de explosivos Al-Jakurk Barud de fabrico caseiro.
As forças políticas no poder culpam a FRLTM (Frente Revolucionária de Libertação de Trás-os-Montes) pelo sanguinário ataque.
No sábado, 13 de Outubro, o novo partido TSP (Todos por Santana e Portugal) mostra a evidência da origem árabe dos atentados.
Milhares de mulheres eram então violentamente convencidas a votar. Tinham que se decidir, em menos de 24horas, entre Vitorino e Santana Lopes!
Em quem votariam vocês?
Em Espanha ganhou o charme de Zapatero e deixem-se de merdas!
Portem-se mal, mas com classe!
P.S.- Omiti propositadamente o facto de Portugal, antes das eleições de Outubro, ter estado ao lado dos EUA numa reposição de ordem na Papua Nova Guiné, tendo para isso sido facultados aos americanos 2 dos novos helicópteros, 3 kalashnikovs e 4 GNR’s...
12.3.04
Uma flor
Ruben, 11 anos, conhecedor experiente das Ciências Naturais, em resposta sábia a pergunta ofensiva a conhecimentos vastos:
Pergunta: Qual é a função desempenhada pela flor, na planta?
Resposta: Dar elegância...
Portem-se mal, mas com classe!
Pergunta: Qual é a função desempenhada pela flor, na planta?
Resposta: Dar elegância...
Portem-se mal, mas com classe!
11.3.04
Falta de tempo
Apenas por manifesta falta de tempo não congratulei Avelino Ferreira Torres pela sua postura na segunda-feira de cinzas (pós Domingo de Carnaval futeboleiro…)!
O senhor ‘Presidente de Câmara’ teve passagem efémera pelo Canal1, entre duas de treta chamou mentiroso 17 vezes a Paulo Camacho no espaço de 8,5 min, e disse aos microfones da TVI (que pena não se ter deslocado a Lisboa…) aquilo que muitos gostariam de já ter dito e que nem o ‘Equatoriano’ Miguel Sousa Tavares ousou dizer!
De uma penada proferiu:
“ A Doutora Manuela ás vezes é um bocado desbocada!”
Mesmo pecando claramente por defeito, é a frase do mês, sem margem para dúvidas!
Portem-se mal, mas com classe!
O senhor ‘Presidente de Câmara’ teve passagem efémera pelo Canal1, entre duas de treta chamou mentiroso 17 vezes a Paulo Camacho no espaço de 8,5 min, e disse aos microfones da TVI (que pena não se ter deslocado a Lisboa…) aquilo que muitos gostariam de já ter dito e que nem o ‘Equatoriano’ Miguel Sousa Tavares ousou dizer!
De uma penada proferiu:
“ A Doutora Manuela ás vezes é um bocado desbocada!”
Mesmo pecando claramente por defeito, é a frase do mês, sem margem para dúvidas!
Portem-se mal, mas com classe!
10.3.04
O Lices Peixoto
Sempre tive grande apreço por Ulisses Peixoto, o filho mais novo da família Peixoto, da qual tive oportunidade de privar com o também famoso Luís Peixoto (conhecido no meu tempo apenas por Luís Pedro dos Santos Peixoto), grande apoiante das respostas pós-biscas, dos casulos, das línguas cerradas nos lábios, no apoio acérrimo ao desporto!
Ulisses, ao contrário do que o badolas (Peixoto dixit…) Homero quis fazer crer, não passa de um político rasca, para a geração rasca.
A sua caminhada teve traços de grande epopeia, onde agora apenas se vêem memórias e prenúncios de novas aventuras, condensadas em forma de tabu.
Ulisses morava numa ilha grega que se chamava Ítaca… sôr Tabu assentou arraiais em Boliqueime de Cima! De Telémaco pouco se sabe… do filho maldito do sôr Tabu vêem-se (por pouco não resistia ao trocadilho imoral do ‘vêm-se…’) cartazes por toda a cidade.
Em Ítaca todos amavam Ulisses… por cá são mais de 40%!
Para quem sobrará o cavalo de Tróia? Fujam! Fujam!
Portem-se mal, mas com classe!
Ulisses, ao contrário do que o badolas (Peixoto dixit…) Homero quis fazer crer, não passa de um político rasca, para a geração rasca.
A sua caminhada teve traços de grande epopeia, onde agora apenas se vêem memórias e prenúncios de novas aventuras, condensadas em forma de tabu.
Ulisses morava numa ilha grega que se chamava Ítaca… sôr Tabu assentou arraiais em Boliqueime de Cima! De Telémaco pouco se sabe… do filho maldito do sôr Tabu vêem-se (por pouco não resistia ao trocadilho imoral do ‘vêm-se…’) cartazes por toda a cidade.
Em Ítaca todos amavam Ulisses… por cá são mais de 40%!
Para quem sobrará o cavalo de Tróia? Fujam! Fujam!
Portem-se mal, mas com classe!
9.3.04
Que saudades!
Maldito seja o afamado Steven Marbury Smith (inventor das mensagens para tlm, vulgo sms…), e o legado que nos deixou!
Que saudades do tempo em que podíamos ser incomodadas às tantas da manhã por telefone fixo, por uma voz ofegante e muitas vezes rouca da vinhaça, a dizer-nos impropérios que no fundo, no fundo, nos subiam o ego!
