Ruben, 11 anos, conhecedor experiente das Ciências Naturais, em resposta sábia a pergunta ofensiva a conhecimentos vastos:
Pergunta: Qual é a função desempenhada pela flor, na planta?
Resposta: Dar elegância...
Portem-se mal, mas com classe!
Portem-se mal... mas com classe!!! Podem encontrar-me em ratamaluka@hotmail.com!!!
12.3.04
11.3.04
Falta de tempo
Apenas por manifesta falta de tempo não congratulei Avelino Ferreira Torres pela sua postura na segunda-feira de cinzas (pós Domingo de Carnaval futeboleiro…)!
O senhor ‘Presidente de Câmara’ teve passagem efémera pelo Canal1, entre duas de treta chamou mentiroso 17 vezes a Paulo Camacho no espaço de 8,5 min, e disse aos microfones da TVI (que pena não se ter deslocado a Lisboa…) aquilo que muitos gostariam de já ter dito e que nem o ‘Equatoriano’ Miguel Sousa Tavares ousou dizer!
De uma penada proferiu:
“ A Doutora Manuela ás vezes é um bocado desbocada!”
Mesmo pecando claramente por defeito, é a frase do mês, sem margem para dúvidas!
Portem-se mal, mas com classe!
O senhor ‘Presidente de Câmara’ teve passagem efémera pelo Canal1, entre duas de treta chamou mentiroso 17 vezes a Paulo Camacho no espaço de 8,5 min, e disse aos microfones da TVI (que pena não se ter deslocado a Lisboa…) aquilo que muitos gostariam de já ter dito e que nem o ‘Equatoriano’ Miguel Sousa Tavares ousou dizer!
De uma penada proferiu:
“ A Doutora Manuela ás vezes é um bocado desbocada!”
Mesmo pecando claramente por defeito, é a frase do mês, sem margem para dúvidas!
Portem-se mal, mas com classe!
10.3.04
O Lices Peixoto
Sempre tive grande apreço por Ulisses Peixoto, o filho mais novo da família Peixoto, da qual tive oportunidade de privar com o também famoso Luís Peixoto (conhecido no meu tempo apenas por Luís Pedro dos Santos Peixoto), grande apoiante das respostas pós-biscas, dos casulos, das línguas cerradas nos lábios, no apoio acérrimo ao desporto!
Ulisses, ao contrário do que o badolas (Peixoto dixit…) Homero quis fazer crer, não passa de um político rasca, para a geração rasca.
A sua caminhada teve traços de grande epopeia, onde agora apenas se vêem memórias e prenúncios de novas aventuras, condensadas em forma de tabu.
Ulisses morava numa ilha grega que se chamava Ítaca… sôr Tabu assentou arraiais em Boliqueime de Cima! De Telémaco pouco se sabe… do filho maldito do sôr Tabu vêem-se (por pouco não resistia ao trocadilho imoral do ‘vêm-se…’) cartazes por toda a cidade.
Em Ítaca todos amavam Ulisses… por cá são mais de 40%!
Para quem sobrará o cavalo de Tróia? Fujam! Fujam!
Portem-se mal, mas com classe!
Ulisses, ao contrário do que o badolas (Peixoto dixit…) Homero quis fazer crer, não passa de um político rasca, para a geração rasca.
A sua caminhada teve traços de grande epopeia, onde agora apenas se vêem memórias e prenúncios de novas aventuras, condensadas em forma de tabu.
Ulisses morava numa ilha grega que se chamava Ítaca… sôr Tabu assentou arraiais em Boliqueime de Cima! De Telémaco pouco se sabe… do filho maldito do sôr Tabu vêem-se (por pouco não resistia ao trocadilho imoral do ‘vêm-se…’) cartazes por toda a cidade.
Em Ítaca todos amavam Ulisses… por cá são mais de 40%!
Para quem sobrará o cavalo de Tróia? Fujam! Fujam!
Portem-se mal, mas com classe!
9.3.04
Que saudades!
Maldito seja o afamado Steven Marbury Smith (inventor das mensagens para tlm, vulgo sms…), e o legado que nos deixou!
Que saudades do tempo em que podíamos ser incomodadas às tantas da manhã por telefone fixo, por uma voz ofegante e muitas vezes rouca da vinhaça, a dizer-nos impropérios que no fundo, no fundo, nos subiam o ego!
Que saudades da voz rouca a dizer “Rrrraios ta parrrtam, minha porrrca….”…
Hoje, por culpa do idiota do Steven não tenho mais que umas mensagens, normalmente com erros, e sem ponta de rouquidão…
…ó tempo volta pa trás… lá lá lá lá…
Portem-se mal, mas com classe!
Que saudades do tempo em que podíamos ser incomodadas às tantas da manhã por telefone fixo, por uma voz ofegante e muitas vezes rouca da vinhaça, a dizer-nos impropérios que no fundo, no fundo, nos subiam o ego!
Que saudades da voz rouca a dizer “Rrrraios ta parrrtam, minha porrrca….”…
Hoje, por culpa do idiota do Steven não tenho mais que umas mensagens, normalmente com erros, e sem ponta de rouquidão…
…ó tempo volta pa trás… lá lá lá lá…
Portem-se mal, mas com classe!
25.2.04
O menu
Aconselho vivamente umas férias nas Maurícias, especialmente se porventura fizerem questão de provar as especialidades dos Maurícios lá do sítio. Aconselho o menu que possibilita a degustação em várias posições, com troca de servente a qualquer momento.
As Mauricinhas também são engraçadas, mas a ânsia de descobrirem um pobre coitado que as traga para a civilização poluída faz com que alguma da sedução lesbiana que realmente possuem se desvaneça.
Aconselhável também a casais ‘modernos’…
Portem-se mal, mas com classe!
As Mauricinhas também são engraçadas, mas a ânsia de descobrirem um pobre coitado que as traga para a civilização poluída faz com que alguma da sedução lesbiana que realmente possuem se desvaneça.
Aconselhável também a casais ‘modernos’…
Portem-se mal, mas com classe!
9.2.04
Maria Guinot
Maria Guinot é conhecida por muitos apenas pela vitória festivaleira de 84, com “Silêncio e tanta gente”.
Mas o passado que Maria Guinot quis sempre esconder é bem mais entusiasmante que a sua prestação musical.
A letra da sua música vencedora é sintomática dos prazeres a que se deleitava nos seus aposentos.
Ricardina, antiga mordomo da casa de Maria, de onde saiu em litígio em meados da década de 90, confirma as mais recalcadas suspeitas sobre a sexualidade da primorosa pianista.
Segundo a mesma, Maria convidava variadíssimas vezes conhecidos seus para visitarem os seus aposentos com o pretexto de lhes apresentar as suas novas músicas... situação que redundava sempre em alegres tardes e noites jorradas de sexo intenso e ruidoso.
Ricardina chega mesmo a dizer:
“A galhofa era tanta que o meu sobrinho Henrique ia para a porta dos aposentos espreitar pela fechadura e bater no bichito, que na altura mal sabia o que aquilo era...”
Questionada sobre a identidade dos amigos que a visitavam com regularidade, Ricardina disse que à excepção do motorista, do jardineiro e de um jovem que recolhia fundos para a Cruz Vermelha, apenas reconheceu um senhor “meio mirolho” que também cantava na televisão...
Ora posto isto, foi um caminho fácil de percorrer até chegar à conversa com José Cid, esse ícone da música paraolímpica nacional.
Quando confrontado com a inocente pergunta: “É verdade que era presença habitual na casa de Maria Guinot?” , Zé Cid respondeu de pronto: “Eu nunca participei de nenhum dos repastos dessa senhora, não conhecia os seus aposentos e nunca estive presente em nenhuma das suas orgias...”
Posto isto, não há porque duvidar da palavra do cantor...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
Mas o passado que Maria Guinot quis sempre esconder é bem mais entusiasmante que a sua prestação musical.
A letra da sua música vencedora é sintomática dos prazeres a que se deleitava nos seus aposentos.
Ricardina, antiga mordomo da casa de Maria, de onde saiu em litígio em meados da década de 90, confirma as mais recalcadas suspeitas sobre a sexualidade da primorosa pianista.
Segundo a mesma, Maria convidava variadíssimas vezes conhecidos seus para visitarem os seus aposentos com o pretexto de lhes apresentar as suas novas músicas... situação que redundava sempre em alegres tardes e noites jorradas de sexo intenso e ruidoso.
Ricardina chega mesmo a dizer:
“A galhofa era tanta que o meu sobrinho Henrique ia para a porta dos aposentos espreitar pela fechadura e bater no bichito, que na altura mal sabia o que aquilo era...”
Questionada sobre a identidade dos amigos que a visitavam com regularidade, Ricardina disse que à excepção do motorista, do jardineiro e de um jovem que recolhia fundos para a Cruz Vermelha, apenas reconheceu um senhor “meio mirolho” que também cantava na televisão...
Ora posto isto, foi um caminho fácil de percorrer até chegar à conversa com José Cid, esse ícone da música paraolímpica nacional.
Quando confrontado com a inocente pergunta: “É verdade que era presença habitual na casa de Maria Guinot?” , Zé Cid respondeu de pronto: “Eu nunca participei de nenhum dos repastos dessa senhora, não conhecia os seus aposentos e nunca estive presente em nenhuma das suas orgias...”
Posto isto, não há porque duvidar da palavra do cantor...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
5.2.04
A mina está morta!
Esta é a resposta de Xico Moleiro quando questionado sobre o futuro das minas da panasqueira.
Não adianta dizer-mos que não somos retrógrados, que somos compreensivos e até liberais, porque as evidências estão aí, meus amigos!
E o que faz o bloco de esquerda? Nada.
Se fosse para o pessoal da mina poder adoptar crianças, mesmo que extemporaneamente, o jovem baluarte Francisco, apareceria a dar voz aos minopanasqueiros. Assim, talvez a mina*, e digo talvez porque não faço a mínima ideia se é verdade, não o justifique.
E o que faz a Opus Gay? Nada!
Mas será que o volfrâmio não o justifica? O Volfrâmio, meus amigos! O Volfrâmio é o segundo melhor amigo do homem, logo depois do cão, e isso deve ter sido em conta.
E António Serzedelo? Se o chamassem de panasqueiro-mor, ele não acharia piada, mas pelos minopanasqueiros ele não faz nada. E ainda se gaba que “faltava à comunidade gay alguém que falasse por e para eles...”.
Mas onde vai parar este País, meu Deus? Passaremos para lá do Atlântico? Hummm...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
* Mina – jovem brasileira com cabelos da hora e corpo de violão. Também conhecida por brasília amarela, pitchula, chuchuzinho e feijão com jabá.
Não adianta dizer-mos que não somos retrógrados, que somos compreensivos e até liberais, porque as evidências estão aí, meus amigos!
E o que faz o bloco de esquerda? Nada.
Se fosse para o pessoal da mina poder adoptar crianças, mesmo que extemporaneamente, o jovem baluarte Francisco, apareceria a dar voz aos minopanasqueiros. Assim, talvez a mina*, e digo talvez porque não faço a mínima ideia se é verdade, não o justifique.
E o que faz a Opus Gay? Nada!
Mas será que o volfrâmio não o justifica? O Volfrâmio, meus amigos! O Volfrâmio é o segundo melhor amigo do homem, logo depois do cão, e isso deve ter sido em conta.
E António Serzedelo? Se o chamassem de panasqueiro-mor, ele não acharia piada, mas pelos minopanasqueiros ele não faz nada. E ainda se gaba que “faltava à comunidade gay alguém que falasse por e para eles...”.
Mas onde vai parar este País, meu Deus? Passaremos para lá do Atlântico? Hummm...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
* Mina – jovem brasileira com cabelos da hora e corpo de violão. Também conhecida por brasília amarela, pitchula, chuchuzinho e feijão com jabá.
4.2.04
A Sésamo o que é de Sésamo!
A segunda votação on-line está já disponível. A mesma terá importância substancial no futuro deste blog, que sempre se associou à causa histórica, as suas facetas mais estranhas, e ao umbigo, mesmo que desconhecido, de muitos.
Dá para perceber?
Eu sei lá se dá...
Dá para perceber?
Eu sei lá se dá...
3.2.04
O Ti Samuel
Chegou ao final a primeira votação on-line deste blog. O grande vencedor foi a ‘mousse de chocolate’, embora o ‘bacalhau com todos’ tenha movido uma feroz perseguição na parte final da votação.
Pelo caminho ficou inexplicavelmente a ranha de dromedário, uma espécie de Howard Dean à moda cá do burgo!
Sim, a gelatina de tomate fez de Kucinich!
Definitivamente, os valores do antigamente estão ultrapassados, pois só assim o bacalhau, mesmo que só tivesse alguns, poderia perder. Estamos cada vez mais parecidos com a terra do Ti Samuel.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Pelo caminho ficou inexplicavelmente a ranha de dromedário, uma espécie de Howard Dean à moda cá do burgo!
Sim, a gelatina de tomate fez de Kucinich!
Definitivamente, os valores do antigamente estão ultrapassados, pois só assim o bacalhau, mesmo que só tivesse alguns, poderia perder. Estamos cada vez mais parecidos com a terra do Ti Samuel.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
2.2.04
Medo
Hoje acordei sobressaltada e não posso deixar de relacionar a situação com o medo gélido que me varreu o corpo durante todo o dia de ontem ao saber o que andam a fazer ao Mourinho.
Então agora querem mandar o único homem de jeito que anda metido no futebol embora? Mas está tudo tolo? Alguém já parou conscientemente para olhar para o Mourinho?
Não me venham dizer que eu fui a única que reparei no charme do homem! Aquela barbinha sempre por fazer deixa qualquer adepto(a) maluko(a). Eu própria não me importaria de ser treinada pelo Mourinho.
E mais, se querem mandar alguém embora porque não mandam o gajo gordo e bruto espanhol, ou o engenheiro da carapinha! Que raio de falta fazem eles? Como eles arranjam-se no Colombo ao domingo resmas de homens...
Deixem-se lá de brincadeiras, que ainda fazem o clube do Mourinho perder, o homem chateia-se e com razão, e depois quem ganha com isto são as empregadas dos supermercados dos subúrbios de Londres, e eu não quero isso...
Então agora querem mandar o único homem de jeito que anda metido no futebol embora? Mas está tudo tolo? Alguém já parou conscientemente para olhar para o Mourinho?
Não me venham dizer que eu fui a única que reparei no charme do homem! Aquela barbinha sempre por fazer deixa qualquer adepto(a) maluko(a). Eu própria não me importaria de ser treinada pelo Mourinho.
E mais, se querem mandar alguém embora porque não mandam o gajo gordo e bruto espanhol, ou o engenheiro da carapinha! Que raio de falta fazem eles? Como eles arranjam-se no Colombo ao domingo resmas de homens...
Deixem-se lá de brincadeiras, que ainda fazem o clube do Mourinho perder, o homem chateia-se e com razão, e depois quem ganha com isto são as empregadas dos supermercados dos subúrbios de Londres, e eu não quero isso...
29.1.04
Jet Toitô!
Betty, após o marido sair de casa para a depilação diária, telefona-lhe:
- Tô?
Do outro lado, José responde:
- Tâ? Qridâ? És tú?
Betty, com ar desesperado, desabafa!
- Qridô, comprei um puzzle, mas agora não o consigo fazeeer! Estou muuuuito confusâ. Puxâ, as pêças parecem tôôôdas iguais...
- Calma, qridâ. Que desenho é o puzzle?
- Não sei bem, mas parece-me um galo renascentista, séculô XVI, sei lá...
- Calma qridâ, deve ser dos dífiííceis... eu já aí vô e ajudô a Bettyzinha, ceerto?
- Está bém, anda rapidô!
O marido chega e pergunta:
- Onde está o puzzle, qridâ?
- Aqui, aqui, amorê!...
(silêncio...)
...
(silêncio...)
...
(o silêncio quebra-se...)
- Qridâ, vamos fazer assim... metes os Corn Flakes outra vez na caixa... e não se fala mais nisso amorê, está bém?
- Tô?
Do outro lado, José responde:
- Tâ? Qridâ? És tú?
Betty, com ar desesperado, desabafa!
- Qridô, comprei um puzzle, mas agora não o consigo fazeeer! Estou muuuuito confusâ. Puxâ, as pêças parecem tôôôdas iguais...
- Calma, qridâ. Que desenho é o puzzle?
- Não sei bem, mas parece-me um galo renascentista, séculô XVI, sei lá...
- Calma qridâ, deve ser dos dífiííceis... eu já aí vô e ajudô a Bettyzinha, ceerto?
- Está bém, anda rapidô!
O marido chega e pergunta:
- Onde está o puzzle, qridâ?
- Aqui, aqui, amorê!...
(silêncio...)
...
(silêncio...)
...
(o silêncio quebra-se...)
- Qridâ, vamos fazer assim... metes os Corn Flakes outra vez na caixa... e não se fala mais nisso amorê, está bém?
26.1.04
Votações on-line
As sobremesas deram muito que falar e entre os muitos mail’s com sugestões, aqui fica uma nova faceta do blog – votações on-line. Votem no passatempo ao lado e escrevam nos comentários a razão da vossa escolha!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
24.1.04
Quem diria?!?
A receita da minha avó trouxe resultados inesperados. A exposição feita pela Maria foi deliciosa, e os conselhos dados pela Mariana serão concerteza seguidos na primeira oportunidade. Embora não seja grande adepta de multidões, confesso.
Mas o mais curioso depoimento chegou de Braga, do António Costa, e passo a citar:
“ … sou proprietário de um reconhecido espaço dado à restauração, frequentado essencialmente por gente jovem da Universidade… ”
O António intitula-se como alguém de meia idade com um espírito jovem, o que me apraz. Óptimo cozinheiro, diz ele, e eu confesso – sorte a da mãe.
Em relação ao post propriamente dito, o referido cozinheiro sentiu-se “repugnado com a utilização de ‘baba de camelo’ (?!?) para fins sexuais!”. Para fins sexuais? Fins sexuais? Sexuais?
Adiante.
Segundo o próprio, ele aconselha o uso alternativo de mousse de chocolate polvilhada com café moído. Por mim, tudo bem. Se a mousse for caseira, dada a situação, até poderá verificar-se uma espécie de redundância divertida.
Agora o que é de realçar é a forma como o uso… afrodisíaco da mousse foi despoletado no António.
Segundo ele, tudo aconteceu num jantar de jovens universitários (quem diria!?!) que questionaram um dos seus empregados (vou chamar-lhe o Costinha…) sobre a possibilidade de lhes servirem mousse polvilhada com café para sobremesa.
Pelos vistos a mousse era já a especialidade, logo, depois de uma breve explicação, o Costinha lá preparou a iguaria. Mas a estupefacção do empregado surgiu quando ouviu um comentário claro de que a iguaria teria um sabor ainda melhor quando barrada no corpo de uma menina. Eu acrescento que num menino não seria de todo pior.
Ao chegar da mesa o empregado terá informado o António da situação e terá inclusive comentado com uma colega também empregada de mesa, que terá corado e dito que não comentava (quem diria!?!). Tal reacção provocou a curiosidade do António, que segundo o próprio, nessa mesma noite terá levado mousse para casa (quem diria!?!) e terá constatado os poderes da vil mousse (situação descrita pelo próprio e não comprovada pela nossa redacção…).
Imoralidade da estórinha: Não se deixe ficar pela primeira iguaria que lhe aparecer!
António, a conta, por favor!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Mas o mais curioso depoimento chegou de Braga, do António Costa, e passo a citar:
“ … sou proprietário de um reconhecido espaço dado à restauração, frequentado essencialmente por gente jovem da Universidade… ”
O António intitula-se como alguém de meia idade com um espírito jovem, o que me apraz. Óptimo cozinheiro, diz ele, e eu confesso – sorte a da mãe.
Em relação ao post propriamente dito, o referido cozinheiro sentiu-se “repugnado com a utilização de ‘baba de camelo’ (?!?) para fins sexuais!”. Para fins sexuais? Fins sexuais? Sexuais?
Adiante.
Segundo o próprio, ele aconselha o uso alternativo de mousse de chocolate polvilhada com café moído. Por mim, tudo bem. Se a mousse for caseira, dada a situação, até poderá verificar-se uma espécie de redundância divertida.
Agora o que é de realçar é a forma como o uso… afrodisíaco da mousse foi despoletado no António.
Segundo ele, tudo aconteceu num jantar de jovens universitários (quem diria!?!) que questionaram um dos seus empregados (vou chamar-lhe o Costinha…) sobre a possibilidade de lhes servirem mousse polvilhada com café para sobremesa.
Pelos vistos a mousse era já a especialidade, logo, depois de uma breve explicação, o Costinha lá preparou a iguaria. Mas a estupefacção do empregado surgiu quando ouviu um comentário claro de que a iguaria teria um sabor ainda melhor quando barrada no corpo de uma menina. Eu acrescento que num menino não seria de todo pior.
Ao chegar da mesa o empregado terá informado o António da situação e terá inclusive comentado com uma colega também empregada de mesa, que terá corado e dito que não comentava (quem diria!?!). Tal reacção provocou a curiosidade do António, que segundo o próprio, nessa mesma noite terá levado mousse para casa (quem diria!?!) e terá constatado os poderes da vil mousse (situação descrita pelo próprio e não comprovada pela nossa redacção…).
Imoralidade da estórinha: Não se deixe ficar pela primeira iguaria que lhe aparecer!
António, a conta, por favor!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
20.1.04
Se eu fosse o Buda!
Como devem já ter reparado, o Buda é reconhecido, para além da barriguita pronunciada, pela inteligência com que responde a algumas questões... ou então não! E eu adoro o Buda...
Hoje fui confrontado com a seguinte pergunta/charada: "De onde cai a chuva?"
A principio pensei que a pergunta era perfeitamente estúpida... e que talvez vez fosse assim por causa do teor de gordura no sangue da pessoa que me fez essa pergunta, mas depois pensei:
- Alto aí, o teor de gordura no meu sangue também é alto e eu não ando por aí a fazer perguntas estúpidas!!!
