Prezado(a) amigo(a)
Por considerarmos a vida um bem precioso e inalienável, tomámos a liberdade de contactá-lo(a), com o intuito de lhe transmitirmos uma mensagem de fé e esperança.
Vivemos numa época em que a incerteza tornou-se um modo de vida para a grande maioria. A vivência humana tem sido atingida por inúmeros problemas que não apresentam resolução plausível, porque a capacidade humana tem sido escassa para os problemas que surgem a cada segundo. Doenças sem cura possível, alcoolismo, toxicodependência e desemprego são algumas das dificuldades que atingem a quase totalidade da população portuguesa, factores que desgastam a tolerância humana e trazem para o seio familiar a discórdia, a desarmonia e, em último caso, a degradação completa.
Muitos desistem porque crêem que todos os recursos já foram esgotados, no entanto, o tempo de vida do ser humano é muito breve para que se desista da vida quando já se tentou tudo.
No dia 7 de Novembro estaremos a realizar um encontro dedicado célula mater da sociedade, A FAMÍLIA, no qual não só dedicaremos orações para a paz nos lares, como também distribuiremos, gratuitamente, a água benta.
Mediante a aspersão desta água, que terá o principal propósito de benzer a sua casa, poderá ver florescer no seu lar a paz e harmonia que muitos têm ansiado.
Convidamo-lo(a) a que traga esta carta no dia 7 de Novembro, pelas 15horas. No espaço que se segue escreva o nome dos seus familiares que necessitam de ajuda ou orientação:
Aguardamos a sua presença, no Centro de Ajuda Espiritual mais perto da sua residência.
Ora bem, eu poderia aqui dissertar sobre o preço da água benta nos mercados internacionais e as técnicas de dumping usadas nos mercados sul-americanos, mas prefiro alertar-vos para o desleixo evidente sobre as verdadeiras causas da desunião familiar!
‘alcoolismo, toxicodependência e desemprego’ é tudo muito bonito mas e o ressonar, a flatulência, a disfunção eréctil, a ceborreia, a frigidez, a vizinha esbelta do 6ºesq. ou o chaarmosão da cobertura?
Bom, pelo sim pelo não, dia 7 vou lá ver se apanho o charmosão...
Portem-se mal, mas com classe!