Que saudades da voz rouca a dizer “Rrrraios ta parrrtam, minha porrrca….”…
Hoje, por culpa do idiota do Steven não tenho mais que umas mensagens, normalmente com erros, e sem ponta de rouquidão…
…ó tempo volta pa trás… lá lá lá lá…
Portem-se mal, mas com classe!
Que saudades do tempo em que podíamos ser incomodadas às tantas da manhã por telefone fixo, por uma voz ofegante e muitas vezes rouca da vinhaça, a dizer-nos impropérios que no fundo, no fundo, nos subiam o ego!
Que saudades da voz rouca a dizer “Rrrraios ta parrrtam, minha porrrca….”…
Hoje, por culpa do idiota do Steven não tenho mais que umas mensagens, normalmente com erros, e sem ponta de rouquidão…
…ó tempo volta pa trás… lá lá lá lá…
Portem-se mal, mas com classe!
25.2.04
O menu
Aconselho vivamente umas férias nas Maurícias, especialmente se porventura fizerem questão de provar as especialidades dos Maurícios lá do sítio. Aconselho o menu que possibilita a degustação em várias posições, com troca de servente a qualquer momento.
As Mauricinhas também são engraçadas, mas a ânsia de descobrirem um pobre coitado que as traga para a civilização poluída faz com que alguma da sedução lesbiana que realmente possuem se desvaneça.
Aconselhável também a casais ‘modernos’…
Portem-se mal, mas com classe!
As Mauricinhas também são engraçadas, mas a ânsia de descobrirem um pobre coitado que as traga para a civilização poluída faz com que alguma da sedução lesbiana que realmente possuem se desvaneça.
Aconselhável também a casais ‘modernos’…
Portem-se mal, mas com classe!
9.2.04
Maria Guinot
Maria Guinot é conhecida por muitos apenas pela vitória festivaleira de 84, com “Silêncio e tanta gente”.
Mas o passado que Maria Guinot quis sempre esconder é bem mais entusiasmante que a sua prestação musical.
A letra da sua música vencedora é sintomática dos prazeres a que se deleitava nos seus aposentos.
Ricardina, antiga mordomo da casa de Maria, de onde saiu em litígio em meados da década de 90, confirma as mais recalcadas suspeitas sobre a sexualidade da primorosa pianista.
Segundo a mesma, Maria convidava variadíssimas vezes conhecidos seus para visitarem os seus aposentos com o pretexto de lhes apresentar as suas novas músicas... situação que redundava sempre em alegres tardes e noites jorradas de sexo intenso e ruidoso.
Ricardina chega mesmo a dizer:
“A galhofa era tanta que o meu sobrinho Henrique ia para a porta dos aposentos espreitar pela fechadura e bater no bichito, que na altura mal sabia o que aquilo era...”
Questionada sobre a identidade dos amigos que a visitavam com regularidade, Ricardina disse que à excepção do motorista, do jardineiro e de um jovem que recolhia fundos para a Cruz Vermelha, apenas reconheceu um senhor “meio mirolho” que também cantava na televisão...
Ora posto isto, foi um caminho fácil de percorrer até chegar à conversa com José Cid, esse ícone da música paraolímpica nacional.
Quando confrontado com a inocente pergunta: “É verdade que era presença habitual na casa de Maria Guinot?” , Zé Cid respondeu de pronto: “Eu nunca participei de nenhum dos repastos dessa senhora, não conhecia os seus aposentos e nunca estive presente em nenhuma das suas orgias...”
Posto isto, não há porque duvidar da palavra do cantor...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
Mas o passado que Maria Guinot quis sempre esconder é bem mais entusiasmante que a sua prestação musical.
A letra da sua música vencedora é sintomática dos prazeres a que se deleitava nos seus aposentos.
Ricardina, antiga mordomo da casa de Maria, de onde saiu em litígio em meados da década de 90, confirma as mais recalcadas suspeitas sobre a sexualidade da primorosa pianista.
Segundo a mesma, Maria convidava variadíssimas vezes conhecidos seus para visitarem os seus aposentos com o pretexto de lhes apresentar as suas novas músicas... situação que redundava sempre em alegres tardes e noites jorradas de sexo intenso e ruidoso.
Ricardina chega mesmo a dizer:
“A galhofa era tanta que o meu sobrinho Henrique ia para a porta dos aposentos espreitar pela fechadura e bater no bichito, que na altura mal sabia o que aquilo era...”
Questionada sobre a identidade dos amigos que a visitavam com regularidade, Ricardina disse que à excepção do motorista, do jardineiro e de um jovem que recolhia fundos para a Cruz Vermelha, apenas reconheceu um senhor “meio mirolho” que também cantava na televisão...
Ora posto isto, foi um caminho fácil de percorrer até chegar à conversa com José Cid, esse ícone da música paraolímpica nacional.
Quando confrontado com a inocente pergunta: “É verdade que era presença habitual na casa de Maria Guinot?” , Zé Cid respondeu de pronto: “Eu nunca participei de nenhum dos repastos dessa senhora, não conhecia os seus aposentos e nunca estive presente em nenhuma das suas orgias...”
Posto isto, não há porque duvidar da palavra do cantor...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
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