E logo de seguida pensei:
- Talvez seja boa ideia pensar melhor se a pergunta é assim tão estúpida ou se até faz algum sentido!
Três semanas depois... depois de pensar ...
Et voilá!!! Fez-se luz!!! Já tinha chegado a uma conclusão:
- Ora aí está uma bela pergunta!!! Aí está um bom assunto para reflectir nas próximas horas, quem sabe até se dias...
Cheguei até a pensar em semanas, mas depois desisti da ideia porque acho que seria demasiado tempo, mesmo para uma pergunta tão interessante!
De onde cai, então, a chuva?
Bom, na minha óptica (mesmo com 5,25 dioptrias no olho direito e 4,75 no esquerdo...), disse:
- Mas que simples... a chuva cai de cima!!! Claro, cai de cima...
Mas depois inspirei fundo e questionei-me:
- Mas tu és burro?!? Será que estou a encontrar uma justificação para essas orelhas? Tu és parvo ou quê? A chuva vem de cima?!? De cima, de onde?!? Onde é que fica o cima?!? No céu, se calhar, minha besta?!? No céu ficam os anjinhos... meu anormal!!!!!!!!!
Bom, descontrolei-me tanto comigo que quando dei por mim estava quase a espumar pela boca e a babar-me todo... algo que não desejava nem a mim próprio, mesmo que naquele momento estivesse irado comigo! E então inspirei novamente e disse alto e em bom som:
- CALMA, .....!!! (as reticências simbolizam um palavrão que não consigo evitar nas situações de maior aperto...) Vamos lá ter CALMA senão ainda nos aleijámos mutuamente!!!
- E eu, que tenho muito respeito por mim próprio, concordei logo comigo!
De seguida pus-me à procura de uma explicação para encontrar o local de onde vem a chuva e pensei:
- Kesse dezere, a chuva aparece de cima, isso é um facto, logo de baixo é que ela não vem! Estava encontrado o fio à meada, e agora era só enrolar... Com esta conclusão podem pensar que me quero gabar de ser muito perspicaz (quiçá inteligente... ), mas se pensarem bem é uma conclusão lógica! Acreditem que nem me custou assim muito...
Se a chuva vem de cima, então vamos começar a procurar em cima! Lembrei-me logo das nuvens, essas malandras que tão sempre a mudar de sítio e cor e nunca se consegue perceber muito bem o que se passa lá dentro!!! Bom, sem divagar muito, dirigi-me à enciclopédia mais próxima, onde encontrei esse legado da Natureza que é a definição de nuvem:
“Porção de algodão fofinho, normalmente cortado às rodelas que está umas vezes seco e outras vezes molhado”.
Fiquei convencido! Jamais uma criatura doce como a nuvem poderia ser a fonte da chuva!
Mas alto lá!!! A minha avó passa a vida a dizer que já se acabou o tempo das coisas boas!!! Huuummmmm... a não ser que essa linda criatura fosse uma pérfida malvada que quisesse transparecer toda aquela beleza só para ninguém desconfiar que ela é a responsável pela chuva!!!!
Será?!? Será que ela era capaz de uma coisa dessas? Eu não queria acreditar e eu também não... escusado será dizer que me sentia profundamente dividido! Por um lado dizia – “Como é possível tanto cinismo em tanto algodão?” enquanto por outro exclamava a viva voz: “ Já nem no algodão se pode confiar?!?”.
Estava destroçado com a minha descoberta... :(
E só pensava:
- Mas porque é que eu me pus a pensar nisto?!? Eu, que vivia tão bem, mesmo iludido que as nuvens não tinham ponta de malvadez? Mas porquê eu, meu Deus? Não podia ter sido outro?
Mas já era tarde demais...
Hoje fui confrontado com a seguinte pergunta/charada: "De onde cai a chuva?"
A principio pensei que a pergunta era perfeitamente estúpida... e que talvez vez fosse assim por causa do teor de gordura no sangue da pessoa que me fez essa pergunta, mas depois pensei:
- Alto aí, o teor de gordura no meu sangue também é alto e eu não ando por aí a fazer perguntas estúpidas!!!
E logo de seguida pensei:
- Talvez seja boa ideia pensar melhor se a pergunta é assim tão estúpida ou se até faz algum sentido!
Três semanas depois... depois de pensar ...
Et voilá!!! Fez-se luz!!! Já tinha chegado a uma conclusão:
- Ora aí está uma bela pergunta!!! Aí está um bom assunto para reflectir nas próximas horas, quem sabe até se dias...
Cheguei até a pensar em semanas, mas depois desisti da ideia porque acho que seria demasiado tempo, mesmo para uma pergunta tão interessante!
De onde cai, então, a chuva?
Bom, na minha óptica (mesmo com 5,25 dioptrias no olho direito e 4,75 no esquerdo...), disse:
- Mas que simples... a chuva cai de cima!!! Claro, cai de cima...
Mas depois inspirei fundo e questionei-me:
- Mas tu és burro?!? Será que estou a encontrar uma justificação para essas orelhas? Tu és parvo ou quê? A chuva vem de cima?!? De cima, de onde?!? Onde é que fica o cima?!? No céu, se calhar, minha besta?!? No céu ficam os anjinhos... meu anormal!!!!!!!!!
Bom, descontrolei-me tanto comigo que quando dei por mim estava quase a espumar pela boca e a babar-me todo... algo que não desejava nem a mim próprio, mesmo que naquele momento estivesse irado comigo! E então inspirei novamente e disse alto e em bom som:
- CALMA, .....!!! (as reticências simbolizam um palavrão que não consigo evitar nas situações de maior aperto...) Vamos lá ter CALMA senão ainda nos aleijámos mutuamente!!!
- E eu, que tenho muito respeito por mim próprio, concordei logo comigo!
De seguida pus-me à procura de uma explicação para encontrar o local de onde vem a chuva e pensei:
- Kesse dezere, a chuva aparece de cima, isso é um facto, logo de baixo é que ela não vem! Estava encontrado o fio à meada, e agora era só enrolar... Com esta conclusão podem pensar que me quero gabar de ser muito perspicaz (quiçá inteligente... ), mas se pensarem bem é uma conclusão lógica! Acreditem que nem me custou assim muito...
Se a chuva vem de cima, então vamos começar a procurar em cima! Lembrei-me logo das nuvens, essas malandras que tão sempre a mudar de sítio e cor e nunca se consegue perceber muito bem o que se passa lá dentro!!! Bom, sem divagar muito, dirigi-me à enciclopédia mais próxima, onde encontrei esse legado da Natureza que é a definição de nuvem:
“Porção de algodão fofinho, normalmente cortado às rodelas que está umas vezes seco e outras vezes molhado”.
Fiquei convencido! Jamais uma criatura doce como a nuvem poderia ser a fonte da chuva!
Mas alto lá!!! A minha avó passa a vida a dizer que já se acabou o tempo das coisas boas!!! Huuummmmm... a não ser que essa linda criatura fosse uma pérfida malvada que quisesse transparecer toda aquela beleza só para ninguém desconfiar que ela é a responsável pela chuva!!!!
Será?!? Será que ela era capaz de uma coisa dessas? Eu não queria acreditar e eu também não... escusado será dizer que me sentia profundamente dividido! Por um lado dizia – “Como é possível tanto cinismo em tanto algodão?” enquanto por outro exclamava a viva voz: “ Já nem no algodão se pode confiar?!?”.
Estava destroçado com a minha descoberta... :(
E só pensava:
- Mas porque é que eu me pus a pensar nisto?!? Eu, que vivia tão bem, mesmo iludido que as nuvens não tinham ponta de malvadez? Mas porquê eu, meu Deus? Não podia ter sido outro?
Mas já era tarde demais...
19.1.04
3 décadas depois...
Dia 17 passaram-se 6 meses sobre o início deste blog.
Desde lá muita coisa mudou. O divertimento é o mesmo.
Aos que me continuam a ler: Obrigado. Sem vocês não teria o mesmo divertimento.
Aos que entretanto me deixaram de ler: Parabéns, boa recuperação.
Aos que um dia me irão ler: Não o façam, não é saudável.
A todos:
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Desde lá muita coisa mudou. O divertimento é o mesmo.
Aos que me continuam a ler: Obrigado. Sem vocês não teria o mesmo divertimento.
Aos que entretanto me deixaram de ler: Parabéns, boa recuperação.
Aos que um dia me irão ler: Não o façam, não é saudável.
A todos:
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
16.1.04
Saldos
Não tive tempo de passar no Harrod’s, é certo, mas ontem comprei umas calças na Berschka.
Ainda vou procurar uma saia na Beresnaya, um top na Prokofyeva, um casaco na Rogacheva e claro, uma roupa interior no Myschka. Impagável.
Como é fácil sentir-me mais nova sem recorrer a cirurgiões.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Ainda vou procurar uma saia na Beresnaya, um top na Prokofyeva, um casaco na Rogacheva e claro, uma roupa interior no Myschka. Impagável.
Como é fácil sentir-me mais nova sem recorrer a cirurgiões.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
13.1.04
Uma família esquisita
Venho apenas pedir desculpas aos meus leitores, e especialmente aos comentadores, pela indisponibilidade da ‘Blogspeak’, que pelos vistos se calou.
Ora, segundo o fulano da Blogspeak, o conhecido ‘Linguareiro’, para terminarem os erros com JavaScript (seja lá quem este for...), teria que apagar do código em html (pelos vistos familiar próximo do anterior...) as porções relativas à introdução dos comentários.
Dito e feito.
Javascript errors, out of here!
Mas se vos aparecer uma janelinha catita a dizer que uns números grandes estão com problemas de memória por causa de não sei o quê, então dêem-lhe um analgésico, que é como quem diz apliquem-lhe um ‘ctr+F5’, que passa logo.
Logo que a Blogspeak voltar a falar, serão novamente introduzidos os comentários.
Isto dos computadores é muito engraçado.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Ora, segundo o fulano da Blogspeak, o conhecido ‘Linguareiro’, para terminarem os erros com JavaScript (seja lá quem este for...), teria que apagar do código em html (pelos vistos familiar próximo do anterior...) as porções relativas à introdução dos comentários.
Dito e feito.
Javascript errors, out of here!
Mas se vos aparecer uma janelinha catita a dizer que uns números grandes estão com problemas de memória por causa de não sei o quê, então dêem-lhe um analgésico, que é como quem diz apliquem-lhe um ‘ctr+F5’, que passa logo.
Logo que a Blogspeak voltar a falar, serão novamente introduzidos os comentários.
Isto dos computadores é muito engraçado.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
12.1.04
Receita da avó
Ingredientes
6 ovos caseiros
1 lata de leite condensado
2 pacotes de natas
100 gr de amêndoa moída
1 louro de olhos verdes, de físico assinalável
1 colher de pau
Modo de preparação
Leia cuidadosamente a lista dos ingredientes, e confira novamente se os possui. Os olhos verdes não são, de facto, importantes! Mas o físico é fulcral...
Separe as gemas das claras, e guarde as claras no frigorífico para fazer uma omoleta no dia seguinte. Coza o leite condensado durante uma hora.
Pegue nas 100gr de amêndoa com que fez um desenho fálico na mesa e volte a colocá-las numa taça, porque serão necessárias mais tarde.
Bata os 2 pacotes de natas, de olhos fechados, ao som de ‘You can leave your hat on...’. Ao contrário do que pode pensar, deverá batê-las de cima para baixo. Não abra os olhos. Bata-as até ficarem cremosas. Isso mesmo.
Tire a camisolinha ao louro e não se fique por aqui. Tem aproximadamente 1 hora para esperar pelo leite. O condensado.
...
1 hora depois...
...
Agora junte as gemas ao leite acabado de cozer. De seguida envolva as natas esmeradamente batidas na mistura anterior. Repare bem - envolva, não misture! No final polvilhe com o que sobrou da amêndoa.
Pegue na colher de pau, repare bem, na colher, e no louro, por onde quiser, e leve-o para um local sossegado onde o possa deitar.
Agora deverá, com a ajuda da colher, barrar a seu gosto o creme obtido no louro, não sem antes o ter provado, por forma a que a língua se oriente nos momentos seguintes.
O caminho a percorrer pela referida língua ficará ao critério de cada uma.
Sirva quente!!!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
6 ovos caseiros
1 lata de leite condensado
2 pacotes de natas
100 gr de amêndoa moída
1 louro de olhos verdes, de físico assinalável
1 colher de pau
Modo de preparação
Leia cuidadosamente a lista dos ingredientes, e confira novamente se os possui. Os olhos verdes não são, de facto, importantes! Mas o físico é fulcral...
Separe as gemas das claras, e guarde as claras no frigorífico para fazer uma omoleta no dia seguinte. Coza o leite condensado durante uma hora.
Pegue nas 100gr de amêndoa com que fez um desenho fálico na mesa e volte a colocá-las numa taça, porque serão necessárias mais tarde.
Bata os 2 pacotes de natas, de olhos fechados, ao som de ‘You can leave your hat on...’. Ao contrário do que pode pensar, deverá batê-las de cima para baixo. Não abra os olhos. Bata-as até ficarem cremosas. Isso mesmo.
Tire a camisolinha ao louro e não se fique por aqui. Tem aproximadamente 1 hora para esperar pelo leite. O condensado.
...
1 hora depois...
...
Agora junte as gemas ao leite acabado de cozer. De seguida envolva as natas esmeradamente batidas na mistura anterior. Repare bem - envolva, não misture! No final polvilhe com o que sobrou da amêndoa.
Pegue na colher de pau, repare bem, na colher, e no louro, por onde quiser, e leve-o para um local sossegado onde o possa deitar.
Agora deverá, com a ajuda da colher, barrar a seu gosto o creme obtido no louro, não sem antes o ter provado, por forma a que a língua se oriente nos momentos seguintes.
O caminho a percorrer pela referida língua ficará ao critério de cada uma.
Sirva quente!!!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
8.1.04
Inhuáinhuá!
Na segunda-feira pelas 20 horas, o nosso presidente da república monopolizou os jornais televisivos dos diferentes canais. Só lhe fica bem, porque um presidente quer-se dominador.
No discurso apelou à calma e à contenção, verbal e não só. E foi aqui que o discurso me tocou. Parecia que estava a ver-me a fazer um discurso para a galdéria da vizinha de cima.
A minha vizinha de cima pareceu-me bom postal desde o primeiro momento, mas nunca pensei que toda aquela pujança aparente, e notória no peso, fosse de tal diversidade verbal.
Eu própria pensei ser bastante original e criativa na hora de dar azo ao prazer, mas depois de acordar às tantas da manhã com frases como ‘Mais rápido, mais rápido… quero que sejas o meu TGV!’ ou ‘Força, força… fooooorça meu Rambo!’, pinceladas numa respiração ofegante, e a meias com uns gemidos estridentes, fiquei estupefacta com a minha timidez nos momentos mais ‘duros’.
O principal problema é que o ninho de permutas de fluidos de cariz sexual é mesmo por cima do meu quarto. A cama dos anos trinta (conclusão tirada após longo estudo do timbre do ranger da própria…) parece, por vezes, desafiar desgarradamente os gritos da sua dona. Rooooinc, fiuuunncc, chrecccc e inhuáinhuá são as principais frases que se tiram do raio da cama.
Agora imaginem o que é estar a tentar dormir ao som de um ‘foooorrrççça … rooooinccc … aíííí … chreccc… uaaahhhh… fiuuunncc… não pares… inhuáinhuá… agora, agora! ’ e vocês rapidamente perceberão o porquê das declarações do presidente, homem sabido e sempre atento aos nossos problemas.
Sigam o conselho dele, e tenham calma, sejam contidos e se possível troquem as molas das camas, pelos vossos vizinhos!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
No discurso apelou à calma e à contenção, verbal e não só. E foi aqui que o discurso me tocou. Parecia que estava a ver-me a fazer um discurso para a galdéria da vizinha de cima.
A minha vizinha de cima pareceu-me bom postal desde o primeiro momento, mas nunca pensei que toda aquela pujança aparente, e notória no peso, fosse de tal diversidade verbal.
Eu própria pensei ser bastante original e criativa na hora de dar azo ao prazer, mas depois de acordar às tantas da manhã com frases como ‘Mais rápido, mais rápido… quero que sejas o meu TGV!’ ou ‘Força, força… fooooorça meu Rambo!’, pinceladas numa respiração ofegante, e a meias com uns gemidos estridentes, fiquei estupefacta com a minha timidez nos momentos mais ‘duros’.
O principal problema é que o ninho de permutas de fluidos de cariz sexual é mesmo por cima do meu quarto. A cama dos anos trinta (conclusão tirada após longo estudo do timbre do ranger da própria…) parece, por vezes, desafiar desgarradamente os gritos da sua dona. Rooooinc, fiuuunncc, chrecccc e inhuáinhuá são as principais frases que se tiram do raio da cama.
Agora imaginem o que é estar a tentar dormir ao som de um ‘foooorrrççça … rooooinccc … aíííí … chreccc… uaaahhhh… fiuuunncc… não pares… inhuáinhuá… agora, agora! ’ e vocês rapidamente perceberão o porquê das declarações do presidente, homem sabido e sempre atento aos nossos problemas.
Sigam o conselho dele, e tenham calma, sejam contidos e se possível troquem as molas das camas, pelos vossos vizinhos!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
5.1.04
2003 on Fire! 1…
Este texto que surrupiei espelha bem a qualidade do Méistre! É verdade que o gajo agora farta-se de sair de cima do Sinupiii, mas quase tudo o que escreveu mereceu um sorriso, e não poucas vezes uma boa gargalhada.
Aqui vos apresento umas palavritas que mesmo sem saber, ele me dedicou!
Tem cada rata seu modo de ser,
Sua maneira d' albergar o nabo
E seu carácter. Mas, ao fim e ao cabo,
Foi toda a rata feita p'ra foder.
É ímpia a freira que não entender
O dom da greta vizinha do rabo:
Cona casta é obséquio ao Diabo
Se para a foda Deus a fez nascer.
Garbosa fica, se leva c' o malho,
A rata voraz de piços louçanos,
E ledo o nabo, com tal agasalho.
Faça-se lei, p' ra evitar enganos:
Que se encete, à força de caralho,
Toda a crica maior de quinze anos.
Brevemente voltarei à carga para partilhar umas questões que ainda não me saíram da cabeça, ou então não!
Que me desculpem os que não gostaram das minhas preferências, mas nunca se esqueçam que as opiniões são como as vaginas, e eu dou-a, ó se a dou!
Aproveitem o novo ano para se portarem mal! Muito...
Rata
Aqui vos apresento umas palavritas que mesmo sem saber, ele me dedicou!
Tem cada rata seu modo de ser,
Sua maneira d' albergar o nabo
E seu carácter. Mas, ao fim e ao cabo,
Foi toda a rata feita p'ra foder.
É ímpia a freira que não entender
O dom da greta vizinha do rabo:
Cona casta é obséquio ao Diabo
Se para a foda Deus a fez nascer.
Garbosa fica, se leva c' o malho,
A rata voraz de piços louçanos,
E ledo o nabo, com tal agasalho.
Faça-se lei, p' ra evitar enganos:
Que se encete, à força de caralho,
Toda a crica maior de quinze anos.
Brevemente voltarei à carga para partilhar umas questões que ainda não me saíram da cabeça, ou então não!
Que me desculpem os que não gostaram das minhas preferências, mas nunca se esqueçam que as opiniões são como as vaginas, e eu dou-a, ó se a dou!
Aproveitem o novo ano para se portarem mal! Muito...
Rata
2003 on Fire! 2…
Esta distinção seria merecida, nem que fosse apenas pela simpatia que a Charlotte dispensou sempre a esta pequena Rata.
Mas a qualidade do que escreve, e consequentemente do seu blog faz esta Bomba merecer o segundo lugar, quase ex-aqueo com o primeiro que aí vem. É a tal historieta do Ying e do Yang, pois claro.
Mas a qualidade do que escreve, e consequentemente do seu blog faz esta Bomba merecer o segundo lugar, quase ex-aqueo com o primeiro que aí vem. É a tal historieta do Ying e do Yang, pois claro.
2.1.04
2003 on Fire! 3…
Este é o meu sofá na blogosfera. Sem tomar as pastilhas diariamente, o dia não é o mesmo. Definitivamente. Um lugar no pódio justifica-se.
2003 on Fire! 4…
O Jaquinzinhos é o blog! O blog. Faz-me sorrir, e isso para mim é o mais importante. Confesso que com o nome jaquinzinhos, o blog estaria sempre condenado ao sucesso, mas mesmo assim o que lá se pode ler é muito bom. Muito.
1.1.04
2003 on Fire! 5…
O Homem-a-dias é uma leitura quase diária. Gosto. Nem sei porquê, mas gosto do espírito. Talvez seja a conotação que dou a ‘homem-a-dias’. Um tipo que trata da casa, ainda para mais diariamente pode tornar-se selvaticamente sensual. Ai pode, pode.
2003 on Fire! 6…
O abrupto. Sinceramente não leio com frequência o abrupto. Ser uma besta ignorante talvez não seja uma desculpa, mas na verdade não me divirto a ler o José. Eu sou assim. Talvez quando ele começar a escrever sobre cosméticos ou estilistas eu mude de ideias. Talvez. Até lá vou ouvindo o que ele diz, que já não é mau.
31.12.03
2003 on Fire! 7…
Cá estamos. Este é o meu lugar. O lugar do blog d’A Rata.
Não sei o que dizer, apenas que me divirto com isto. Mas o problema é que pensei que duraria duas ou três semanas o divertimento e na verdade já vai para meio ano. E ainda para mais há quem leia o que escrevo e quem teime em encher a caixa de correio. E não me arrependo. E finalmente percebo o quão agradável pode ser entrevistar. Ou então não.
Não sei o que dizer, apenas que me divirto com isto. Mas o problema é que pensei que duraria duas ou três semanas o divertimento e na verdade já vai para meio ano. E ainda para mais há quem leia o que escrevo e quem teime em encher a caixa de correio. E não me arrependo. E finalmente percebo o quão agradável pode ser entrevistar. Ou então não.
