As vendas em torno do tema do Verão, provavelmente do ano, não param.
Basicamente, as vendas de
Daniel Castanho (
Dan Brown no original... ) nos Estados Unidos, já ultrapassaram o número de soldados perdidos na guerra do Iraque, e pelo caminhar da carruagem ultrapassarão os votos em Kerry, nas próximas presidenciais!
Um sucesso.
Aliás, a febre já chegou à Europa. Multiplicam-se as publicações sobre o tema e nesta semana o
TOP de Vendas de livros nacional mostra-nos isso mesmo.
Top de Vendas Nacional
1 – O Código Da Vinci, Dan Brown
2 – As palavras que Da Vinci nunca te dirá, Nicholas Sparks
3 – Uma aventura com Leonardo da Vinci, Ana M. Magalhães e Isabel Alçada
4 – Nas margens do Rio Piedra, Da Vinci pôs-se de cócoras e chorou, Paulo Coelho
5 – Da Vinci no país da Maravilhas, Lewis Carroll
6 – Da Vinci não gosta de foder, Alvarez Rabo
7 – Os cinco visitam Da Vinci, Enid Blyton
8 – Código Da Vinci encriptado, José Valença
9 – Já fui ao Brasil, Praia e Bissau, Da Vinci
10 – O Evangelho segundo Da Vinci, José Saramago
fonte : Escaparate da Bertrand Livreiros
Após todo este frenesim à volta de Da Vinci e do já celebérrimo Priorado, um estudo de uma publicação francesa conceituada (citada n'A Visão) chegou às fáceis conclusões históricas de que o Priorado de Sião não remonta à época das cruzadas, mas... a 7 de Maio de 1956, o dia em que Plantard registou os estatutos desta ‘associação’...
Plantard, o grão-mestre do Priorado, viveu em França no século XX. Chamava-se Pierre de Plantard (quis ficar conhecido como Pierre de France...), e é classificado como um jovem iluminado e pretencioso, chefe de agrupamentos mais ou menos fictícios. Era filho de um criado de quartos e dizia-se descendente dos Reis Merovíngios.
Apresentava-se como filósofo, «doutorado em ciências» e membro honoris causa de várias sociedades herméticas (mas isto não é uma propriedade dos tupperware?!?), e sobretudo grão-mestre do Priorado de Sião, que contara entre os seus dignatários com Leonardo Da Vinci.
Calma, as más notícias ainda não acabaram.
Está já prevista a edição do segundo volume, especialmente dedicado aos dias mais negros do casamento entre Jesus e Maria Madalena.
Depois de no primeiro volume se ter percebido que não é Maria Madalena que aparece na última ceia, mas sim João Baptista (jovem liberal, de cabelos longos!), vai ficar a saber-se que este mantinha uma relação estreita com Jesus. ‘Eram unha e carne’ escreverá Dan Brown!
Para além desta relação ilícita de Jesus com o Baptista, vai ficar a saber-se que o seu casamento ficou mais arruinado ainda quando Maria Madalena, depois de ter ingerido umas miligramas de cicuta (ela era mesmo uma ganda maluka!), terá passado uma noite com... S.José!
A parte final do livro narrará como um guardanapo esverdeado na mesa da Última Ceia evidencia com clareza que Jesus era um viciado em póquer de dados e como perdeu dezenas de peças de madeira no jogo ilícito das tabernas de Jerusalém.
Imperdível.
Portem-se mal, mas com classe!