30.12.03
2003 on Fire! 8…
Este será o prémio saudade! E vai repartido para JoãoHugoFaria, ManuelaMello, MuitoMentiroso e ProcuroMarido.
Com maior ou menor protagonismo, a blogosfera em 2003 não teria sido a mesma sem eles. Aqui vão os meus agradecimentos:
João, obrigado por me teres feito rebolar a rir no tapete da sala, principalmente na quinta vez que reli o que escrevias.
Manuela, obrigado pelo esforço em nos mostrar o caminho. E obrigado por ser a única que consegue escrever nos meus comment’s sem utilizar palavras obscenas amiúde.
MuitoMentiroso, que saudades das tuas perguntas. Ou então não, ou então não! E as inscrições para a GOVD (não sei se eram estas as inicias…) já fecharam?
Doutora Amélia, que se tenha casado eu até relevo, mas e então uma descrição pormenorizada da noite de núpcias? Sem bigodes, claro.
Com maior ou menor protagonismo, a blogosfera em 2003 não teria sido a mesma sem eles. Aqui vão os meus agradecimentos:
João, obrigado por me teres feito rebolar a rir no tapete da sala, principalmente na quinta vez que reli o que escrevias.
Manuela, obrigado pelo esforço em nos mostrar o caminho. E obrigado por ser a única que consegue escrever nos meus comment’s sem utilizar palavras obscenas amiúde.
MuitoMentiroso, que saudades das tuas perguntas. Ou então não, ou então não! E as inscrições para a GOVD (não sei se eram estas as inicias…) já fecharam?
Doutora Amélia, que se tenha casado eu até relevo, mas e então uma descrição pormenorizada da noite de núpcias? Sem bigodes, claro.
2003 on Fire! 9…
O Gato continua a feder a olhos vistos. O nono lugar deste top é extremamente injusto, mas que interessa uma distinção na Rata quando se tem o país a seus pés?
São todos bons rapazes, e o que têm feito pelo humor em Portugal é impagável.
Não se lavem, por favor.
São todos bons rapazes, e o que têm feito pelo humor em Portugal é impagável.
Não se lavem, por favor.
2003 on Fire! 10…
Nesta altura é consideravelmente mais fácil sentir o vento lá fora. Muitos acusam o Paulo de necessidade de protagonismo. Se ele é Querido ou não, não vos posso assegurar, mas acredito mais em dor de cotovelo alheia. Ele é o homem que tem sempre weblog escrito nas costas, o homem dos Tops de tudo e mais alguma coisa, e portanto este top não faria sentido sem ele.
2003 on Fire! 11…
Marreta neles. Malta divertida que muita falta faz por cá. Um dos primeiros blogs que li, e um dos que continuo a ler. Coisas boas não cansam.
2003 on Fire! 12…
O Dicionário do Diabo apareceu após o desaparecimento da Coluna Infame. Mesmo que uma boa novidade não apague a tristeza de uma sentida perda, o cabelinho beto do Mexia (ó se mexia…) ajuda e muito.
E depois o blog tem um template giríssimo, não acham?
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
E depois o blog tem um template giríssimo, não acham?
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
2003 on Fire! 13…
O Provérbios é para mim bem catita. As jovens que lhe dão vida mostram que isto de ter blogs pode ser uma coisa para todas as idades.
Para a Catarina, a Inês e a Thita um beijinho especial. E que 2004 vos traga muitos namorados!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Para a Catarina, a Inês e a Thita um beijinho especial. E que 2004 vos traga muitos namorados!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Top 2003
Os próximos 13 posts catalogarão aqueles que para mim foram treze marcos na blogosfera de 2003. Cada blog referido terá uma pseudo-classificação associada e serão apresentados separadamente para que os leitores possam fazer um comentário distinto a cada.
Esta pseudo-classificação foi sujeita a várias pressões, inclusive de mim própria, que teimei para comigo que o meu blog teria que fazer parte desta lista.
Totalmente imparcial, portanto!
Portem-se mal, e aproveitem para criticar!
Um 2004 cheio de muito para todos vós!
Rata
Esta pseudo-classificação foi sujeita a várias pressões, inclusive de mim própria, que teimei para comigo que o meu blog teria que fazer parte desta lista.
Totalmente imparcial, portanto!
Portem-se mal, e aproveitem para criticar!
Um 2004 cheio de muito para todos vós!
Rata
29.12.03
As entrevistas da Rata
De regresso ao convívio entre os mais jovens, e após várias tentativas, lá consegui arranjar um furinho na agenda do Chabregas, líder estudantil de renome.
E assim foi:
Rata – Boa noite, Chabi.
Chabregas – Olá miúda. Tudo bem contigo? Em que posso ser útil? Já propinaste?
Rata – Olá. Chabregas, gostaria de falar sobre a actualidade da tua academia e sobre toda esta situação que a última reunião que fizeram despoletou por esse mundo fora.
Chabregas – Na boa, miúda. Curto a tua camisolinha. Lindo decote…
Rata – Chabi, é mesmo verdade que poderá não se realizar a Monumental Queima das Fitas em 2004?
Chabregas – É. É verdade. Mas numa boa, podes cá vir na mesma e ficas na minha casa. Não há problema. Quero-te à vontade. Essa saia é bem catita…
Rata – Mas estás consciente da revolta no Mundo e até mesmo em Portugal que esse cancelamento da Queima das Fitas irá causar, não estás?
Chabregas – Tou. Eu bebo, mas tou sempre consciente. Não te preocupes…
Rata – A academia ficou triste por ter ficado fora da mensagem de Natal de João Paulo II, não ficou? Contavam com o apoio dele, não contavam?
Chabregas – É, a gente nós a malta contava, mas acho que ele não curtiu muito a cena de não haver concertos e essas coisas. Mas a gente tinha que arriscar…
Rata – Mesmo sem o apoio de João Paulo II, Kofi Annan fez questão de levar o assunto à Assembleia Geral das Nações Unidas e isso foi uma vitória da diplomacia academista.
Chabregas – Pois foi. O mano é um tipo porreiro. Curto largo o black. Embora aquela mania de estar sempre a ouvir EMINEM não seja lá muito saudável. Tens onde ficar cá, hoje?
Rata – Onde o apoio às vossas ideias se fez mais sentir foi nas ruas de Pyong Yang. Acham que o apoio do governo de Kim Dae-Jung vos poderá ser útil?
Chabregas – O Governo de quem? Mas o governo não é do Portas? Quem é esse gajo? Nunca ouvi falar dele. Olha lá, não trouxeste umas amigas?
Rata – Para a imprensa mundial, a captura de Saddam Hussein foi prejudicial às vossas pretensões. Concordam?
Chabregas – Bom, quer dizer, o gajo foi preso, é verdade, mas o gajo também não ia muito com a nossa cara. O pessoal da GNR que foi para lá também não ajuda. Ainda o faziam soprar mais ao balão que a nós por alturas da Queima…
Rata – Mas Bin Laden é o vosso principal aliado, tendo em conta que Bush e Blair não vos apoiam por respeito ao apoio do nosso governo à causa iraquiana…
Chabregas – Chiu, miúda. Fala baixo, que aqui os copos têm ouvidos. Bin quê? Eu não conheço esse gajo, não sei onde ele está e nunca falei com ele. E se ele disser o contrário é mentira.
Rata – Mas o atentado em Chelas e o rebentamento dos esgotos na via pública foram reivindicados pela Al-Qaeda e os cartazes que lá apareciam eram vossos. Aqueles ‘Não Pagamos!’ tinha a vossa cara.
Chabregas – Chelas, eu? Mas tu sabes umas coisas! Olha lá, tu por quem és? Eu não tive nada a ver com aquilo em Chelas. Eu nem percebo nada de explosivos, e nem fui eu que subornei a gaja da câmara para obter as plantas, ouviste? Eu nem sei que Chelas fica em Lisboa.
Rata – Pronto, está bem, não se fala mais nisso. Diz-me só outra coisa. A Dra. Ana Gomes teve uma intervenção pública em que deixou claro que vos apoiava incondicionalmente. Já tiraram dividendos disso?
Chabregas – Quê? Ela fez isso? Não acredito. Não pode ser. Aquela lontra tá do nosso lado? Não pode ser. Agora estamos tramados. Ela consegue virar a opinião pública contra nós em dois tempos se começa a apoiar-nos. Ai o raio da mulher. Será que não há ninguém que a extradite para Timor?
Rata – Mas a academia tem na manga mais algum apoio internacional à causa estudantil?
Chabregas – Por falar em mangas, esses bracinhos são muito fofos…
Rata – Chabregas, apoios? Haverão mais apoios?
Chabregas – Pois, apoios… olha já que me falas em apoios, estou aqui a reparar numa coisa desde que começaste a falar. Tu não usas daqueles sutiens wonderbra que seguram tudo e mais alguma coisa, pois não? Tás a perceber?
Rata – Estou a perceber estou. Não, não uso.
Chabregas – Não? Ufa… então tu é que serias um belo apoio, mesmo que não fosse para a Academia em geral eras um belo apoio para mim…
Rata – Pois, pois. Não fujas é à conversa. Em que ficamos com os apoios?
Chabregas – Bom, nós a gente está a tentar que a malta da ETA dê conta de uns ministros. A gente até nem se importa que sejam também do partido popular que eles também têm lá.
Rata – Mas o partido cá não é bem a mesma coisa, sabes isso não sabes?
Chabregas – Pois, mas são ministros, não são? Então era numa boa…
Rata – Só mais uma coisa, se por acaso essa ideia de cancelar os festejos da Queima das Fitas for para a frente, haverão mais iniciativas contra a nova lei de financiamento?
Chabregas – Mais iniciativas? Claro que sim… nós a gente já está a tratar de uma semana lá pa Maio, que se chamará Semana das Propinas, em que vamos trazer cá umas bandas, e uns DJ’s famosos e pomos os mais novos agarrados a umas latas, e assim umas coisas inovadoras, percebes? Assim umas coisas diferentes para alegrar a malta, tas a ver?
Rata – Pois, tou a ver. E o Kofi Annan, vem abrir a pista, aposto!
Chabregas – Não sei, miúda, isso já é com os gajos que tratam das festividades. Eu não me meto em cenas dessas. E que dizes em beber um copo mais descansada em minha casa, só nós dois e uma música calminha?
Rata – Não me parece, Chabi. Tu és um amor, mas não nos estou a ver em tua casa.
Chabregas – Vá lá, anda daí…
Rata – Não. Hoje não. Fica para a altura da Queima.
Chabregas – Ok miúda, não sabes o que perdes… tenho música excelente em casa…
Rata – Até à próxima então…
Contactado posteriormente, Kofi Annan desmentiu a possibilidade de abrir solenemente as festividades deste ano da Queima das Fitas ou derivados.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
E assim foi:
Rata – Boa noite, Chabi.
Chabregas – Olá miúda. Tudo bem contigo? Em que posso ser útil? Já propinaste?
Rata – Olá. Chabregas, gostaria de falar sobre a actualidade da tua academia e sobre toda esta situação que a última reunião que fizeram despoletou por esse mundo fora.
Chabregas – Na boa, miúda. Curto a tua camisolinha. Lindo decote…
Rata – Chabi, é mesmo verdade que poderá não se realizar a Monumental Queima das Fitas em 2004?
Chabregas – É. É verdade. Mas numa boa, podes cá vir na mesma e ficas na minha casa. Não há problema. Quero-te à vontade. Essa saia é bem catita…
Rata – Mas estás consciente da revolta no Mundo e até mesmo em Portugal que esse cancelamento da Queima das Fitas irá causar, não estás?
Chabregas – Tou. Eu bebo, mas tou sempre consciente. Não te preocupes…
Rata – A academia ficou triste por ter ficado fora da mensagem de Natal de João Paulo II, não ficou? Contavam com o apoio dele, não contavam?
Chabregas – É, a gente nós a malta contava, mas acho que ele não curtiu muito a cena de não haver concertos e essas coisas. Mas a gente tinha que arriscar…
Rata – Mesmo sem o apoio de João Paulo II, Kofi Annan fez questão de levar o assunto à Assembleia Geral das Nações Unidas e isso foi uma vitória da diplomacia academista.
Chabregas – Pois foi. O mano é um tipo porreiro. Curto largo o black. Embora aquela mania de estar sempre a ouvir EMINEM não seja lá muito saudável. Tens onde ficar cá, hoje?
Rata – Onde o apoio às vossas ideias se fez mais sentir foi nas ruas de Pyong Yang. Acham que o apoio do governo de Kim Dae-Jung vos poderá ser útil?
Chabregas – O Governo de quem? Mas o governo não é do Portas? Quem é esse gajo? Nunca ouvi falar dele. Olha lá, não trouxeste umas amigas?
Rata – Para a imprensa mundial, a captura de Saddam Hussein foi prejudicial às vossas pretensões. Concordam?
Chabregas – Bom, quer dizer, o gajo foi preso, é verdade, mas o gajo também não ia muito com a nossa cara. O pessoal da GNR que foi para lá também não ajuda. Ainda o faziam soprar mais ao balão que a nós por alturas da Queima…
Rata – Mas Bin Laden é o vosso principal aliado, tendo em conta que Bush e Blair não vos apoiam por respeito ao apoio do nosso governo à causa iraquiana…
Chabregas – Chiu, miúda. Fala baixo, que aqui os copos têm ouvidos. Bin quê? Eu não conheço esse gajo, não sei onde ele está e nunca falei com ele. E se ele disser o contrário é mentira.
Rata – Mas o atentado em Chelas e o rebentamento dos esgotos na via pública foram reivindicados pela Al-Qaeda e os cartazes que lá apareciam eram vossos. Aqueles ‘Não Pagamos!’ tinha a vossa cara.
Chabregas – Chelas, eu? Mas tu sabes umas coisas! Olha lá, tu por quem és? Eu não tive nada a ver com aquilo em Chelas. Eu nem percebo nada de explosivos, e nem fui eu que subornei a gaja da câmara para obter as plantas, ouviste? Eu nem sei que Chelas fica em Lisboa.
Rata – Pronto, está bem, não se fala mais nisso. Diz-me só outra coisa. A Dra. Ana Gomes teve uma intervenção pública em que deixou claro que vos apoiava incondicionalmente. Já tiraram dividendos disso?
Chabregas – Quê? Ela fez isso? Não acredito. Não pode ser. Aquela lontra tá do nosso lado? Não pode ser. Agora estamos tramados. Ela consegue virar a opinião pública contra nós em dois tempos se começa a apoiar-nos. Ai o raio da mulher. Será que não há ninguém que a extradite para Timor?
Rata – Mas a academia tem na manga mais algum apoio internacional à causa estudantil?
Chabregas – Por falar em mangas, esses bracinhos são muito fofos…
Rata – Chabregas, apoios? Haverão mais apoios?
Chabregas – Pois, apoios… olha já que me falas em apoios, estou aqui a reparar numa coisa desde que começaste a falar. Tu não usas daqueles sutiens wonderbra que seguram tudo e mais alguma coisa, pois não? Tás a perceber?
Rata – Estou a perceber estou. Não, não uso.
Chabregas – Não? Ufa… então tu é que serias um belo apoio, mesmo que não fosse para a Academia em geral eras um belo apoio para mim…
Rata – Pois, pois. Não fujas é à conversa. Em que ficamos com os apoios?
Chabregas – Bom, nós a gente está a tentar que a malta da ETA dê conta de uns ministros. A gente até nem se importa que sejam também do partido popular que eles também têm lá.
Rata – Mas o partido cá não é bem a mesma coisa, sabes isso não sabes?
Chabregas – Pois, mas são ministros, não são? Então era numa boa…
Rata – Só mais uma coisa, se por acaso essa ideia de cancelar os festejos da Queima das Fitas for para a frente, haverão mais iniciativas contra a nova lei de financiamento?
Chabregas – Mais iniciativas? Claro que sim… nós a gente já está a tratar de uma semana lá pa Maio, que se chamará Semana das Propinas, em que vamos trazer cá umas bandas, e uns DJ’s famosos e pomos os mais novos agarrados a umas latas, e assim umas coisas inovadoras, percebes? Assim umas coisas diferentes para alegrar a malta, tas a ver?
Rata – Pois, tou a ver. E o Kofi Annan, vem abrir a pista, aposto!
Chabregas – Não sei, miúda, isso já é com os gajos que tratam das festividades. Eu não me meto em cenas dessas. E que dizes em beber um copo mais descansada em minha casa, só nós dois e uma música calminha?
Rata – Não me parece, Chabi. Tu és um amor, mas não nos estou a ver em tua casa.
Chabregas – Vá lá, anda daí…
Rata – Não. Hoje não. Fica para a altura da Queima.
Chabregas – Ok miúda, não sabes o que perdes… tenho música excelente em casa…
Rata – Até à próxima então…
Contactado posteriormente, Kofi Annan desmentiu a possibilidade de abrir solenemente as festividades deste ano da Queima das Fitas ou derivados.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
26.12.03
Presentes
Nesta altura nataleira, todas sabemos o divertido que pode ser dar e receber! Não dar e receber no sentido berlaitês da situação, mas apenas no que a presentes diz respeito.
Não há ninguém que nunca tenha recebido umas meias. Ninguém. Bom, talvez os orfãos de pai, mãe, e avós, especialmente avós possam nunca ter sentido o prazer de receber um par de meias. Aconselho vivamente.
E uma camisolinha da Zara, da colecção do ano anterior? Nunca receberam? Embora não pareça agradável à primeira vista é uma das poucas hipóteses de se passearem com ela num shopping sem nunca avistarem ninguém vestida da mesma forma. Mesmo assim aconselho a pedirem uma de colecções com mais de 4 ou 5 anos.
E um livro de Agrura Sakora, ou poemas de Fahih Thaoba dados por uma prima intelectual que nos diz: -Vais adorar. Vai mudar a tua vida! , e nos deixa sempre a pensar: - Para o ano vou dar-te um vibrador, e vou dizer-te o mesmo!
O problema desses livros é que têm sempre folhas demasiado aspras para serem ajustados à decoração da casa-de-banho.
Outra das boas prendas é um pijaminha com um estampado piroso, da loja da D. Filomena, no fundo da rua. De preferência preto, para ajudar no ‘enterro da rata’.
Já recebi também um colar feito pela própria que gostei muito. Condizia perfeitamente com o cortinado da casa-de-banho da vizinha. Bem bom, 1 da manhã, ei!
E o que dizer de umas amêndoas de chocolate? Mesmo das que têm validade para lá de Outubro? As tias são originalíssimas nestas coisas!
Para compensar temos sempre uns chocolates para dar à tia diabética que nos ofereceu as meias. Uma lingerie vermelha para a que nos deu a roupa da Zara. Um livro da Margarida Rebelo Pinto, um qualquer, para a prima dos poemas.
Como diz uma amiga minha, temos que ser umas pás j’outras!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Não há ninguém que nunca tenha recebido umas meias. Ninguém. Bom, talvez os orfãos de pai, mãe, e avós, especialmente avós possam nunca ter sentido o prazer de receber um par de meias. Aconselho vivamente.
E uma camisolinha da Zara, da colecção do ano anterior? Nunca receberam? Embora não pareça agradável à primeira vista é uma das poucas hipóteses de se passearem com ela num shopping sem nunca avistarem ninguém vestida da mesma forma. Mesmo assim aconselho a pedirem uma de colecções com mais de 4 ou 5 anos.
E um livro de Agrura Sakora, ou poemas de Fahih Thaoba dados por uma prima intelectual que nos diz: -Vais adorar. Vai mudar a tua vida! , e nos deixa sempre a pensar: - Para o ano vou dar-te um vibrador, e vou dizer-te o mesmo!
O problema desses livros é que têm sempre folhas demasiado aspras para serem ajustados à decoração da casa-de-banho.
Outra das boas prendas é um pijaminha com um estampado piroso, da loja da D. Filomena, no fundo da rua. De preferência preto, para ajudar no ‘enterro da rata’.
Já recebi também um colar feito pela própria que gostei muito. Condizia perfeitamente com o cortinado da casa-de-banho da vizinha. Bem bom, 1 da manhã, ei!
E o que dizer de umas amêndoas de chocolate? Mesmo das que têm validade para lá de Outubro? As tias são originalíssimas nestas coisas!
Para compensar temos sempre uns chocolates para dar à tia diabética que nos ofereceu as meias. Uma lingerie vermelha para a que nos deu a roupa da Zara. Um livro da Margarida Rebelo Pinto, um qualquer, para a prima dos poemas.
Como diz uma amiga minha, temos que ser umas pás j’outras!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
23.12.03
Votos Natalinos
Embora saiba que estariam à espera que eu viesse para aqui desejar-vos algo de obsceno e imoral para a noite de Natal tal não vai de facto acontecer. Há que ter algum respeito pela tradição e pelos bons costumes, pelo menos uma vez por ano.
E portanto aqui vai:
Desejo-vos um Natal cheio de Paz, Amor e Alegria!
E reparem bem:
Paz! Paz! Ou seja deixem-se daquela mania dos palavrões e estaladas nas vossas berlaitadas natalinas. Não chamem nomes aos vossos parceiros, ao menos nesta noite. Umas palmadinhas secas no rabiote são também dispensáveis. Evitem penetrações contra uma parede, ou de frente para o pinheiro de natal. Ajoelhem e rezem, mas em Paz!
Amor! Amor! Mais atenção aos preliminares. E por favor evitem berlaitadas com pessoas que não amam. E se não amam ninguém, masturbem-se e mostrem amor próprio. Em último caso recorram a um(a) bom(a) amigo(a), mas não o façam com um desconhecido. Nunca com um desconhecido na noite de natal. Nem que seja um sem abrigo. Deixem-se das desculpas de que foi por caridade. Ou amam ou então esqueçam.
Alegria! Alegria! Por favor, um sorriso sempre estampado nessa cara. Estejam por cima ou por baixo, de frente ou de costas, sorriam. Mesmos nos momentos mais duros, sorriam. Nada de caras de dor banhadas a gemidos! Nada de olhos esbugalhados com a respiração contida. Sempre um sorriso de alegria como se estivessem a cavalgar um doce potro nos jardins verdejantes dos Alpes Suiços e a serem fotografadas para a Vip.
É tudo o que vos desejo.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
E portanto aqui vai:
Desejo-vos um Natal cheio de Paz, Amor e Alegria!
E reparem bem:
Paz! Paz! Ou seja deixem-se daquela mania dos palavrões e estaladas nas vossas berlaitadas natalinas. Não chamem nomes aos vossos parceiros, ao menos nesta noite. Umas palmadinhas secas no rabiote são também dispensáveis. Evitem penetrações contra uma parede, ou de frente para o pinheiro de natal. Ajoelhem e rezem, mas em Paz!
Amor! Amor! Mais atenção aos preliminares. E por favor evitem berlaitadas com pessoas que não amam. E se não amam ninguém, masturbem-se e mostrem amor próprio. Em último caso recorram a um(a) bom(a) amigo(a), mas não o façam com um desconhecido. Nunca com um desconhecido na noite de natal. Nem que seja um sem abrigo. Deixem-se das desculpas de que foi por caridade. Ou amam ou então esqueçam.
Alegria! Alegria! Por favor, um sorriso sempre estampado nessa cara. Estejam por cima ou por baixo, de frente ou de costas, sorriam. Mesmos nos momentos mais duros, sorriam. Nada de caras de dor banhadas a gemidos! Nada de olhos esbugalhados com a respiração contida. Sempre um sorriso de alegria como se estivessem a cavalgar um doce potro nos jardins verdejantes dos Alpes Suiços e a serem fotografadas para a Vip.
É tudo o que vos desejo.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
19.12.03
Sonhos molhados
Hoje acordei molhada. Ou húmida. Ou qualquer coisa parecida. Dos sonhos não me recordo, mas foram concerteza animados. Grandes cavalgadas, talvez.
Durante a noite os arrepios foram uma constante.
De manhã o resultado óbvio. Pingo no nariz, novos arrepios e espirros. Espirros de mulher, ainda para mais.
Agora resta-me a agenda e a chegada de alguém carinhoso que não se esqueça do ‘termómetro’ e se possível capaz de ministrar o tratamento à base de supositórios.
Quem disse que uma gripe não pode ser uma aventura?
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Durante a noite os arrepios foram uma constante.
De manhã o resultado óbvio. Pingo no nariz, novos arrepios e espirros. Espirros de mulher, ainda para mais.
Agora resta-me a agenda e a chegada de alguém carinhoso que não se esqueça do ‘termómetro’ e se possível capaz de ministrar o tratamento à base de supositórios.
Quem disse que uma gripe não pode ser uma aventura?
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
16.12.03
SMS’s
Se há aspectos positivos no boom dos telemóveis, um deles é inegavelmente a possibilidade de receber mensagens que não nos são dirigidas, principalmente quando aparece o número de quem enviou a mensagem, e aí pode começar uma bela amizade...
A seguinte mensagem que recebi, indevidamente, espelha a beleza que se pode atingir nestas situações. Pena que não viesse indicado o número de quem a enviou...
K sonho k tive hoje! Sonhei k tínhamos estado num sítio onde só estavam putas, paneleiros e pedófilos! Medo! Ainda bem que foi só um sonho!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
A seguinte mensagem que recebi, indevidamente, espelha a beleza que se pode atingir nestas situações. Pena que não viesse indicado o número de quem a enviou...
K sonho k tive hoje! Sonhei k tínhamos estado num sítio onde só estavam putas, paneleiros e pedófilos! Medo! Ainda bem que foi só um sonho!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
15.12.03
O Natal foi cancelado! They got him!
A Administração Bush voltou a pregar-nos uma partida e este ano nem direito teremos a Natal. O Pai Natal foi preso no Domingo em casa da sua Tia Krita, durante um retiro espiritual pré-natalício.
Shame on you, Mister Bush!
Shame on you, Mister Bush!
7.12.03
Foi alguém que pediu?
É mesmo verdade que a Maria quis responder à Nina...
Ola Rata,
Como ja escrevi no teu blog, tinha a ideia ha algum tempo de fazer… blá blá blá…
… blá blá blá… Mesmo assim vou aproveitar para escrever umas palavras para a Nina e contar-lhe a minha primeira verdadeira experiencia com outra mulher, algo que jamais esquecerei, e que podera ajuda-la a perceber as suas duvidas.
Estava no final do secundario e eu e a Carla sentiamos uma atracçao enorme por dois colegas nossos que jogavam na equipa de basket la do liceu. Ja tinhamos confessado isso uma a outra varias vezes.
Eles eram altos e tinham um corpo lindo. E eram conhecidos na escola como uns autenticos garanhoes. Uma vez uma colega minha la da escola ate me confessou que tinha estado num apartamento com mais 4 amigas dela e que so eles os dois tinham dado conta delas todas numa orgia entre todos eles.
Eu e a Carla ganhamos coragem e um dia convidamos os dois para irem assistir a um filme a casa da Carla, num dia em que os pais dela estavam para fora.
Nem eu nem a Carla eramos propriamente inexperientes, mas estavamos longe de entrar em jogos desses, mas sem percebermos, as coisas precipitaram-se, e foi uma tarde inesquecivel.
Quando eles chegaram, nos estavamos de saia curta, descalças e apenas com um topzinho curto.
A Carla era mais desenvolta que eu e quando eles chegaram, agarrou-se logo ao Gonçalo, nao lhe dando descanso. Ha primeira oportunidade, sentou-o e começou a beijar-lhe o pescoço, começando logo a tocar-lhe no sapinho, deixando-o com um tesao enorme que era bem visivel ate por fora das calças.
Eu e o Eduardo, que estavamos a conversar não demoramos muito a seguir-lhes o exemplo.
Pouco depois a Carla sentou-se em cima do Gonçalo, que lhe subiu a saia e lhe apertava muito as nadegas, alternando isso com umas fortes palmadas que a deixavam ja a gemer.
A vermos isto, eu e o Du começamos tambem a tirar a roupa. Logo que pude agarrei-me ao sapinho dele, que agora mais parecia um sapao, e chupei-o como nunca havia chupado outro.
Do outro lado, a Carla fazia o mesmo e o Gonçalo em posiçao arrojada, punha-a a gemer ao lhe passar a lingua na ratita.
Depois eles puseram-nos as duas de joelhos no sofa e penetraram-nos por tras, dando-nos umas boas palmadas.
Passado pouco tempo as coisas começaram logo a ficar complicadas porque eles trocaram quase sem se dar por ela e de repente eu estava a ser penetrada pelo Gonçalo. Eu e a Carla nao nos queixamos, e as coisas ainda pioraram.
Eles viraram-nos uma para a outra e disseram-nos para nos beijarmos. A principio eu fiquei atrapalhada, mas a Carla beijou-me com muito carinho e eu nao resisti. De repente eles passaram para segundo plano e quase nem me apercebi quando eles se vieram, tal era a vontade de acariciar o corpo da Carla.
E sei que ela sentiu o mesmo. A partir desse dia passei a olhar os rapazes e as raparigas de forma diferente. E a minha amizade com a Carla mesmo agora que ela estuda no Sul e eu no Norte será para sempre especial.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Ola Rata,
Como ja escrevi no teu blog, tinha a ideia ha algum tempo de fazer… blá blá blá…
… blá blá blá… Mesmo assim vou aproveitar para escrever umas palavras para a Nina e contar-lhe a minha primeira verdadeira experiencia com outra mulher, algo que jamais esquecerei, e que podera ajuda-la a perceber as suas duvidas.
Estava no final do secundario e eu e a Carla sentiamos uma atracçao enorme por dois colegas nossos que jogavam na equipa de basket la do liceu. Ja tinhamos confessado isso uma a outra varias vezes.
Eles eram altos e tinham um corpo lindo. E eram conhecidos na escola como uns autenticos garanhoes. Uma vez uma colega minha la da escola ate me confessou que tinha estado num apartamento com mais 4 amigas dela e que so eles os dois tinham dado conta delas todas numa orgia entre todos eles.
Eu e a Carla ganhamos coragem e um dia convidamos os dois para irem assistir a um filme a casa da Carla, num dia em que os pais dela estavam para fora.
Nem eu nem a Carla eramos propriamente inexperientes, mas estavamos longe de entrar em jogos desses, mas sem percebermos, as coisas precipitaram-se, e foi uma tarde inesquecivel.
Quando eles chegaram, nos estavamos de saia curta, descalças e apenas com um topzinho curto.
A Carla era mais desenvolta que eu e quando eles chegaram, agarrou-se logo ao Gonçalo, nao lhe dando descanso. Ha primeira oportunidade, sentou-o e começou a beijar-lhe o pescoço, começando logo a tocar-lhe no sapinho, deixando-o com um tesao enorme que era bem visivel ate por fora das calças.
Eu e o Eduardo, que estavamos a conversar não demoramos muito a seguir-lhes o exemplo.
Pouco depois a Carla sentou-se em cima do Gonçalo, que lhe subiu a saia e lhe apertava muito as nadegas, alternando isso com umas fortes palmadas que a deixavam ja a gemer.
A vermos isto, eu e o Du começamos tambem a tirar a roupa. Logo que pude agarrei-me ao sapinho dele, que agora mais parecia um sapao, e chupei-o como nunca havia chupado outro.
Do outro lado, a Carla fazia o mesmo e o Gonçalo em posiçao arrojada, punha-a a gemer ao lhe passar a lingua na ratita.
Depois eles puseram-nos as duas de joelhos no sofa e penetraram-nos por tras, dando-nos umas boas palmadas.
Passado pouco tempo as coisas começaram logo a ficar complicadas porque eles trocaram quase sem se dar por ela e de repente eu estava a ser penetrada pelo Gonçalo. Eu e a Carla nao nos queixamos, e as coisas ainda pioraram.
Eles viraram-nos uma para a outra e disseram-nos para nos beijarmos. A principio eu fiquei atrapalhada, mas a Carla beijou-me com muito carinho e eu nao resisti. De repente eles passaram para segundo plano e quase nem me apercebi quando eles se vieram, tal era a vontade de acariciar o corpo da Carla.
E sei que ela sentiu o mesmo. A partir desse dia passei a olhar os rapazes e as raparigas de forma diferente. E a minha amizade com a Carla mesmo agora que ela estuda no Sul e eu no Norte será para sempre especial.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Será que se pode resistir a tanto?
És os dias da minha vida,
a força que todos os dias me faz acordar,
o sorriso que me faz andar,
o olhar que me motiva,
o mexer que me abana,
a voz que me faz tremer,
o corpo que me alimenta,
a simpatia que me delicia,
a naturalidade que me deixa embasbacado,
o desleixo que me excita,
a verdade que me faz acreditar,
e a segurança que me deixa adormecer.
Linda, tu és linda, mais que demais!
a força que todos os dias me faz acordar,
o sorriso que me faz andar,
o olhar que me motiva,
o mexer que me abana,
a voz que me faz tremer,
o corpo que me alimenta,
a simpatia que me delicia,
a naturalidade que me deixa embasbacado,
o desleixo que me excita,
a verdade que me faz acreditar,
e a segurança que me deixa adormecer.
Linda, tu és linda, mais que demais!
5.12.03
A Causa deles
Será o blog cómico do ano. Só a presença de Ana Gomes fará concerteza a delícia dos muitos e muitos adeptos que a pára-quedista tem amealhado nos últimos tempos.
Só o facto de ela ter considerado o grupo heterogéneo, mostra por si só o potencial que este blog contemplará.
Como disse acertadamente o leitor Ravanelli, talvez o heterogéneo que a Ana fala seja um novo elemento da tabela periódica, em que os átomos estão todos encostados à esquerda!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Só o facto de ela ter considerado o grupo heterogéneo, mostra por si só o potencial que este blog contemplará.
Como disse acertadamente o leitor Ravanelli, talvez o heterogéneo que a Ana fala seja um novo elemento da tabela periódica, em que os átomos estão todos encostados à esquerda!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
2.12.03
PSPraxe
Os alunos do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, em Lisboa, que terão submetido caloiros a praxes humilhantes, de carácter sexual, poderão receber ordem de expulsão se for provada a veracidade dos factos denunciados à direcção nacional da PSP.
À frente desta cabala contra o bom nome e os bons costumes da comissão de praxe está Mário Xoninhas Morgado, responsável máximo desta polícia, que já mandou instaurar um inquérito aos acontecimentos.
E agora eu pergunto:
Mas por que raio é que este Xoninhas mandou abrir um inquérito? Porque provavelmente não terá mais nada que fazer, ou então terá ficado triste por não ter sido convidado a participar na dita praxe, quiçá no lugar do manequim de plástico.
Houve descriminação sexual nesta praxe? Não, porque foram praxados meninos e meninas.
Houve manipulação da ordem de entrada? Não, a ordem foi puramente aleatória.
O pénis aplicado ao manequim era ou não era grande? Era! E mesmo que todas nós queiramos sempre desvalorizar o tamanho do pénis, para salvaguardar os nossos companheiros, aposto que ninguém se queixou...
O “chantilly” dado a lamber aos jovens cadetes estava ou não estava dentro da validade? Estava!
Era ou não de boa qualidade? Era, pelo menos uma das cadetes terá perguntado no final da praxe qual seria a marca para comprar algum lá para casa.
O facto de o pénis ser de borracha trouxe algum problema à praxe? Não. Para isso contribuiu o facto de para a maior parte dos praxados um pénis plástico não ser novidade.
Foi salvaguardada a segurança dos cadetes durante toda a praxe? Sim, claro. Por alguma razão foi impedida a vários participantes a possibilidade de tocarem no pénis de borracha com outra parte do corpo que não a língua!
Então eu pergunto: Com mil raios, onde está o problema desta praxe?
Vou acabar com uma nota final sobre o subintendente Viola da Silva, director de departamento na direcção nacional da PSP. Será por acaso que o senhor é subINTENDENTE?!? Tenha paciência que não tardará a chegar a subEduardoVII!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
À frente desta cabala contra o bom nome e os bons costumes da comissão de praxe está Mário Xoninhas Morgado, responsável máximo desta polícia, que já mandou instaurar um inquérito aos acontecimentos.
E agora eu pergunto:
Mas por que raio é que este Xoninhas mandou abrir um inquérito? Porque provavelmente não terá mais nada que fazer, ou então terá ficado triste por não ter sido convidado a participar na dita praxe, quiçá no lugar do manequim de plástico.
Houve descriminação sexual nesta praxe? Não, porque foram praxados meninos e meninas.
Houve manipulação da ordem de entrada? Não, a ordem foi puramente aleatória.
O pénis aplicado ao manequim era ou não era grande? Era! E mesmo que todas nós queiramos sempre desvalorizar o tamanho do pénis, para salvaguardar os nossos companheiros, aposto que ninguém se queixou...
O “chantilly” dado a lamber aos jovens cadetes estava ou não estava dentro da validade? Estava!
Era ou não de boa qualidade? Era, pelo menos uma das cadetes terá perguntado no final da praxe qual seria a marca para comprar algum lá para casa.
O facto de o pénis ser de borracha trouxe algum problema à praxe? Não. Para isso contribuiu o facto de para a maior parte dos praxados um pénis plástico não ser novidade.
Foi salvaguardada a segurança dos cadetes durante toda a praxe? Sim, claro. Por alguma razão foi impedida a vários participantes a possibilidade de tocarem no pénis de borracha com outra parte do corpo que não a língua!
Então eu pergunto: Com mil raios, onde está o problema desta praxe?
Vou acabar com uma nota final sobre o subintendente Viola da Silva, director de departamento na direcção nacional da PSP. Será por acaso que o senhor é subINTENDENTE?!? Tenha paciência que não tardará a chegar a subEduardoVII!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
26.11.03
As Entrevistas da Rata
O nosso entrevistado é relações públicas numa das mais prestigiadas associações académicas do país, chama-se David Anjinho e acedeu a dar uma entrevista em exclusivo para a Rata, com o intuito de esclarecer de uma vez por todas as reconhecidas razões de queixa dos estudantes.
Foi na biblioteca da faculdade que este momento ficou esculpido para a posteridade...
Rata - Olá David, tudo bem?
David - Tudo, obrigado.
Rata - Pelo que estou a ver já andas muito ocupado?
David - Pois é. Ontem participei na manifestação contra a nova lei de financiamento do ensino superior, e isso interferiu nefastamente com o meu estudo.
Rata - Mas achas que não valeu a pena, foi?
David - Não, valer valeu, mas agora estou tramado. Tenho os exames aí à porta e não sei como vou compensar as horas que perdi.
Rata - Exames à porta? Mas os exames não são só nos finais de Janeiro?
David - Sim, são, mas até lá já temos mais 17 manifestações contra o Governo.
Rata - Contra o Governo ou contra a lei de financiamento?
David - Hummm, contra os dois, acho eu... este governo não presta, não achas?
Rata - Se acho? Não acho, tenho a certeza, mas só o facto de se chamar governo já não abona nada em favor do próprio.
David - Pois é. Tens razão. Ás vezes até tenho pena deles, porque nós chamamo-lhes tantos nomes feios que eles nem devem gostar.
Rata - Concordo, mas os estudantes devem fazer sentir ao Governo o que pensam, não podem ficar simplesmente calados.
David - Pois eu sei... mas não gosto de dizer palavrões, ainda para mais quando temos que os dizer alto. Ainda é pior que na praxe. Sabes, uma vez na praxe, obrigaram-me a dizer ‘filhos da p***’ muito alto, e eu até corei de vergonha. Não gostei nada. E depois tinha-mos que andar a correr à volta de um lago com um calhau na mão a dizer ‘Temos material!!!’ e eu senti-me muito constrangido. Pronto, eu sou assim.
Rata - Bonita praxe, sim senhora.
David - Bonita? Eu não gostei nada, acho um desrespeito, estive mesmo para fazer queixa ao ministério.
Rata - Pois, estou a ver...
David - Olha, sabes, eu até gosto de manifestações, dá para fazer bons amigos, conhecer novas pessoas e poder partilhar agruras da vida com eles. Conhecem-se pessoas bem bacanas, trocam-se livros bem difíceis de encontrar por aí, e coisas assim. E ainda podemos dizer ao governo que pagamos muito.
Rata - Olha lá uma coisa, não foste tu que organizaste a manifestação, pois não?
David - Eu? Não... não tenho muito jeito para essas coisas. Quem organizou a manifestação foi o Chabregas, eu só ajudei.
Rata - Pois, estou a ver, e não sabes onde posso encontrar esse Chabregas? Ele estará aqui na biblioteca?
David - Aqui? Não, ele não se sente muito bem na biblioteca, é alérgico ao pó. Mas logo posso arranjar-te uns minutos com ele no bar da associação. Ele anda sempre por lá. Até podemos tomar um café, se quiseres?
Rata - Um café? Grande maroto que tu me saíste... e que tal se for uma vodka?
David - Está bem, mas só te posso acompanhar no café que a vodka não me cai bem no estômago.
Rata - Pois, estou a ver. A que horas marcamos então?
David - Pode ser ás 21h? É que tenho que me deitar cedo, porque amanhã tenho aulas ás 8h...
Rata - Aulas às 8h? Sim senhora, eras mesmo tu que eu queria entrevistar. À procura de um estudante e encontrei um achado geológico com milhões de anos!
David - Hã?
Rata - Nada, nada...
David - Até logo, então!
Rata - Chau, David, até logo então.
A entrevista com o Chabregas não tardará a ser publicada.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Foi na biblioteca da faculdade que este momento ficou esculpido para a posteridade...
Rata - Olá David, tudo bem?
David - Tudo, obrigado.
Rata - Pelo que estou a ver já andas muito ocupado?
David - Pois é. Ontem participei na manifestação contra a nova lei de financiamento do ensino superior, e isso interferiu nefastamente com o meu estudo.
Rata - Mas achas que não valeu a pena, foi?
David - Não, valer valeu, mas agora estou tramado. Tenho os exames aí à porta e não sei como vou compensar as horas que perdi.
Rata - Exames à porta? Mas os exames não são só nos finais de Janeiro?
David - Sim, são, mas até lá já temos mais 17 manifestações contra o Governo.
Rata - Contra o Governo ou contra a lei de financiamento?
David - Hummm, contra os dois, acho eu... este governo não presta, não achas?
Rata - Se acho? Não acho, tenho a certeza, mas só o facto de se chamar governo já não abona nada em favor do próprio.
David - Pois é. Tens razão. Ás vezes até tenho pena deles, porque nós chamamo-lhes tantos nomes feios que eles nem devem gostar.
Rata - Concordo, mas os estudantes devem fazer sentir ao Governo o que pensam, não podem ficar simplesmente calados.
David - Pois eu sei... mas não gosto de dizer palavrões, ainda para mais quando temos que os dizer alto. Ainda é pior que na praxe. Sabes, uma vez na praxe, obrigaram-me a dizer ‘filhos da p***’ muito alto, e eu até corei de vergonha. Não gostei nada. E depois tinha-mos que andar a correr à volta de um lago com um calhau na mão a dizer ‘Temos material!!!’ e eu senti-me muito constrangido. Pronto, eu sou assim.
Rata - Bonita praxe, sim senhora.
David - Bonita? Eu não gostei nada, acho um desrespeito, estive mesmo para fazer queixa ao ministério.
Rata - Pois, estou a ver...
David - Olha, sabes, eu até gosto de manifestações, dá para fazer bons amigos, conhecer novas pessoas e poder partilhar agruras da vida com eles. Conhecem-se pessoas bem bacanas, trocam-se livros bem difíceis de encontrar por aí, e coisas assim. E ainda podemos dizer ao governo que pagamos muito.
Rata - Olha lá uma coisa, não foste tu que organizaste a manifestação, pois não?
David - Eu? Não... não tenho muito jeito para essas coisas. Quem organizou a manifestação foi o Chabregas, eu só ajudei.
Rata - Pois, estou a ver, e não sabes onde posso encontrar esse Chabregas? Ele estará aqui na biblioteca?
David - Aqui? Não, ele não se sente muito bem na biblioteca, é alérgico ao pó. Mas logo posso arranjar-te uns minutos com ele no bar da associação. Ele anda sempre por lá. Até podemos tomar um café, se quiseres?
Rata - Um café? Grande maroto que tu me saíste... e que tal se for uma vodka?
David - Está bem, mas só te posso acompanhar no café que a vodka não me cai bem no estômago.
Rata - Pois, estou a ver. A que horas marcamos então?
David - Pode ser ás 21h? É que tenho que me deitar cedo, porque amanhã tenho aulas ás 8h...
Rata - Aulas às 8h? Sim senhora, eras mesmo tu que eu queria entrevistar. À procura de um estudante e encontrei um achado geológico com milhões de anos!
David - Hã?
Rata - Nada, nada...
David - Até logo, então!
Rata - Chau, David, até logo então.
A entrevista com o Chabregas não tardará a ser publicada.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
25.11.03
Greve
Depois da manifestação nacional do passado dia 5, uma das maiores das últimas 4 semanas, os estudantes do ensino superior voltam hoje à rua em protesto contra a nova lei do financiamento e a proposta de lei de autonomia das instituições de ensino superior.
As ruas serão as mesmas de sempre porque já foram todas esgotadas.
Nada de novo, portanto.
O que não implica, no entanto, que a razão não esteja do lado dos estudantes, até porque ela estará com eles na rua, até mesmo para fazer greve.
Mais bolsas, preferencialmente de couro genuíno, mais residências com varandas nos quartos, porque o sexo ao ar livre é indesmentivelmente melhor, e mais cantinas, sempre com serviço à lista, mais locais de lazer nas universidades, redução do número de aulas matinais, e descida dos preços das bebidas alcoólicas nos bares da associação, são as principais reivindicações dos estudantes.
Não foi há muito tempo que deixei a universidade e por isso estou bem ciente do que custa ser estudante.
Para conseguir ficar alcoolicamente alegre, gastava somas de dinheiro consideráveis. Havia noites em que só para ficar alegre, gastava o suficiente para comprar um livro de Saramago.
E nem o facto de dever eternamente ao governo essa fuga a Saramago me faz deixar o lado dos estudantes.
Força rapazes, a Rata está com todos vós.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
As ruas serão as mesmas de sempre porque já foram todas esgotadas.
Nada de novo, portanto.
O que não implica, no entanto, que a razão não esteja do lado dos estudantes, até porque ela estará com eles na rua, até mesmo para fazer greve.
Mais bolsas, preferencialmente de couro genuíno, mais residências com varandas nos quartos, porque o sexo ao ar livre é indesmentivelmente melhor, e mais cantinas, sempre com serviço à lista, mais locais de lazer nas universidades, redução do número de aulas matinais, e descida dos preços das bebidas alcoólicas nos bares da associação, são as principais reivindicações dos estudantes.
Não foi há muito tempo que deixei a universidade e por isso estou bem ciente do que custa ser estudante.
Para conseguir ficar alcoolicamente alegre, gastava somas de dinheiro consideráveis. Havia noites em que só para ficar alegre, gastava o suficiente para comprar um livro de Saramago.
E nem o facto de dever eternamente ao governo essa fuga a Saramago me faz deixar o lado dos estudantes.
Força rapazes, a Rata está com todos vós.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
22.11.03
Conversas de café
João – … blá … blá … blá…
Miguel – … blá …blá …blá …
Luísa entra no café e aproxima-se sorrateiramente dos amigos…
João – O gajo tem a puta da mania que ele é que manda!
Miguel – Bom, aí tens razão…
Luísa – (estarão a falar do Portas?!?)
João – E depois é um arrogante de merda!
Miguel – Lá nisso também concordo…
Luísa – (ai é do Mourinho…)
João – Deve ser por ter pouco cabelo que ele se acha muito jeitoso!
Miguel – Eheheh… se calhar…
Luísa – (Olha, afinal é do João Jardim…)
João – Ainda o vou ver a rezar para poder ir para o Brasil!
Miguel – Não me admirava nada…
Luísa – Olá! Tudo bom? Desculpem lá, vocês estão a falar do Carlos Cruz?
João – Do Carlos Cruz?!? Não, é do boiola do Scolari!
Luísa – Pfff… com mil raios, tinha que ser futebol…
Portem-se mal, mas com classe.
Rata
Miguel – … blá …blá …blá …
Luísa entra no café e aproxima-se sorrateiramente dos amigos…
João – O gajo tem a puta da mania que ele é que manda!
Miguel – Bom, aí tens razão…
Luísa – (estarão a falar do Portas?!?)
João – E depois é um arrogante de merda!
Miguel – Lá nisso também concordo…
Luísa – (ai é do Mourinho…)
João – Deve ser por ter pouco cabelo que ele se acha muito jeitoso!
Miguel – Eheheh… se calhar…
Luísa – (Olha, afinal é do João Jardim…)
João – Ainda o vou ver a rezar para poder ir para o Brasil!
Miguel – Não me admirava nada…
Luísa – Olá! Tudo bom? Desculpem lá, vocês estão a falar do Carlos Cruz?
João – Do Carlos Cruz?!? Não, é do boiola do Scolari!
Luísa – Pfff… com mil raios, tinha que ser futebol…
Portem-se mal, mas com classe.
Rata
19.11.03
A Rata das Leitoras
Nada melhor do que começar esta rubrica com uma conhecida comentadora do meu blog, a Nina.
Este mail foi despoletado pela assanhada da Maria Bi, que pelos vistos vai passar a presentear-nos com um blog, não tarda nada.
O mail vai ser integralmente transcrito, sendo que as palavras utilizadas ficam da inteira responsabilidade da própria que autorizou a publicação do mesmo.
Como vão facilmente perceber eu jamais diria coisas do tipo ‘movimento sincopado’ ou ‘toda escancarada’...
Tentem reparar como há boas probabilidades da Nina ainda pertencer à família do intrépido Gabriel Alves, poeta da bola, e figura de proa dum mítico relato d’O Pipi.
Aqui vai:
A propósito de fufices!
A Maria Bi perguntou-me se eu, para alem das pilas, era capaz de incluir algumas brincadeiras com línguas femininas. Rapidamente me ocorreu o contacto mais próximo que eu tive com uma – a da minha depiladora.
Aqui há uns dias fui fazer a depilação (axilas, pernas e virilhas) ao meu cabeleireiro habitual e tinham uma nova esteticista ucraniana, muito gira e que quase não dizia uma palavra de português.
E foi assim: eu deitada, praticamente nua com um soutien bastante transparente e uma tanga reduzida, porque gosto da depilação bem decotada nas virilhas, a moça faz-me a depilação e resolve, com grande brio profissional, tirar-me os pêlos que tinham ficado com a pinça, pêlo aqui ... pêlo ali e aquele movimento sincopado...eu toda escancarada... e aquela proximidade da cara dela com a minha ratita (se calhar ela não via bem), estavam-me a deixar perturbada e não pude deixar de pensar “Vai uma lambidela?” “Uma pila aqui pelo meio talvez viesse desanuviar o ambiente” ....”se ao menos ela falasse.. sei lá ...mim ...ser da Ucrânia...qualquer coisa”. Interrompi-me a mim própria nestes pensamentos e, antes que as coisas fugissem ao meu controle, perguntei-lhe “Afinal é donde?” Pergunta que ela não entendeu, mas que serviu para passar à fase seguinte , uma massagem fabulosa com óleo para tirar os restos da cera depilatória que me deixou mergulhada em nova crise ”Serei eu um bocadinho fufa? Terminou com uma palmadinha no meu rabo, dizendo “Gostaste ?“ e que me pareceu equivaler vagamente ao “Foi bom para você também?”.
Enfim, quando saí do gabinete fiquei sem saber se devia lá voltar ou se deveria antes pedir o ”cardápio da ucraniana” à minha cabeleireira.
Depois de alguma reflexão, conclui que há diferentes tipos de fufices e que talvez aquela fantasia a três não seja de todo impossível, com uma pila pelo meio, claro! (Ou por acaso pensaram que eu era fufa!)
PS: Maria o teu convite ainda está de pé? ( de pé porque também estou a pensar na pila!)
Beijocas Rata. Tens-me deixado muito assanhada FF...FF....FF!
Nina
E foi tudo...
Portem-se mal, mas depilem-se!
Rata
Este mail foi despoletado pela assanhada da Maria Bi, que pelos vistos vai passar a presentear-nos com um blog, não tarda nada.
O mail vai ser integralmente transcrito, sendo que as palavras utilizadas ficam da inteira responsabilidade da própria que autorizou a publicação do mesmo.
Como vão facilmente perceber eu jamais diria coisas do tipo ‘movimento sincopado’ ou ‘toda escancarada’...
Tentem reparar como há boas probabilidades da Nina ainda pertencer à família do intrépido Gabriel Alves, poeta da bola, e figura de proa dum mítico relato d’O Pipi.
Aqui vai:
A propósito de fufices!
A Maria Bi perguntou-me se eu, para alem das pilas, era capaz de incluir algumas brincadeiras com línguas femininas. Rapidamente me ocorreu o contacto mais próximo que eu tive com uma – a da minha depiladora.
Aqui há uns dias fui fazer a depilação (axilas, pernas e virilhas) ao meu cabeleireiro habitual e tinham uma nova esteticista ucraniana, muito gira e que quase não dizia uma palavra de português.
E foi assim: eu deitada, praticamente nua com um soutien bastante transparente e uma tanga reduzida, porque gosto da depilação bem decotada nas virilhas, a moça faz-me a depilação e resolve, com grande brio profissional, tirar-me os pêlos que tinham ficado com a pinça, pêlo aqui ... pêlo ali e aquele movimento sincopado...eu toda escancarada... e aquela proximidade da cara dela com a minha ratita (se calhar ela não via bem), estavam-me a deixar perturbada e não pude deixar de pensar “Vai uma lambidela?” “Uma pila aqui pelo meio talvez viesse desanuviar o ambiente” ....”se ao menos ela falasse.. sei lá ...mim ...ser da Ucrânia...qualquer coisa”. Interrompi-me a mim própria nestes pensamentos e, antes que as coisas fugissem ao meu controle, perguntei-lhe “Afinal é donde?” Pergunta que ela não entendeu, mas que serviu para passar à fase seguinte , uma massagem fabulosa com óleo para tirar os restos da cera depilatória que me deixou mergulhada em nova crise ”Serei eu um bocadinho fufa? Terminou com uma palmadinha no meu rabo, dizendo “Gostaste ?“ e que me pareceu equivaler vagamente ao “Foi bom para você também?”.
Enfim, quando saí do gabinete fiquei sem saber se devia lá voltar ou se deveria antes pedir o ”cardápio da ucraniana” à minha cabeleireira.
Depois de alguma reflexão, conclui que há diferentes tipos de fufices e que talvez aquela fantasia a três não seja de todo impossível, com uma pila pelo meio, claro! (Ou por acaso pensaram que eu era fufa!)
PS: Maria o teu convite ainda está de pé? ( de pé porque também estou a pensar na pila!)
Beijocas Rata. Tens-me deixado muito assanhada FF...FF....FF!
Nina
E foi tudo...
Portem-se mal, mas depilem-se!
Rata
16.11.03
Prémios d’A Rata
Esta semana os prémios são oferecidos a pessoas menos conhecidas, mas todas elas com muito potencial, talvez até demais, eu diria.
Maluka DaBronze
Para esta senhora da blogosfera, em jeito de tributo pelos bons momentos que já me proporcionou. Espero que este regresso seja seguro, e que não volte a escapulir-se como fez João Hugo Faria, a quem aproveito para garantir um prémio especialíssimo, caso algum dia volte.
Maluka Prateada
Para o Paulo André, que dizem ser um menino catita, e que terá provavelmente a mais ‘smileada’ GuestBook da blogosfera. E o título do blog também é muito bom.
Maluka D’Oiro
O prémio da semana vai para o comentador ‘Joe’, por um comentário seu aos Prémios d’A Rata da semana passada (11/10, ás 6.17pm), que, provavelmente sem querer, me fez recordar alguns dos mais divertidos serões de que tenho memória.
“ Ó Buda vai para a puta que te pariu!”
Esta foi durante meses a fio uma frase que ocupou um lugar de destaque no meu quotidiano.
Copiado descaradamente do ‘Slávia Inciclopedniak’, esse monstro humorístico da televisão checa, o ‘Herman Enciclopédia’, programa catita e rebelde que me ensinou que ‘As opiniões são como as vaginas, cada uma tem a sua e quem quiser dar, Dallas!’, foi sem dúvida um marco na minha juventude, juventude essa inconssssinte com vários esses.
Foram intermináveis as noites de terça-feira que passava com a Margarida, todas elas inesquecíveis, todas elas saudosas, todas elas disparatadamente perdidas.
Posso até confessar-vos que Baptista Bastos, esse ídolo da música rap e da cultura afro-latina, me inspirou para a faceta entrevistadora que a Rata tanto gosta.
Quem sabe um dia eu ainda possa realizar o sonho de entrevistar o próprio Baptista Bastos, e aí ele me presenteie, chegando ao pé de mim com um castor debaixo do braço, tal e qual aconteceu num qualquer café de Nova Iorque, nos meados da saudosa década de setenta. Quem sabe.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Maluka DaBronze
Para esta senhora da blogosfera, em jeito de tributo pelos bons momentos que já me proporcionou. Espero que este regresso seja seguro, e que não volte a escapulir-se como fez João Hugo Faria, a quem aproveito para garantir um prémio especialíssimo, caso algum dia volte.
Maluka Prateada
Para o Paulo André, que dizem ser um menino catita, e que terá provavelmente a mais ‘smileada’ GuestBook da blogosfera. E o título do blog também é muito bom.
Maluka D’Oiro
O prémio da semana vai para o comentador ‘Joe’, por um comentário seu aos Prémios d’A Rata da semana passada (11/10, ás 6.17pm), que, provavelmente sem querer, me fez recordar alguns dos mais divertidos serões de que tenho memória.
“ Ó Buda vai para a puta que te pariu!”
Esta foi durante meses a fio uma frase que ocupou um lugar de destaque no meu quotidiano.
Copiado descaradamente do ‘Slávia Inciclopedniak’, esse monstro humorístico da televisão checa, o ‘Herman Enciclopédia’, programa catita e rebelde que me ensinou que ‘As opiniões são como as vaginas, cada uma tem a sua e quem quiser dar, Dallas!’, foi sem dúvida um marco na minha juventude, juventude essa inconssssinte com vários esses.
Foram intermináveis as noites de terça-feira que passava com a Margarida, todas elas inesquecíveis, todas elas saudosas, todas elas disparatadamente perdidas.
Posso até confessar-vos que Baptista Bastos, esse ídolo da música rap e da cultura afro-latina, me inspirou para a faceta entrevistadora que a Rata tanto gosta.
Quem sabe um dia eu ainda possa realizar o sonho de entrevistar o próprio Baptista Bastos, e aí ele me presenteie, chegando ao pé de mim com um castor debaixo do braço, tal e qual aconteceu num qualquer café de Nova Iorque, nos meados da saudosa década de setenta. Quem sabe.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Isabelle Hupert
Inexplicavelmente, os tablóides britânicos suspeitam que o príncipe Carlos, Isabelle Hupert para os amigos, seja gay ou pelo menos bissexual.
Mesmo conhecendo a tendência clara de os jornais cor-de-rosa lançaram suspeições infundadas sobre famosos, não posso deixar de reprovar esta atitude condenável.
Mas alguma vez o sedutor, esbelto e sensual herdeiro do trono de Inglaterra abafaria a palhinha mesmo que influenciado por um nefasto mordomo (e nós sabemos que os há…), em busca de local escuro, quente e talvez apertadinho?
Não me venham com tretas, porque se assim fosse, qualquer dia vinham para os nossos jornais também dizer que o nosso ministro da defesa ‘enfanchonava’! E que os submarinos afinal até seriam justificáveis…
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Mesmo conhecendo a tendência clara de os jornais cor-de-rosa lançaram suspeições infundadas sobre famosos, não posso deixar de reprovar esta atitude condenável.
Mas alguma vez o sedutor, esbelto e sensual herdeiro do trono de Inglaterra abafaria a palhinha mesmo que influenciado por um nefasto mordomo (e nós sabemos que os há…), em busca de local escuro, quente e talvez apertadinho?
Não me venham com tretas, porque se assim fosse, qualquer dia vinham para os nossos jornais também dizer que o nosso ministro da defesa ‘enfanchonava’! E que os submarinos afinal até seriam justificáveis…
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
13.11.03
Mais futebolada
Hoje fui avisada por um amigo chocado, que o site da Uefa promoveu um inquérito que pretendia saber qual o provável vencedor do campeonato português. Será escusado dizer-vos que esse amigo é uma pata amestrada, mas o inquérito dizia mais ou menos isto:
Qual será o próximo vencedor do campeonato português?
A – Porto
B – Sporting
C – Braga
D – Beira-Mar
E – Boavista
F – Outro
Ora como já devem ter percebido, as reacção dos homens da bola não se fizeram esperar. A Rata saiu à rua e garantiu as declarações das personagens:
Luis Vieira – Ixto é mais um atentado ao futebol português. Num há direito. É uma injostiça colocar o Beira-Mar nesta lixta, pois todos sabe-mos que nunca ganharaum o campeunato!
Pinto da Costa – É realmente pena ber que a Uefa tenha mostrado um total desconhecimento pelos grandes clubes de Portugal, carago! Vocês sabem que eu não posso deixar passar em claro a oportunidade de dizer que nesta lista falta um grande clube português. O Belenenses não merecia isto.
Dias Cunha – É... é... é... o sis...sis...tema no seu melhor! O Go...go...governo tem de intervir!
Valentim Loureiro – EM NOME DE TODOS OS CLUBES DA LIGA, QUERO DAR OS PARABÉNS AO BOAVISTA POR TÃO HONROSA MENÇÃO.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Qual será o próximo vencedor do campeonato português?
A – Porto
B – Sporting
C – Braga
D – Beira-Mar
E – Boavista
F – Outro
Ora como já devem ter percebido, as reacção dos homens da bola não se fizeram esperar. A Rata saiu à rua e garantiu as declarações das personagens:
Luis Vieira – Ixto é mais um atentado ao futebol português. Num há direito. É uma injostiça colocar o Beira-Mar nesta lixta, pois todos sabe-mos que nunca ganharaum o campeunato!
Pinto da Costa – É realmente pena ber que a Uefa tenha mostrado um total desconhecimento pelos grandes clubes de Portugal, carago! Vocês sabem que eu não posso deixar passar em claro a oportunidade de dizer que nesta lista falta um grande clube português. O Belenenses não merecia isto.
Dias Cunha – É... é... é... o sis...sis...tema no seu melhor! O Go...go...governo tem de intervir!
Valentim Loureiro – EM NOME DE TODOS OS CLUBES DA LIGA, QUERO DAR OS PARABÉNS AO BOAVISTA POR TÃO HONROSA MENÇÃO.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
10.11.03
Prémios d’A Rata
Por motivos de ausência do país, a primeira entrega dos prémios d’A Rata foi adiada para hoje. E aqui estão eles...
Maluka DaBronze
O que ando a ler, em O meu Pipi.
O rapaz andou algum tempo desfazado da sua extraordinária capacidade de me divertir, mas parece finalmente ter voltado. Bem-vindo.
Maluka Prateada
Entrevista a JPC, em Homem-a-Dias
Finalmente ficámos todos a saber que o Pipi é o MSTavares e que o título original do seu último livro era «É cú, há dor.»
Maluka D’Oiro
O emprego do Aldegundes, em Jaquinzinhos.
Verdadeiramente extenuante. CruzesCanhoto!
A Maluka que se revela (prémio especial do júri...)
Depois de uma virgem que escreve sobre a masturbação ao namorado (vulgo tocagem de gaiola ou mesmo punhetagem...), eis que nos aparece uma menina que confessa desde logo à partida um especial gosto por pollas. A menina promete.
Portem-se mal, mas com classe.
Rata
Maluka DaBronze
O que ando a ler, em O meu Pipi.
O rapaz andou algum tempo desfazado da sua extraordinária capacidade de me divertir, mas parece finalmente ter voltado. Bem-vindo.
Maluka Prateada
Entrevista a JPC, em Homem-a-Dias
Finalmente ficámos todos a saber que o Pipi é o MSTavares e que o título original do seu último livro era «É cú, há dor.»
Maluka D’Oiro
O emprego do Aldegundes, em Jaquinzinhos.
Verdadeiramente extenuante. CruzesCanhoto!
A Maluka que se revela (prémio especial do júri...)
Depois de uma virgem que escreve sobre a masturbação ao namorado (vulgo tocagem de gaiola ou mesmo punhetagem...), eis que nos aparece uma menina que confessa desde logo à partida um especial gosto por pollas. A menina promete.
Portem-se mal, mas com classe.
Rata
7.11.03
Curiosidade instigada
Nestes dias apareceu pela blogosfera mais um blog. Nada de novo, portanto.
O nome é catita, Gilipollas, o template está de muito bom gosto, mas questionar o termo ‘mangalho’, aproveitando-se da sua frequente aparição no meu blog não me parece nada coerente. Senão vejamos.
Uma menina que dá ao seu blog o nome Gilipollas, não se pode queixar.
Os mais atentos já estarão nesta altura a pensar que tipo de polla será uma gilipolla, será grande, será larga? Será bem durinha e resistente? Será de uma cor especial? Ou será apenas a polla preferida dela?
Os mais curiosos já terão perguntado: Mas a que saberá uma gilipolla? Terá o mesmo sabor das pollas normais?
Eu, embora curiosa, como não sou esquisita, tanto se me dá uma gilipolla como outra polla qualquer.
Desde que haja polla, por mim tudo bem.
Quanto ao pequeno estudo etimológico, vou ter que indicá-la à Charlotte, essa sim perita em etimologia e afins.
No entanto, folgo em saber que o ‘mangalho’ lhe instiga a curiosidade. É bom sinal.
Assim sendo só lhe posso desejar muita mangalhação (actividades com mangalhos...) com os que lhe são mais queridos.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
O nome é catita, Gilipollas, o template está de muito bom gosto, mas questionar o termo ‘mangalho’, aproveitando-se da sua frequente aparição no meu blog não me parece nada coerente. Senão vejamos.
Uma menina que dá ao seu blog o nome Gilipollas, não se pode queixar.
Os mais atentos já estarão nesta altura a pensar que tipo de polla será uma gilipolla, será grande, será larga? Será bem durinha e resistente? Será de uma cor especial? Ou será apenas a polla preferida dela?
Os mais curiosos já terão perguntado: Mas a que saberá uma gilipolla? Terá o mesmo sabor das pollas normais?
Eu, embora curiosa, como não sou esquisita, tanto se me dá uma gilipolla como outra polla qualquer.
Desde que haja polla, por mim tudo bem.
Quanto ao pequeno estudo etimológico, vou ter que indicá-la à Charlotte, essa sim perita em etimologia e afins.
No entanto, folgo em saber que o ‘mangalho’ lhe instiga a curiosidade. É bom sinal.
Assim sendo só lhe posso desejar muita mangalhação (actividades com mangalhos...) com os que lhe são mais queridos.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
4.11.03
Conversas
Final de tarde, sombrio e chuvoso. Lareira acesa e vontade de fazer um telefonema. O Jorge foi o escolhido.
Trimmm Trimmm Trimmm
Jorge: Tou?
Rata: Tou Jorge? Tudo bem?
Jorge: Caralho! Puta que vos pariu, meus grandes filhos da puta! Ide mas é levar na bilha!
Rata: Jorge, és tu?!?
Jorge: Seus grandes panascas, um mangalho nesse cú era o que era!
Rata: Jorge? O que estás a dizer, Jorge?!?
Jorge: Desculpa querida, estava só a cumprimentar os gajos das escutas... tá tudo bem contigo?
Rata: ... blá blá blá...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Trimmm Trimmm Trimmm
Jorge: Tou?
Rata: Tou Jorge? Tudo bem?
Jorge: Caralho! Puta que vos pariu, meus grandes filhos da puta! Ide mas é levar na bilha!
Rata: Jorge, és tu?!?
Jorge: Seus grandes panascas, um mangalho nesse cú era o que era!
Rata: Jorge? O que estás a dizer, Jorge?!?
Jorge: Desculpa querida, estava só a cumprimentar os gajos das escutas... tá tudo bem contigo?
Rata: ... blá blá blá...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Peixe Fresco
A Rata não resistiu aos seus instintos, e vai abrir-se ainda mais aos seus leitores!
A partir do próximo Domingo, a Rata vai passar a fazer uma entrega semanal de prémios. Estes prémios destinam-se a post’s de outros blog’s, a mail’s que enviem para a caixa da Rata e a comentários que coloquem nas secções destinadas para o efeito!
Agora é só escreverem e candidatarem-se aos prémios!
Aceitam-se subornos!
Portem-se mal, mas escrevam!
Rata
A partir do próximo Domingo, a Rata vai passar a fazer uma entrega semanal de prémios. Estes prémios destinam-se a post’s de outros blog’s, a mail’s que enviem para a caixa da Rata e a comentários que coloquem nas secções destinadas para o efeito!
Agora é só escreverem e candidatarem-se aos prémios!
Aceitam-se subornos!
Portem-se mal, mas escrevam!
Rata
2.11.03
Injustiças
No sábado tive conhecimento de mais uma grande injustiça que se verifica em Portugal. Não nos bastava já o caso Casa Pia, agora temos todos os dias de acordar com um sentimento de revolta pelo que fizeram ao Sr. João.
Então não é que impediram o homem de passear o seu glorioso milhafre no novo estádio da Luz, a troco de uma aguiazita real vinda de Espanha!?!?!
Mas onde ficam os sentimentos, meus senhores? E a tradição? E o patriotismo? E a defesa dos milhafres? E os iogurtes com pedaços? E o bolo de chocolate? E... e... o Jornal Nacional não aproveita o escândalo?
Não há direito! Não há direito!
Sr. João ao poder, já!
Rata
Então não é que impediram o homem de passear o seu glorioso milhafre no novo estádio da Luz, a troco de uma aguiazita real vinda de Espanha!?!?!
Mas onde ficam os sentimentos, meus senhores? E a tradição? E o patriotismo? E a defesa dos milhafres? E os iogurtes com pedaços? E o bolo de chocolate? E... e... o Jornal Nacional não aproveita o escândalo?
Não há direito! Não há direito!
Sr. João ao poder, já!
Rata
28.10.03
As Entrevistas da Rata
Ana Gomes é actualmente uma das figuras políticas nacionais de maior destaque. Era óbvio que a rentrée d’As Entrevistas da Rata teriam que a ter como convidada para um diálogo esclarecedor que permitisse ao país perceber as suas límpidas e concisas ideias. Mesmo assim a conversa de Ana com a Rata foi diversas vezes tumultuosamente interrompida por vários telefonemas aos quais a resposta era sempre a mesma – ‘Eu estou-me a cagar para o partido!’.
A entrevista:
Rata Maluka – Bom dia Ana, tudo bem?
Ana Gomes – Tudo bem, obrigado. Posso fazer-lhe uma pergunta?
RM - Claro querida. Eu adoro perguntas...
AG – O que votou nas últimas eleições?
RM - Bom… o que votei? Acho que votei abaixo um moreno de olhos verdes, mas nada de especial, diga-se! Sem importância...
AG – Ahahah, a querida é divertida. Vai ser bom falar consigo.
RM - Ana, teve uma entrada difícil no PS, com muitas críticas internas. Isso incomodou-a?
AG – Eu sabia que isso iria acontecer. Os pára-quedistas são sempre alvo de resistências. E a esperança é sempre a última a morrer. Mas eu não vim para o PS por aquilo que é mais associado ao para-quedistas, para além dos saltos, que é a procura de lugares. Nem sequer vim à procura de meninos para me deleitar, embora gostasse da visibilidade que esses conseguiram. Vim para fazer a diferença. Reconheço com humildade que parte das críticas são justas, embora não tenha gostado da gracinha que o secretário-geral espalhou na última reunião do partido, que eu não era boa de língua na cama!
RM - E ele disse isso? Ai o maroto, aposto que isso não é nada verdade.
AG - Bem pode apostar, eu na cama exalto-me ainda mais que em frente ás câmaras. Sou uma devassa, e gosto de ser a figura de relevo no chavascal.
RM - Pois… acredito.
AG – BEM PODE ACREDITAR.
RM - Calma Ana, não se exalte. Aqui não temos câmaras. Voltemos ao PS, concorda com a estrutura do partido?
AG – Não conheço a estrutura partidária e estive seis anos fora. Preciso de um cargo bem importante para me ambientar um pouco melhor.
RM - Para as europeias acha possível uma candidatura conjunta com o PCP, mesmo quando ainda se vendem t-shirt’s com a imagem de Estaline ?
AG - Qualquer entendimento será numa base programática, baseada na importância em que contribuirá para a vitória final.
RM – Considera um entendimento com o PSD possível?
AG – Não, isso não, senão não teríamos ninguém a quem ganhar. Isso não faria qualquer sentido.
RM - Jaime Gama seria um bom cabeça de lista para as europeias?
AG – O PS não tem falta de bons cabeças de lista. Jaime Gama é um deles, é muito experiente.
RM - Pois, então responda-me lá a isto: O Rui Costa seria um bom número 10 para o Euro?
AG - Portugal não tem falta de bons números 10. Rui Costa é um deles, é muito experiente.
RM – Como eu previa... E António Guterres um bom candidato para as presidenciais?
AG - O PS não tem falta de bons cabeças de lista para as presidenciais. Guterres é um deles, é muito experiente.
RM - Original, sem dúvida. Oregões é o seu ingrediente favorito nas pizzas?
AG – As pizzas não têm falta de bons ingredientes. Oregões é um deles, é muito experiente.
RM - Experiente? Disse experiente? Os oregões?!?
AG – Eu disse isso?... Bom eu queria dizer que era um ingrediente habitual. Confundi-me, peço desculpa.
RM - Como recebeu a notícia da libertação de Paulo Pedroso?
AG – Por telemóvel, três dias antes da libertação. Foi o secretário-geral que me ligou. Ele é um querido.
RM – E como se sente?
AG – Bem, obrigado, mas já bebia um copinho de água.
RM - Ok, como se sente com a libertação de Paulo Pedroso?
AG – Sem surpresa, mas com contentamento, porque tinha apostado com o Jaime Gama que o nosso secretário-geral já sabia da libertação há muito tempo. Assim foi fácil ganhar-lhe o lugar para as europeias.
RM – E não tem nada para dizer a Paulo Pedroso?
AG – Tenho, claro. Não te candidates às europeias, senão tens que levar com os chatos dos jornalistas belgas.
RM – Acha que Paulo Pedroso é inocente?
AG – Eu não acho, tenho a certeza. Estou consciente que ele ainda não está ilibado, mas vi reforçada a convicção de que virá a sê-lo. O acórdeão confirma a percepção de que as acusações não têm ponta por onde se lhe pegue, são escandalosamente frágeis e aleivosas.
RM – O acordeão?!?
AG – Sim, aquilo dos juizes.
RM – Pois… não está então ressentida com as pessoas do partido que a confundem no PS como uma política que se aproveitou do mediatismo da questão de Timor para cavalgar nos quadros do próprio partido?
AG – Não, claro que não. No PS confundem-me muito com a mãe do Nuno Gomes, com a mulher do Fernando Gomes, outros pensam que sou filha do marechal Costa Gomes, mas com uma política nunca me confundem.
RM – Pois realmente deve ser complicado, tanta confusão vai naquele partido.
AG – Mas eu até gosto, sou sincera. Na última reunião fui o centro das atenções!
RM – Das atenções? Quer dizer das críticas...
AG – Sim, também é um facto, fui o centro.
RM – Só para terminar, a nível pessoal quais as suas preferências?
AG – Homens. Quase sempre homens. São menos confusos, mesmo os que pertencem ao partido. Mas a minha preferência vai inteirinha para algo que aprendi na passagem por Timor, o orgasmo.
RM – O orgasmo, só em Timor? Nunca tinha tido um antes?
AG – Tinha, mas não se compara com o que o Guterres me proporcionou em Timor!
RM – O Guterres?!? Consigo em Timor?
AG – Sim, o meu querido e saudoso Guterres...
RM – É capaz de ser mais explícita?
AG – toque-me aqui, por favor.
RM – Aqui? Não sei se deva…
AG – Mais á esquerda, por favor.
RM – Aqui?
AG – Sim.
RM – Continuo?
AG –Sim, sim. Isso, não pare.
… … … … …
RM – E esse orgasmo sai? Já tenho os dedos adormecidos...
AG – Ai ... ui... ui... ai...
RM – Sim?
AG – Ai... ui... ai... tarak! Aitarak! Aitarak! Aitarak!
RM – O Guterres, hein...
Trimmmmmm trimmmm trimmm... e o telefone acabou com a entrevista!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
A entrevista:
Rata Maluka – Bom dia Ana, tudo bem?
Ana Gomes – Tudo bem, obrigado. Posso fazer-lhe uma pergunta?
RM - Claro querida. Eu adoro perguntas...
AG – O que votou nas últimas eleições?
RM - Bom… o que votei? Acho que votei abaixo um moreno de olhos verdes, mas nada de especial, diga-se! Sem importância...
AG – Ahahah, a querida é divertida. Vai ser bom falar consigo.
RM - Ana, teve uma entrada difícil no PS, com muitas críticas internas. Isso incomodou-a?
AG – Eu sabia que isso iria acontecer. Os pára-quedistas são sempre alvo de resistências. E a esperança é sempre a última a morrer. Mas eu não vim para o PS por aquilo que é mais associado ao para-quedistas, para além dos saltos, que é a procura de lugares. Nem sequer vim à procura de meninos para me deleitar, embora gostasse da visibilidade que esses conseguiram. Vim para fazer a diferença. Reconheço com humildade que parte das críticas são justas, embora não tenha gostado da gracinha que o secretário-geral espalhou na última reunião do partido, que eu não era boa de língua na cama!
RM - E ele disse isso? Ai o maroto, aposto que isso não é nada verdade.
AG - Bem pode apostar, eu na cama exalto-me ainda mais que em frente ás câmaras. Sou uma devassa, e gosto de ser a figura de relevo no chavascal.
RM - Pois… acredito.
AG – BEM PODE ACREDITAR.
RM - Calma Ana, não se exalte. Aqui não temos câmaras. Voltemos ao PS, concorda com a estrutura do partido?
AG – Não conheço a estrutura partidária e estive seis anos fora. Preciso de um cargo bem importante para me ambientar um pouco melhor.
RM - Para as europeias acha possível uma candidatura conjunta com o PCP, mesmo quando ainda se vendem t-shirt’s com a imagem de Estaline ?
AG - Qualquer entendimento será numa base programática, baseada na importância em que contribuirá para a vitória final.
RM – Considera um entendimento com o PSD possível?
AG – Não, isso não, senão não teríamos ninguém a quem ganhar. Isso não faria qualquer sentido.
RM - Jaime Gama seria um bom cabeça de lista para as europeias?
AG – O PS não tem falta de bons cabeças de lista. Jaime Gama é um deles, é muito experiente.
RM - Pois, então responda-me lá a isto: O Rui Costa seria um bom número 10 para o Euro?
AG - Portugal não tem falta de bons números 10. Rui Costa é um deles, é muito experiente.
RM – Como eu previa... E António Guterres um bom candidato para as presidenciais?
AG - O PS não tem falta de bons cabeças de lista para as presidenciais. Guterres é um deles, é muito experiente.
RM - Original, sem dúvida. Oregões é o seu ingrediente favorito nas pizzas?
AG – As pizzas não têm falta de bons ingredientes. Oregões é um deles, é muito experiente.
RM - Experiente? Disse experiente? Os oregões?!?
AG – Eu disse isso?... Bom eu queria dizer que era um ingrediente habitual. Confundi-me, peço desculpa.
RM - Como recebeu a notícia da libertação de Paulo Pedroso?
AG – Por telemóvel, três dias antes da libertação. Foi o secretário-geral que me ligou. Ele é um querido.
RM – E como se sente?
AG – Bem, obrigado, mas já bebia um copinho de água.
RM - Ok, como se sente com a libertação de Paulo Pedroso?
AG – Sem surpresa, mas com contentamento, porque tinha apostado com o Jaime Gama que o nosso secretário-geral já sabia da libertação há muito tempo. Assim foi fácil ganhar-lhe o lugar para as europeias.
RM – E não tem nada para dizer a Paulo Pedroso?
AG – Tenho, claro. Não te candidates às europeias, senão tens que levar com os chatos dos jornalistas belgas.
RM – Acha que Paulo Pedroso é inocente?
AG – Eu não acho, tenho a certeza. Estou consciente que ele ainda não está ilibado, mas vi reforçada a convicção de que virá a sê-lo. O acórdeão confirma a percepção de que as acusações não têm ponta por onde se lhe pegue, são escandalosamente frágeis e aleivosas.
RM – O acordeão?!?
AG – Sim, aquilo dos juizes.
RM – Pois… não está então ressentida com as pessoas do partido que a confundem no PS como uma política que se aproveitou do mediatismo da questão de Timor para cavalgar nos quadros do próprio partido?
AG – Não, claro que não. No PS confundem-me muito com a mãe do Nuno Gomes, com a mulher do Fernando Gomes, outros pensam que sou filha do marechal Costa Gomes, mas com uma política nunca me confundem.
RM – Pois realmente deve ser complicado, tanta confusão vai naquele partido.
AG – Mas eu até gosto, sou sincera. Na última reunião fui o centro das atenções!
RM – Das atenções? Quer dizer das críticas...
AG – Sim, também é um facto, fui o centro.
RM – Só para terminar, a nível pessoal quais as suas preferências?
AG – Homens. Quase sempre homens. São menos confusos, mesmo os que pertencem ao partido. Mas a minha preferência vai inteirinha para algo que aprendi na passagem por Timor, o orgasmo.
RM – O orgasmo, só em Timor? Nunca tinha tido um antes?
AG – Tinha, mas não se compara com o que o Guterres me proporcionou em Timor!
RM – O Guterres?!? Consigo em Timor?
AG – Sim, o meu querido e saudoso Guterres...
RM – É capaz de ser mais explícita?
AG – toque-me aqui, por favor.
RM – Aqui? Não sei se deva…
AG – Mais á esquerda, por favor.
RM – Aqui?
AG – Sim.
RM – Continuo?
AG –Sim, sim. Isso, não pare.
… … … … …
RM – E esse orgasmo sai? Já tenho os dedos adormecidos...
AG – Ai ... ui... ui... ai...
RM – Sim?
AG – Ai... ui... ai... tarak! Aitarak! Aitarak! Aitarak!
RM – O Guterres, hein...
Trimmmmmm trimmmm trimmm... e o telefone acabou com a entrevista!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
27.10.03
Paz à sua alma
Como devem ter reparado, na sexta-feira o contador de visitas ao site fugiu. Já obtive informações de que foi visto a vaguear pelas ruas de Nassau, de camisa florida, mas não posso adiantar mais nada sobre o assunto. Qualquer dia está a pedir asilo político.
No Domingo coloquei outro, que começou do zero.
Talvez fosse uma boa altura para começar de novo e tentar melhorar os conteúdos deste blog, mas duvido que isso alguma vez vá acontecer.
Para trás fica a memória de um contador que viveu apenas dois meses e que registou quase vinte mil page views, tudo por culpa vossa!
Que o contador descanse em paz, amén.
Rata
No Domingo coloquei outro, que começou do zero.
Talvez fosse uma boa altura para começar de novo e tentar melhorar os conteúdos deste blog, mas duvido que isso alguma vez vá acontecer.
Para trás fica a memória de um contador que viveu apenas dois meses e que registou quase vinte mil page views, tudo por culpa vossa!
Que o contador descanse em paz, amén.
Rata
24.10.03
Revista de imprensa
Hoje, ao passar pela zona das empregadas de limpeza (embora na porta apareça escrito – “Técnicas de Higiene e Limpeza”), pude ler um dos mais belos exemplos da qualidade da imprensa escrita do nosso país.
Não, caros leitores, não foi o Expresso, foi pior. Foi a revista Maria. O mais belo exemplo nacional de como juntando 7 páginas de sexo hilariante com 60 páginas de banalidades se pode obter uma... revista!
Mas, ao contrário do que semanalmente acontece, desta vez a Maria procurou avisar, embora de forma subtil, todos os portugueses, e em especial os bragantinos, do flagelo que algumas atitudes menos correctas poderiam causar na imagem de Portugal por esse mundo fora.
Hoje, a revista Maria pode orgulhar-se de ter previsto há 6 ou 7 anos a chegada de dezenas de brasileiras para a cidade de Bragança, e as causas dessa mesma chegada.
Senão reparem:
“ Estou casada há 5 anos e, há uns meses, vimos filmes pornográficos e repetimos as cenas de sexo. O sexo anal é bom mas quando chaga a oral, o meu marido quer ejacular na minha boca e isso mete-me nojo! “
M.C. - Bragança, in Revista Maria
Rata
Não, caros leitores, não foi o Expresso, foi pior. Foi a revista Maria. O mais belo exemplo nacional de como juntando 7 páginas de sexo hilariante com 60 páginas de banalidades se pode obter uma... revista!
Mas, ao contrário do que semanalmente acontece, desta vez a Maria procurou avisar, embora de forma subtil, todos os portugueses, e em especial os bragantinos, do flagelo que algumas atitudes menos correctas poderiam causar na imagem de Portugal por esse mundo fora.
Hoje, a revista Maria pode orgulhar-se de ter previsto há 6 ou 7 anos a chegada de dezenas de brasileiras para a cidade de Bragança, e as causas dessa mesma chegada.
Senão reparem:
“ Estou casada há 5 anos e, há uns meses, vimos filmes pornográficos e repetimos as cenas de sexo. O sexo anal é bom mas quando chaga a oral, o meu marido quer ejacular na minha boca e isso mete-me nojo! “
M.C. - Bragança, in Revista Maria
Rata
22.10.03
O dia d’O Meu Pipi
Na passada semana recebi um divertido convite da Oficina do Livro a convidar-me para a apresentação do livro d’O meu Pipi, por simpatia da Charlotte, que é uma querida.
Infelizmente não vou poder estar presente por razões profissionais. Mas estarei concerteza no próximo livro!
Rata
Infelizmente não vou poder estar presente por razões profissionais. Mas estarei concerteza no próximo livro!
Rata
Os comments
Como já devem ter reparado, resolvi dar aos meus leitores a oportunidade de comentarem os post que vou colocando, e de se poderem conhecer uns aos outros.
Devo desde já esclarecer que, à excepção do primeiro comentário do post anterior a este, nunca mais colocarei comentários nos comments.
Isso será tarefa exclusiva dos leitores.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Devo desde já esclarecer que, à excepção do primeiro comentário do post anterior a este, nunca mais colocarei comentários nos comments.
Isso será tarefa exclusiva dos leitores.
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
21.10.03
Para candidatos a gestores
Tenho como dado adquirido que todos vós já receberam mail’s a convidarem-vos a gerir fortunas megalómanas provenientes de países africanas.
Mas na verdade ainda nunca recebi nenhuma escrito em português, o que na minha opinião dificulta a angariação dos gestores por parte dos donos dessas tão propaladas fortunas.
O que vão ler (se continuarem...) a seguir é uma contribuição minha para com o senhor Mohammed Abacha, que gentilmente me pediu para lhe ‘refazer’ o mail em Português:
------------------------------------------
Caro amigo,
É durante uma erecção que lhe escrevo para aferir da sua disposição em colaborar na seguinte situação, abaixo descrita:
Vou antes de mais apresentar-me: O meu nome é Mohamed Dah Ah Pheida, filho mais velho de Sani Dah Ah Pheida (antigo chefe militar da frente revolucionária pela libertação da zona franca da Papua Nova Guiné e presidente honorário do Pheidongos Cricket Club) que morreu subitamente a 15 de Março de 1998.
Consegui o seu contacto através da ajuda de um amigo de um primo meu que tem uma sobrinha que é cunhada do pai de uma senhora que costuma frequentar o mesmo café do General Jaghunço Dah Énadah.
Você é o estrangeiro honesto que inevitavelmente será a solução para a salvação da minha família.
Após ter notado a grande confiança que o Gen. Énadah deposita em si, fiquei convencido da sua honestidade e boa vontade para me ajudar a conseguir receber a soma de US$100000Million (… o mesmo número de zeros em €…) que secretamente o meu pai me deixou de herança.
Até ter total confiança em si o dinheiro permanecerá discretamente guardado numa companhia de Seguros algures no planeta.
Quando for altura ser-lhe-ão fornecidas indicações seguras de como e onde deverá investir a fortuna que colocarei nas suas mãos.
O dinheiro será em principio investido na compra de um estado independente onde eu possa de imediato assumir as funções de Presidente. Para si ficará reservado o cargo de Ministro das Finanças, e terá a trabalhar para si o Primeiro Ministro.
Por cá as coisas estão cada vez mais complicadas, o actual Presidente Muchango Mubanba Chinguilla Butonbo está a vingar-se dos tempos em que era escrevo sexual de meu pai, e este o sodomizava delicadamente.
A minha família está tão desesperada que arriscaremos mesmo uma fuga para o seu país.
Por forma a aferir das suas condições para administrar correctamente o dinheiro que lhe será cedido temporariamente, necessito no entanto que passe por um pequeno número de passos que visam perceber a sua capacidade de fazer bons investimentos com elevadas quantias de dinheiro, e os seus dotes culinários.
Para tal deverá informar-nos:
- do número das várias contas bancárias que possui;
- dos respectivos códigos (não esquecer isto!),
- da lista de acessórios sexuais que habitualmente utiliza (p.e. escova de dentes, vassoura, algemas, extintor, etc.),
- uma carta pessoal manuscrita na língua nativa da Papua Nova Guiné a explicar a sua posição sobre a prescrição dos crimes das FP-25.
Como prova da boa vontade do povo Papuense, poderá não dar resposta a uma das alíneas anteriores, sem ter de se preocupar em perder os 25% da fortuna que lhe será oferecida para gerir.
Se for uma das primeiras pessoas a responder a esta selecção será ainda agraciado com um tapete de arraiolos com a figura de meu querido pai, totalmente grátis.
Atenciosamente,
Mohamed Dah Ah Pheida
------------------------------------------
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
P.S. – gostaria de agradecer ao senhor Mohammed Abacha pela disponibilidade e carinho demonstrado durante a tradução.
Mas na verdade ainda nunca recebi nenhuma escrito em português, o que na minha opinião dificulta a angariação dos gestores por parte dos donos dessas tão propaladas fortunas.
O que vão ler (se continuarem...) a seguir é uma contribuição minha para com o senhor Mohammed Abacha, que gentilmente me pediu para lhe ‘refazer’ o mail em Português:
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Caro amigo,
É durante uma erecção que lhe escrevo para aferir da sua disposição em colaborar na seguinte situação, abaixo descrita:
Vou antes de mais apresentar-me: O meu nome é Mohamed Dah Ah Pheida, filho mais velho de Sani Dah Ah Pheida (antigo chefe militar da frente revolucionária pela libertação da zona franca da Papua Nova Guiné e presidente honorário do Pheidongos Cricket Club) que morreu subitamente a 15 de Março de 1998.
Consegui o seu contacto através da ajuda de um amigo de um primo meu que tem uma sobrinha que é cunhada do pai de uma senhora que costuma frequentar o mesmo café do General Jaghunço Dah Énadah.
Você é o estrangeiro honesto que inevitavelmente será a solução para a salvação da minha família.
Após ter notado a grande confiança que o Gen. Énadah deposita em si, fiquei convencido da sua honestidade e boa vontade para me ajudar a conseguir receber a soma de US$100000Million (… o mesmo número de zeros em €…) que secretamente o meu pai me deixou de herança.
Até ter total confiança em si o dinheiro permanecerá discretamente guardado numa companhia de Seguros algures no planeta.
Quando for altura ser-lhe-ão fornecidas indicações seguras de como e onde deverá investir a fortuna que colocarei nas suas mãos.
O dinheiro será em principio investido na compra de um estado independente onde eu possa de imediato assumir as funções de Presidente. Para si ficará reservado o cargo de Ministro das Finanças, e terá a trabalhar para si o Primeiro Ministro.
Por cá as coisas estão cada vez mais complicadas, o actual Presidente Muchango Mubanba Chinguilla Butonbo está a vingar-se dos tempos em que era escrevo sexual de meu pai, e este o sodomizava delicadamente.
A minha família está tão desesperada que arriscaremos mesmo uma fuga para o seu país.
Por forma a aferir das suas condições para administrar correctamente o dinheiro que lhe será cedido temporariamente, necessito no entanto que passe por um pequeno número de passos que visam perceber a sua capacidade de fazer bons investimentos com elevadas quantias de dinheiro, e os seus dotes culinários.
Para tal deverá informar-nos:
- do número das várias contas bancárias que possui;
- dos respectivos códigos (não esquecer isto!),
- da lista de acessórios sexuais que habitualmente utiliza (p.e. escova de dentes, vassoura, algemas, extintor, etc.),
- uma carta pessoal manuscrita na língua nativa da Papua Nova Guiné a explicar a sua posição sobre a prescrição dos crimes das FP-25.
Como prova da boa vontade do povo Papuense, poderá não dar resposta a uma das alíneas anteriores, sem ter de se preocupar em perder os 25% da fortuna que lhe será oferecida para gerir.
Se for uma das primeiras pessoas a responder a esta selecção será ainda agraciado com um tapete de arraiolos com a figura de meu querido pai, totalmente grátis.
Atenciosamente,
Mohamed Dah Ah Pheida
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Portem-se mal, mas com classe!
Rata
P.S. – gostaria de agradecer ao senhor Mohammed Abacha pela disponibilidade e carinho demonstrado durante a tradução.
16.10.03
Amigos para sempre!
Faz hoje precisamente 3 meses que nasceu este blog. Foram 3 meses que passaram rápido. Até hoje a Rata viveu numa semi-clandestinidade, uma vez que se contam pelos dedos de uma mão as pessoas que sabem que sou eu que poluo este blog. Ás melhores amigas eu não consegui resistir.
Hoje cabe-me dar a conhecer a 4 grandes amigos da minha vida este meu blog, embora peça desde já desculpa aos meus habituais leitores (que cada vez são mais e já ultrapassaram o mítico número sete…), estes momentos egoístas de prazer.
Os quatro têm em comum o facto de nunca se terem relacionado sexualmente comigo, o que não deixa de ser significativo.
Vou tratá-los pelos sobrenomes, sob pena de alastrar ainda mais a identidade desta maluka!
Para o Duque, o Silva, o Fernandes e o Santos, todos eles fãs d’ O meu Pipi, um valente pontapé na bilha!
Duque: São momentos como aquela ida solitária á praia, envolta num choro desmedido, que fazem da amizade aquilo que conhecemos. Os gemidos em Si Menor, a caminho da bolorenta cantina da universidade ficarão para sempre nas minhas memórias, isto para não falar dos duetos com Plácido Domingo em plenos auditórios, que tornaram finalmente a universidade num antro de cultura.
Fernandes: As vicissitudes da vida afastaram-te para uma licenciatura abichanada, e o nosso afastamento foi inevitável. Essa carapinha branca sabe, no entanto, que pode contar sempre com esta maluka para o que der e vier. Foste tu que, inconscientemente, deste origem a este blog, com aquela interminável conversa em que me tentaste convencer que havia um gajo na net que escrevia obscenidades com uma classe inigualável.
Silva: Foi contigo que aprendi tudo sobre ‘censos’ e foi contigo que fiquei a saber que afinal o Vale e Azevedo era um senhor. Coisas tuas, eu diria. E será a ti que recorrerei quando precisar de uma pílula do dia seguinte. Mas nada jamais se comparará aquela boleia que te dei em pleno capot do meu bolinhas e que terminou com uma aterragem atribulada, em forma de queda. Mais uma vez desculpa-me, ela não sabe o que faz!
Santos: Foste tu que pela primeira vez me fizeste pensar que se calhar teria sido engraçado ter um irmãozito. E foste tu que me perguntaste pela primeira vez se eu já me masturbava. É a ti que eu não consigo enganar e é contigo que eu não consigo disfarçar. Sem ti a minha vida teria sido bem mais enfadonha. Nada mais posso acrescentar.
Que sejam sempre tão felizes como eu, é só o que vos desejo.
Rata
Hoje cabe-me dar a conhecer a 4 grandes amigos da minha vida este meu blog, embora peça desde já desculpa aos meus habituais leitores (que cada vez são mais e já ultrapassaram o mítico número sete…), estes momentos egoístas de prazer.
Os quatro têm em comum o facto de nunca se terem relacionado sexualmente comigo, o que não deixa de ser significativo.
Vou tratá-los pelos sobrenomes, sob pena de alastrar ainda mais a identidade desta maluka!
Para o Duque, o Silva, o Fernandes e o Santos, todos eles fãs d’ O meu Pipi, um valente pontapé na bilha!
Duque: São momentos como aquela ida solitária á praia, envolta num choro desmedido, que fazem da amizade aquilo que conhecemos. Os gemidos em Si Menor, a caminho da bolorenta cantina da universidade ficarão para sempre nas minhas memórias, isto para não falar dos duetos com Plácido Domingo em plenos auditórios, que tornaram finalmente a universidade num antro de cultura.
Fernandes: As vicissitudes da vida afastaram-te para uma licenciatura abichanada, e o nosso afastamento foi inevitável. Essa carapinha branca sabe, no entanto, que pode contar sempre com esta maluka para o que der e vier. Foste tu que, inconscientemente, deste origem a este blog, com aquela interminável conversa em que me tentaste convencer que havia um gajo na net que escrevia obscenidades com uma classe inigualável.
Silva: Foi contigo que aprendi tudo sobre ‘censos’ e foi contigo que fiquei a saber que afinal o Vale e Azevedo era um senhor. Coisas tuas, eu diria. E será a ti que recorrerei quando precisar de uma pílula do dia seguinte. Mas nada jamais se comparará aquela boleia que te dei em pleno capot do meu bolinhas e que terminou com uma aterragem atribulada, em forma de queda. Mais uma vez desculpa-me, ela não sabe o que faz!
Santos: Foste tu que pela primeira vez me fizeste pensar que se calhar teria sido engraçado ter um irmãozito. E foste tu que me perguntaste pela primeira vez se eu já me masturbava. É a ti que eu não consigo enganar e é contigo que eu não consigo disfarçar. Sem ti a minha vida teria sido bem mais enfadonha. Nada mais posso acrescentar.
Que sejam sempre tão felizes como eu, é só o que vos desejo.
Rata
15.10.03
O repto!
Para quem, como eu, confesso, vagueia muito tempo pela ‘blogosfera’, é impossível não ficar deliciada com algumas coisas que vejo escritas em alguns blogues.
Ontem foi mais um exemplo. Não é que a nossa menina Virgem, não sabe ainda quem é uma das mais deliciosas personagens que por cá andam – Manuela Mello.
E aproveito a oportunidade para dizer que também acho que o estilo da nossa Virgem encaixa claramente na ‘personagem’ Júlia, filha de Manuela Mello. Pena é que, pelos vistos, tal não seja verdade.
E daqui lanço o meu repto:
- Júlia, filha, deslarga-te do saiote da tua mãe e penetra no mundo dos blog’s! Vais ver que te delicias.
Rata
Ontem foi mais um exemplo. Não é que a nossa menina Virgem, não sabe ainda quem é uma das mais deliciosas personagens que por cá andam – Manuela Mello.
E aproveito a oportunidade para dizer que também acho que o estilo da nossa Virgem encaixa claramente na ‘personagem’ Júlia, filha de Manuela Mello. Pena é que, pelos vistos, tal não seja verdade.
E daqui lanço o meu repto:
- Júlia, filha, deslarga-te do saiote da tua mãe e penetra no mundo dos blog’s! Vais ver que te delicias.
Rata
Sexo oral com desconhecidos
Mais vale tarde que nunca, e este post será uma tentativa, mesmo que frustrada, de elucidar o Pedro Vaz, que amavelmente me escreveu no já longínquo dia 11 de Setembro. Há pessoas que nos dias célebres se lembram sempre das dúvidas mais importantes.
Cara Rata,
venho pôr-te uma dúvida que me consome há anos. Qual é a predisposição real das mulheres a que um desconhecido lhes faça sexo oral? Para nós homens só tem a ver com o aspecto da rapariga. Mas e para vocês? Nunca aceitariam? Só aceitariam se o desconhecido fosse igual ao Brad Pitt? Ou basta que o desconhecido não seja desfigurado??
Espero que me possas elucidar.
Pedro Vaz
Bom, caro Pedro, é com um sorriso lábios que o vejo ‘encarnar’ a opinião de todos os homens. Mas não me convence com essa do aspecto da rapariga, pois quando se dirigem a uma rapariga perdida numa berma de estrada, não é por certo pelos lindos olhos dela. Ou tão pouco pelo peito ou pelo rabo.
No caso das mulheres talvez isso seja um pouco mais possível.
No meu caso, nunca permito ou faço sexo oral com desconhecidos. Decididamente.
Mas já se passaram situações em que, para não quebrar esta minha regra, tive de contar em 5 minutos (o caminho para o apartamento é quase sempre curto...), a minha vida quase toda.
Mas sexo com desconhecidos, nunca.
Uma mulher ainda tem que ter princípios, caramba!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Cara Rata,
venho pôr-te uma dúvida que me consome há anos. Qual é a predisposição real das mulheres a que um desconhecido lhes faça sexo oral? Para nós homens só tem a ver com o aspecto da rapariga. Mas e para vocês? Nunca aceitariam? Só aceitariam se o desconhecido fosse igual ao Brad Pitt? Ou basta que o desconhecido não seja desfigurado??
Espero que me possas elucidar.
Pedro Vaz
Bom, caro Pedro, é com um sorriso lábios que o vejo ‘encarnar’ a opinião de todos os homens. Mas não me convence com essa do aspecto da rapariga, pois quando se dirigem a uma rapariga perdida numa berma de estrada, não é por certo pelos lindos olhos dela. Ou tão pouco pelo peito ou pelo rabo.
No caso das mulheres talvez isso seja um pouco mais possível.
No meu caso, nunca permito ou faço sexo oral com desconhecidos. Decididamente.
Mas já se passaram situações em que, para não quebrar esta minha regra, tive de contar em 5 minutos (o caminho para o apartamento é quase sempre curto...), a minha vida quase toda.
Mas sexo com desconhecidos, nunca.
Uma mulher ainda tem que ter princípios, caramba!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
10.10.03
Se houver quem ainda não seja do Alcanenense...
É por não gostar de futebol que sou do Alcanenense. Tal como compreendo como é que há portugueses que conseguem ser de outros clubes. O Sporting, o Porto podem jogar bem e o Belenenses e a Académica podem calhar bem em sociedade, mas só o Alcanenense, como o próprio nome indica, é o próprio Alcane. Que nense.
Só o Alcanenense pode jogar mal sem que daí lhe advenha algum mal. Basta olhar para os jogadores para ver que sabem que são os maiores, que não precisam de esforçar-se muito, porque são intrínseca e moralmente a maior equipa do mundo inteiro.
Porquê? Ninguém sabe. Mas sente-se. Quando perdem, não se indignam, não desesperam. O Zé Chalinga só chorou quando jogou pelo Vidigueira. Quem joga no Alcanenense tem o privilégio e o condão de estar sempre a sorrir. Não conseguem resistir.
O Alcanenense, a bom ver, nem sequer é uma equipa de futebol. É um nome. É como dizem os brasileiros, uma "griffe". Têm uma cor. Antes de entrar em campo, já têm um mito em jogo, já estão a ganhar por 3-0, graças só à reputação. Quando o Alcanenense perde, parece sempre que quis perder. Essa é a força inigualável do Sport Lisboa e Alcanenense - faz sempre o que lhe apetece. O problema é que lhe apetece frequentemente, perder.
Qual é o segredo do Alcanenense? São os alcaneneiros. São do Alcanenense como são filhos de quem são. Ninguém "escolhe" o Alcanenense, como ninguém escolhe a Mãe ou o Pai. Em geral, aliás, os alcaneneiros odeiam o Alcanenense e lamentam-no no estádio e em casa, mas pertencem-lhe. Quanto mais pertencemos a uma entidade superior, seja a Família, a Pátria! , Deus - ou o Alcanenense, mais direito, temos de criticá-la e blasfesmá-la. Não há alternativa.
Em contrapartida, os sportinguistas e portistas parecem genuinamente convencidos que apoiam as equipas deles porque são as mais dignas ou as melhores. Desgraçados! Se fossem coerentes, seriam todos adeptos do REAL MADRID, AC MILAN, etc, etc. No Alcanenense, não se exige qualquer lealdade. Só se pede, em relação aos adeptos de outros clubes, caridade e comiseração. O Unidos de Freixolas, por exemplo, tem a mania e a pretensão de ser "rival" do Alcanenense, um pouco como o PSN se julga crítico parlamentar do PSD. Mas, se se tirasse o Alcanenense ao Unidos de Freixolas, o Unidos de Freixolas deixaria de existir. O Alcanenense é um grande clube porque tem história e talento suficientes para não dar importância aos resultados. Tem uma tradição de "nonchalance" e de pura indiferença que não tem igual nos grandes clubes europeus. O Alcanenense não joga - digna-se jogar. Não joga para vencer - vence por jogar.
Odeio futebol. Mas amo o Alcanenense. As opiniões de quem gosta de futebol são suspeitas. Claro que os sábios são do Alcanenense. Mas a força deste grande clube está nos milhões que são alcaneneiros apesar do Alcanenense, apesar do futebol, e apesar deles próprios. Em contrapartida, aposto que a totalidade de pessoas que são do Sporting ou do Porto, por infortúnio pessoal ou deficiência psicológica, são sócios. A força do Alcanenense, meus amigos, está em quem não paga as quotas, que não vai a jogos, quem não sabe o nome dos avançados - isto é, no resto do mundo. O Alcanenense, é o Alcanenense. E o que tem de ser - e é - tem muita força. !
Adaptação miserável de um texto do delicioso Miguel Esteves Cardoso!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Só o Alcanenense pode jogar mal sem que daí lhe advenha algum mal. Basta olhar para os jogadores para ver que sabem que são os maiores, que não precisam de esforçar-se muito, porque são intrínseca e moralmente a maior equipa do mundo inteiro.
Porquê? Ninguém sabe. Mas sente-se. Quando perdem, não se indignam, não desesperam. O Zé Chalinga só chorou quando jogou pelo Vidigueira. Quem joga no Alcanenense tem o privilégio e o condão de estar sempre a sorrir. Não conseguem resistir.
O Alcanenense, a bom ver, nem sequer é uma equipa de futebol. É um nome. É como dizem os brasileiros, uma "griffe". Têm uma cor. Antes de entrar em campo, já têm um mito em jogo, já estão a ganhar por 3-0, graças só à reputação. Quando o Alcanenense perde, parece sempre que quis perder. Essa é a força inigualável do Sport Lisboa e Alcanenense - faz sempre o que lhe apetece. O problema é que lhe apetece frequentemente, perder.
Qual é o segredo do Alcanenense? São os alcaneneiros. São do Alcanenense como são filhos de quem são. Ninguém "escolhe" o Alcanenense, como ninguém escolhe a Mãe ou o Pai. Em geral, aliás, os alcaneneiros odeiam o Alcanenense e lamentam-no no estádio e em casa, mas pertencem-lhe. Quanto mais pertencemos a uma entidade superior, seja a Família, a Pátria! , Deus - ou o Alcanenense, mais direito, temos de criticá-la e blasfesmá-la. Não há alternativa.
Em contrapartida, os sportinguistas e portistas parecem genuinamente convencidos que apoiam as equipas deles porque são as mais dignas ou as melhores. Desgraçados! Se fossem coerentes, seriam todos adeptos do REAL MADRID, AC MILAN, etc, etc. No Alcanenense, não se exige qualquer lealdade. Só se pede, em relação aos adeptos de outros clubes, caridade e comiseração. O Unidos de Freixolas, por exemplo, tem a mania e a pretensão de ser "rival" do Alcanenense, um pouco como o PSN se julga crítico parlamentar do PSD. Mas, se se tirasse o Alcanenense ao Unidos de Freixolas, o Unidos de Freixolas deixaria de existir. O Alcanenense é um grande clube porque tem história e talento suficientes para não dar importância aos resultados. Tem uma tradição de "nonchalance" e de pura indiferença que não tem igual nos grandes clubes europeus. O Alcanenense não joga - digna-se jogar. Não joga para vencer - vence por jogar.
Odeio futebol. Mas amo o Alcanenense. As opiniões de quem gosta de futebol são suspeitas. Claro que os sábios são do Alcanenense. Mas a força deste grande clube está nos milhões que são alcaneneiros apesar do Alcanenense, apesar do futebol, e apesar deles próprios. Em contrapartida, aposto que a totalidade de pessoas que são do Sporting ou do Porto, por infortúnio pessoal ou deficiência psicológica, são sócios. A força do Alcanenense, meus amigos, está em quem não paga as quotas, que não vai a jogos, quem não sabe o nome dos avançados - isto é, no resto do mundo. O Alcanenense, é o Alcanenense. E o que tem de ser - e é - tem muita força. !
Adaptação miserável de um texto do delicioso Miguel Esteves Cardoso!
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
8.10.03
O SexyHot contra-ataca!
O canal da TVCabo SexyHot tem sofrido uma queda substancial nas suas audiências, que segundo um estudo encomendado à Deloitte & Touche, se ficou a dever ao aparecimento na TVI do BigBrother4.
Posto isto, o SexyHot decidiu apostar forte na pornografia de origem brasileira (o mais parecido ao BB4 que conseguiram...).
Foram então contratados dois novos realizadores de topo do país irmão (Joylson Cavalcanti e Genivelson Gaúcho) que depois de um estágio de 15 dias a verem o canal 43, finalmente deram à luz a mais esperada obra desde o Garganta Funda2!
Ainda sem título original, a nova película já está em rodagem, e a Rata conseguiu junto dos realizadores o exclusivo da primeira cena, que junta os personagens Carlita Coelhita e Ricardo Machão.
... ... ... ... ... ... ... ... ...
CC: Ai amor, não chega pertinho de mim que eu já tou fervendo...
RM: Uéé… porquê não, eu gosto de você quentinha.
CC: Não faz isso, não morde eu que a minha carne é fraca.
RM: Ai gostosa, dá pra mim, dá.
CC: Ai caramba, assim eu não resisto...
RM: Toca em minha pica, vai…
CC: Ui, caramba, que pica enorme, cara! Isso é tudo prá mim?
RM: Todinho, todinho seu… vai, chupa ele…
… … … … … … … … …
RM: Isso, isso… ai gostosa, isso, isso chupa ele todinho...
CC: Amor? Eu quero você todinho dentro de mim...
RM: Você quer mesmo é?
CC: Quero, quero sim… mas bem devagarinho pra num machucar minha buceta...
RM: Isso, bem devagarinho… bem devagarinho… aaiiiiii!
CC: Uiiii porra, uiiii…
RM: Isso, aguenta. Aguenta minha doida! Doidona!
CC: Ai caralho, sua pica é bem gostosa... dá ela toda pra mim, vai! Rápido, mais rápido...
… … … … … … …
RM: Aaaiiiiiiiiii… tá gozando tá?
CC: Tou, tou sim… mas agora quero por trás, bem no meu cúzinho, amor?
RM: Uiii, é bem fechadinho, ele …
CC: Então abre ele, amor… bem devagarinho prá eu gozar... aiiii!
RM: Aiii caralho, que maravilha, gostosa…
... ... ... ... ... ... ... ... ...
CC: Ai… eu vou gozar amor… eu vou gozar…
RM: Goza boneca, goza… goza alto!
CC: AIIIIIIII... AIIIIII, CARALHO... TOU GOOOOOOZAAAANDOOOOOOO!!!!!
RM: Aiii... não aguento mais... não aguento mais... vem cá, vem!
CC: Vem, vem, vem prá mim!
RM: AIIIIII... AIIIII.... GOSTOSA! AIIIII....
... .... ... ... ... ... ... ...
Observação: O uso exagerado das reticências tem como intuito principal evitar a repetição exagerada de expressões idênticas.
Caso não o tenham feito, procurem reler o diálogo, mas em voz alta e com sotaque brasileiro! Vão notar que fica bem pior...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
Posto isto, o SexyHot decidiu apostar forte na pornografia de origem brasileira (o mais parecido ao BB4 que conseguiram...).
Foram então contratados dois novos realizadores de topo do país irmão (Joylson Cavalcanti e Genivelson Gaúcho) que depois de um estágio de 15 dias a verem o canal 43, finalmente deram à luz a mais esperada obra desde o Garganta Funda2!
Ainda sem título original, a nova película já está em rodagem, e a Rata conseguiu junto dos realizadores o exclusivo da primeira cena, que junta os personagens Carlita Coelhita e Ricardo Machão.
... ... ... ... ... ... ... ... ...
CC: Ai amor, não chega pertinho de mim que eu já tou fervendo...
RM: Uéé… porquê não, eu gosto de você quentinha.
CC: Não faz isso, não morde eu que a minha carne é fraca.
RM: Ai gostosa, dá pra mim, dá.
CC: Ai caramba, assim eu não resisto...
RM: Toca em minha pica, vai…
CC: Ui, caramba, que pica enorme, cara! Isso é tudo prá mim?
RM: Todinho, todinho seu… vai, chupa ele…
… … … … … … … … …
RM: Isso, isso… ai gostosa, isso, isso chupa ele todinho...
CC: Amor? Eu quero você todinho dentro de mim...
RM: Você quer mesmo é?
CC: Quero, quero sim… mas bem devagarinho pra num machucar minha buceta...
RM: Isso, bem devagarinho… bem devagarinho… aaiiiiii!
CC: Uiiii porra, uiiii…
RM: Isso, aguenta. Aguenta minha doida! Doidona!
CC: Ai caralho, sua pica é bem gostosa... dá ela toda pra mim, vai! Rápido, mais rápido...
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RM: Aaaiiiiiiiiii… tá gozando tá?
CC: Tou, tou sim… mas agora quero por trás, bem no meu cúzinho, amor?
RM: Uiii, é bem fechadinho, ele …
CC: Então abre ele, amor… bem devagarinho prá eu gozar... aiiii!
RM: Aiii caralho, que maravilha, gostosa…
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CC: Ai… eu vou gozar amor… eu vou gozar…
RM: Goza boneca, goza… goza alto!
CC: AIIIIIIII... AIIIIII, CARALHO... TOU GOOOOOOZAAAANDOOOOOOO!!!!!
RM: Aiii... não aguento mais... não aguento mais... vem cá, vem!
CC: Vem, vem, vem prá mim!
RM: AIIIIII... AIIIII.... GOSTOSA! AIIIII....
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Observação: O uso exagerado das reticências tem como intuito principal evitar a repetição exagerada de expressões idênticas.
Caso não o tenham feito, procurem reler o diálogo, mas em voz alta e com sotaque brasileiro! Vão notar que fica bem pior...
Portem-se mal, mas com classe!
Rata
5.10.03
Mãe do JoãoHugoFaria?
Tenho lido com um sorriso nos lábios o que a Dona Melo tem escrito no seu blog.
E não resisto a voltar a agradecer-lhe a atenção que me tem dispensado, embora ache que não a mereço.
Mas o mais curioso, é que não consigo deixar de pensar que esta senhora é aquilo que eu sempre pensei que pudesse ser a mãe do nosso desaparecido João Hugo Faria, saudoso director de sistemas conceituado, que muita falta faz a este Mundo dos blog’s.
Espero que a sua ausência se deva à procura do seu mítico diploma, perdido algures pelo sul da América.
Rata
E não resisto a voltar a agradecer-lhe a atenção que me tem dispensado, embora ache que não a mereço.
Mas o mais curioso, é que não consigo deixar de pensar que esta senhora é aquilo que eu sempre pensei que pudesse ser a mãe do nosso desaparecido João Hugo Faria, saudoso director de sistemas conceituado, que muita falta faz a este Mundo dos blog’s.
Espero que a sua ausência se deva à procura do seu mítico diploma, perdido algures pelo sul da América.
Rata
Que pena!
A minha mãe não sabe o que é um blog.
E eu tenho dúvidas que me apeteça explicar-lhe.
Rata
E eu tenho dúvidas que me apeteça explicar-lhe.
Rata
3.10.03
A 2ªvez!!!
Depois de semanas de elogios (só o meu gato elogiou-me mais de 3 vezes...), eis que num ápice aparece a segunda crítica.
Ainda para mais veio criticar-me ao meu humilde blog, bem no meio da minha GuestBook!
Eu bem me parecia que mais cedo ou mais tarde alguém iria acabar por ler estes disparates, mas dizer-me para ir para casa, assim sem mais nem menos, não me parece justo.
Tenho a impressão que isto é tudo obra da minha mãe, afinal, quem mais me deseja tanta felicidade junto da minha família?
Mãe, prepara-te, que hoje vamos ter uma conversa séria!
E para si, Manuela, obrigado pelo reconhecimento!
Rata
Ainda para mais veio criticar-me ao meu humilde blog, bem no meio da minha GuestBook!
Eu bem me parecia que mais cedo ou mais tarde alguém iria acabar por ler estes disparates, mas dizer-me para ir para casa, assim sem mais nem menos, não me parece justo.
Tenho a impressão que isto é tudo obra da minha mãe, afinal, quem mais me deseja tanta felicidade junto da minha família?
Mãe, prepara-te, que hoje vamos ter uma conversa séria!
E para si, Manuela, obrigado pelo reconhecimento!
Rata
2.10.03
As comadres
Qual não foi o meu espanto quando me apercebi nos últimos dias que vários blog’s faziam referência à Rata Maluka, eu própria!
Estas referência, no entanto, eram sempre simpáticas, ou quase, e cheguei mesmo a agradecer via e-mail algumas das simpatias, mas eis que sem mais nem menos um querido leitor me alerta para o blog destas comadres!
Que maravilha de blog, pensei logo!
É um luxo poder ter o prazer de ler o que senhoras tão distintas e educadas pensam.
Tenho é muita pena que não gostem do que eu escrevo.
Eu, que me esforço tanto para que gostem de mim, e que tento ser tão ‘in’, tinha logo que ter o azar de não ter nascido num berço de ouro!
Má sorte, decididamente.
Rata
Estas referência, no entanto, eram sempre simpáticas, ou quase, e cheguei mesmo a agradecer via e-mail algumas das simpatias, mas eis que sem mais nem menos um querido leitor me alerta para o blog destas comadres!
Que maravilha de blog, pensei logo!
É um luxo poder ter o prazer de ler o que senhoras tão distintas e educadas pensam.
Tenho é muita pena que não gostem do que eu escrevo.
Eu, que me esforço tanto para que gostem de mim, e que tento ser tão ‘in’, tinha logo que ter o azar de não ter nascido num berço de ouro!
Má sorte, decididamente.
Rata
1.10.03
Bloguista Típica!
Aqui vai um auto-retrato sobre as minhas características bloguistas, baseado num post do Avatares de Desejo, que tem em consideração os 17 pontos que se seguem:
1- Ler a coluna de opinião do Público e do DN!
Não leio, mas já é um começo, porque agora já sei que existem colunas nesses sítios.
2- Usar o Google com perícia para se armar nas discussões em público!
Normalmente prefiro usar um cacete, mesmo que nem sempre seja para as discussões! Mas o Google também não é mau de todo.
3- Conhecer a biografia de pelo menos um destes famosos: JPP, FJV, PM!
Sem usar os links teria que pensar meia hora para descobrir quem eram os célebres... mas sei tudo sobre eles, incluindo o facto de eles nada saberem sobre mim, e isso não ser problema para eles. Mas já me disseram que eles tinham blogues, o que começa já por ser um bom sinal....
4- Utilizar o Pedro Rolo Duarte como o anto-cristo local!
Esse gajo é um verdadeiro cromo. Mas como deve fazer um uso devido ao Rolo que tem no nome (sim, referia-me ao processo de introdução do mesmo pelo cú acima!), está temporariamente desculpado. Temporariamente, repito.
5- Ter um clube de afeição para poder postar às segundas-feiras (Conselho pessoal: o porto permite sair sempre por cima)!
Para sair sempre por cima eu tenho o João, o Miguel, o Pedro, a equipa de futebol do meu bairro, o meu vizinho do lado e outros. Não me parece que necessite de um clube, mas estou aberta a propostas.
6- Ter um poema de reserva para citar quando o site-meter der mostras de fragilidade!
Um poema? Citar um poema? Num blog? Mas quem é que fez este raio deste questionário?
7- Tratar por "tu" a vida e obra de Tolstoi!
Se visse o Tolstoi tratá-lo-ia pôr tu na boa! À sua vida já tenho dúvidas, mas nunca se sabe.
A sua obra nunca! Nem se o Louça dissesse alguma coisa de jeito! Nunca, repito. Desde que ele (e mais 6...) comeu a Teresa Guilherme no episódio piloto do BB1, que para mim, Tolstoi deixou de ser uma referência.
8- Fingir ardor nas discussões mesmo que o tema seja indiferente!
Se fingir orgasmos quando o gajo não me diz nada também valer, então digo SIM!
9- Falar d@s respectiv@s apenas quando já se tem uma reputação consolidada ou mais de 30 anos!
À questão da reputação não me parece relevante. Já a questão da idade serve para nos aperceber-mos que experiências com o mesmo sexo são radicais, mas nem sempre bem sucedidas!
10- Saber onde é que o Iraque fica no mapa
Toda a gente sabe que o Iraque fica no mapa. Até Portugal fica!
11- Fazer periodicamente a ode de um cineasta de que ninguém ouviu falar!
Nunca fiz nenhuma ode. Mas quando encontrar a pessoa certa, garanto-vos que a farei, e até mais do que uma vez se ele quiser.
12- fazer alusão à fnac uma vez em cada 15 dias
Tive um colega no Liceu que era o fnac. E ele não vendia livros nem nada que se parecesse. Mas tinha uma ‘obra’ de respeito.
13- tentar juntar copos e livros no mesmo post para dar prova de excentricidade.
Copos e livros para parecer excêntrica? Ó meu amigo, acorde! Se ainda fossem 3 fulanos, umas algemas e um chicote, agora livros???? Este mundo está perdido!
14- dizer uma asneira de vez em quando (mostra inconformismo)!
Olha, queres ver que eu sou uma inconformada por natureza?
15- Utilizar o dicionário on-line para apoiar a escrita!
E que tal dar uns erros, ah? Apelar ao espírito criativo, homem!
16- Inventar mails recebidos para dar um ar de interactividade ao blogue!
Isso é muito bom, especialmente quando os mail’s que se recebem são quase sempre impossíveis de se ‘postar’! Mesmo assim qualquer dia arrisco um que recebi sobre ‘Sexo Oral a desconhecidos’.
17- Dar algumas gralhas ara mostrar um certo negligé!
Gosto de dar umas boas gralhas e não me custa nada mostrar a negligé. Eu sou assim. E não desgosto.
Como podem constatar facilmente por esta espécie de questionário, sou uma bloguista típica e perfeitamente integrada na Blogosfera.
Portem-se mal, mas bloguem!
Rata
1- Ler a coluna de opinião do Público e do DN!
Não leio, mas já é um começo, porque agora já sei que existem colunas nesses sítios.
2- Usar o Google com perícia para se armar nas discussões em público!
Normalmente prefiro usar um cacete, mesmo que nem sempre seja para as discussões! Mas o Google também não é mau de todo.
3- Conhecer a biografia de pelo menos um destes famosos: JPP, FJV, PM!
Sem usar os links teria que pensar meia hora para descobrir quem eram os célebres... mas sei tudo sobre eles, incluindo o facto de eles nada saberem sobre mim, e isso não ser problema para eles. Mas já me disseram que eles tinham blogues, o que começa já por ser um bom sinal....
4- Utilizar o Pedro Rolo Duarte como o anto-cristo local!
Esse gajo é um verdadeiro cromo. Mas como deve fazer um uso devido ao Rolo que tem no nome (sim, referia-me ao processo de introdução do mesmo pelo cú acima!), está temporariamente desculpado. Temporariamente, repito.
5- Ter um clube de afeição para poder postar às segundas-feiras (Conselho pessoal: o porto permite sair sempre por cima)!
Para sair sempre por cima eu tenho o João, o Miguel, o Pedro, a equipa de futebol do meu bairro, o meu vizinho do lado e outros. Não me parece que necessite de um clube, mas estou aberta a propostas.
6- Ter um poema de reserva para citar quando o site-meter der mostras de fragilidade!
Um poema? Citar um poema? Num blog? Mas quem é que fez este raio deste questionário?
7- Tratar por "tu" a vida e obra de Tolstoi!
Se visse o Tolstoi tratá-lo-ia pôr tu na boa! À sua vida já tenho dúvidas, mas nunca se sabe.
A sua obra nunca! Nem se o Louça dissesse alguma coisa de jeito! Nunca, repito. Desde que ele (e mais 6...) comeu a Teresa Guilherme no episódio piloto do BB1, que para mim, Tolstoi deixou de ser uma referência.
8- Fingir ardor nas discussões mesmo que o tema seja indiferente!
Se fingir orgasmos quando o gajo não me diz nada também valer, então digo SIM!
9- Falar d@s respectiv@s apenas quando já se tem uma reputação consolidada ou mais de 30 anos!
À questão da reputação não me parece relevante. Já a questão da idade serve para nos aperceber-mos que experiências com o mesmo sexo são radicais, mas nem sempre bem sucedidas!
10- Saber onde é que o Iraque fica no mapa
Toda a gente sabe que o Iraque fica no mapa. Até Portugal fica!
11- Fazer periodicamente a ode de um cineasta de que ninguém ouviu falar!
Nunca fiz nenhuma ode. Mas quando encontrar a pessoa certa, garanto-vos que a farei, e até mais do que uma vez se ele quiser.
12- fazer alusão à fnac uma vez em cada 15 dias
Tive um colega no Liceu que era o fnac. E ele não vendia livros nem nada que se parecesse. Mas tinha uma ‘obra’ de respeito.
13- tentar juntar copos e livros no mesmo post para dar prova de excentricidade.
Copos e livros para parecer excêntrica? Ó meu amigo, acorde! Se ainda fossem 3 fulanos, umas algemas e um chicote, agora livros???? Este mundo está perdido!
14- dizer uma asneira de vez em quando (mostra inconformismo)!
Olha, queres ver que eu sou uma inconformada por natureza?
15- Utilizar o dicionário on-line para apoiar a escrita!
E que tal dar uns erros, ah? Apelar ao espírito criativo, homem!
16- Inventar mails recebidos para dar um ar de interactividade ao blogue!
Isso é muito bom, especialmente quando os mail’s que se recebem são quase sempre impossíveis de se ‘postar’! Mesmo assim qualquer dia arrisco um que recebi sobre ‘Sexo Oral a desconhecidos’.
17- Dar algumas gralhas ara mostrar um certo negligé!
Gosto de dar umas boas gralhas e não me custa nada mostrar a negligé. Eu sou assim. E não desgosto.
Como podem constatar facilmente por esta espécie de questionário, sou uma bloguista típica e perfeitamente integrada na Blogosfera.
Portem-se mal, mas bloguem!
Rata
De volta à carga
Depois de vários dias de afastamento por razões profissionais, estou de volta.
Tenho que confessar que já estava com saudades disto!
Portaram-se mal na minha ausência? Espero que sim!
Rata
Tenho que confessar que já estava com saudades disto!
Portaram-se mal na minha ausência? Espero que sim!
Rata
26.9.03
Muito mais que um jogo
Para quem gosta de jogos online, este é sem dúvida o mais realista de todos!
Aqui consegue-se perceber facilmente o encanto do ténis.
Mas vejam lá, não se viciem nestas coisas!
Experimentem e sejam os próximos Bjorn 'Borgas'!
Comentários de outras personalidades, no Washington Post:
Ivan Lendl: "O melhor jogo online que já joguei, sem dúvida!"
Bill Gates: " Em jogos, tenho que admitir que não somos os melhores! E eu nem gosto de Ténis"
George Bush: " It seems just like Ping-Pong, but larger! Fucken Koreans..."
Papa JPaulo II: " Meu Deus! "
Manuela Ferreira Leite: " No pay, no game!"
JPachecoPereira: " O Ténis ao seu mais alto nível!!!"
Para jogar, clicar aqui!
Rata
Aqui consegue-se perceber facilmente o encanto do ténis.
Mas vejam lá, não se viciem nestas coisas!
Experimentem e sejam os próximos Bjorn 'Borgas'!
Comentários de outras personalidades, no Washington Post:
Ivan Lendl: "O melhor jogo online que já joguei, sem dúvida!"
Bill Gates: " Em jogos, tenho que admitir que não somos os melhores! E eu nem gosto de Ténis"
George Bush: " It seems just like Ping-Pong, but larger! Fucken Koreans..."
Papa JPaulo II: " Meu Deus! "
Manuela Ferreira Leite: " No pay, no game!"
JPachecoPereira: " O Ténis ao seu mais alto nível!!!"
Para jogar, clicar aqui!
Rata
25.9.03
Caridade versus audiências!
Vou deixar-vos aqui um resumo do que ontem se fez no Olá Portugal, o programa das manhãs da TVI, baseando-me estritamente no spot publicitário que tive a felicidade de ver (Nota1):
- Vamos dar um fogão a uma mãe de 9 filhos, porque ela ainda não tem!
- Vamos perceber a dificuldade que esta mãe tem em educar os seus filhos!
- Vamos falar com a Dr.ª Matilde (terapeuta da fala) que é a única amiga da Joaninha, que também é nossa convidada!
- Vamos falar com a Ritinha que tem 12 irmãos e precisa de uma ajuda para comprar livros escolares!
- Vamos ainda dar prémios, muitos prémios!
- Vamos ter ainda um ex-concorrente do BigBrother!
- Vamos ainda tentar trazer ao programa um dos feridos de um qualquer acidente desta manhã!
- Vamos fazer uma visita às urgências do Hospital S. Francisco Xavier!
- E, se tivermos tempo, vamos ainda mostrar algumas valas comuns no Iraque!
- E vamos dar prémios, muitos prémios!
- Não faltem, venham fazer-me companhia, aqui na ‘sua’ TVI!
Tenho que confessar que só não faltei ao meu trabalho para poder ver a minha TVI, exactamente porque ela não é minha. Ainda não comprei acções da Media Capital!!!
Rata
Nota1: Tenho que confessar que extrapolei um pouco o verdadeiro spot televisivo. Mas apenas um pouco!
- Vamos dar um fogão a uma mãe de 9 filhos, porque ela ainda não tem!
- Vamos perceber a dificuldade que esta mãe tem em educar os seus filhos!
- Vamos falar com a Dr.ª Matilde (terapeuta da fala) que é a única amiga da Joaninha, que também é nossa convidada!
- Vamos falar com a Ritinha que tem 12 irmãos e precisa de uma ajuda para comprar livros escolares!
- Vamos ainda dar prémios, muitos prémios!
- Vamos ter ainda um ex-concorrente do BigBrother!
- Vamos ainda tentar trazer ao programa um dos feridos de um qualquer acidente desta manhã!
- Vamos fazer uma visita às urgências do Hospital S. Francisco Xavier!
- E, se tivermos tempo, vamos ainda mostrar algumas valas comuns no Iraque!
- E vamos dar prémios, muitos prémios!
- Não faltem, venham fazer-me companhia, aqui na ‘sua’ TVI!
Tenho que confessar que só não faltei ao meu trabalho para poder ver a minha TVI, exactamente porque ela não é minha. Ainda não comprei acções da Media Capital!!!
Rata
Nota1: Tenho que confessar que extrapolei um pouco o verdadeiro spot televisivo. Mas apenas um pouco!
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